ERRANDO E PERDOANDO-SE, SEMPRE!

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       De vez em quando, topo comigo insone em alguma noite e acabo por refletir sobre assuntos que me incomodam. E o perdão foi o tema do meu debate interior mais recente. É… Eu poderia ter tentado dormir, mas a reflexão não deu trégua.

       Se existe algo mais complicado do que a gente se perdoar, desconheço!

       Todos os dias, praticamos inúmeros atos. Todos os dias, lidamos com pessoas… Algumas que amamos, outras que toleramos e até com quem não suportamos. Viver é isso, a arte do relacionar-se. E nesse misto de agir e interagir, muita coisa acontece. Nem sempre boas coisas, diga-se de passagem.

       No ir e vir da rotina, raramente conseguimos ser tão bons e tolerantes como gostaríamos ou como deveríamos. Falta paciência, falta tempo, falta humor, falta tato… E sobra irritação, pressa, cansaço…

       E então, em uma manhã qualquer, o grito preso na garganta se liberta e reverbera pela casa, ou no trânsito, ou em um telefonema, ou até no ambiente de trabalho. E mesmo que peça desculpa e seja perdoado por aqueles que foram os alvos do seu destempero, você guarda isso. Dobra e coloca lá na mala com a etiqueta culpa. Essa mala, convém esclarecer, está quase sempre bagunçada, porque é a que a gente mais gosta de vasculhar.

       E como se não bastassem as culpas que cultivamos, sempre aparece alguém para nos atribuir mais algumas… E o pior é que a gente as recebe de braços abertos e vai lá guardar na tal mala e ainda aproveita e analisa as que já estavam guardadas há bastante tempo. Faz um revival e, diante das evidências expostas, passa a se rotular como uma pessoa péssima, que não vale nada, que só faz besteiras. Pode até ser que seja verdade, mas nenhuma verdade é absoluta… E o melhor, nenhuma verdade é imutável.

       Cultivar culpas não é atitude que sirva como mola propulsora para a melhoria… Sei disso, pode acreditar.

       A questão é que cada vez que a dieta é quebrada, ou que deixamos de amar alguém, ou que agimos em desacordo com o que a maioria dos que nos cercam esperam, ou que dizemos as verdades que nos sufocam, ou que não fazemos o que nos dizem ser o certo… Culpa, culpa e culpa são angariadas.

     Deixar de sentir culpa é uma tarefa quase impossível e também questionável. Uma pessoa empática não consegue, uma pessoa responsável não consegue, uma pessoa consciente não consegue… Um ser humano de princípios não consegue mesmo deixar de sentir culpa.

      Se é impossível deixar as culpas de lado, como é que a gente faz para se livrar delas? Como é que a gente faz para despachar essa mala pesadíssima que insistimos em carregar pelos caminhos pedregosos da vida?

      Perdão! Perdão?

    Isso mesmo, perdão! Aprender a perdoar-se é a melhor decisão que uma pessoa pode tomar em relação a si mesma.

    Se errar é inevitável, pois somos todos aprendizes nesse mundo; se a culpa vai surgir sorrateira cada vez que agirmos em desacordo com os padrões que definimos ou que definiram por aí; o perdão é o remédio que cura a ferida que cada culpa proporciona na alma.

     Você vai errar sim, vai sentir-se culpado sim, vai sofrer por isso, mas vai ter que aprender a se perdoar e seguir em frente. Perdoar-se não significa tocar o “nem aí” e sair fazendo o que dá na telha. Perdoar-se é ser capaz de avaliar o erro, aprender com ele e se dar uma chance de fazer melhor na próxima situação semelhante.

    O perdão é um gesto de amor nobre e grandioso. Perdoar os outros é importante e necessário, ajuda a manter o coração em paz. Perdoar a si mesmo é vital, ajuda a manter a autoestima e a evoluir.

     Perdoe-se!

(Texto de Elaine Elesbão)

 

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ENCONTRADA NA ESCÓCIA UMA CÓPIA DO ‘FIRST FOLIO’ DE SHAKESPEARE

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O exemplar data de 1623 e compila a maior parte das obras de teatro do dramaturgo

Um grupo de pesquisadores britânicos encontrou e autentificou um exemplar em três volumes da primeira edição que compilou a maior parte das obras de teatro escritas por William Shakespeare, e que foi impressa em 1623, sete anos depois da morte do dramaturgo.

A descoberta, que coincide com o quarto centenário da morte do autor, seria, segundo os cientistas que o estudaram, um dos 234 exemplares conservados dos 800 impressos originalmente e que ficaram conhecidos como First Folio, graças aos quais se conhece a metade das obras do dramaturgo, que de outra maneira teriam se perdido.

Os volumes estavam conservados em uma casa de campo na ilha de Bute, na Escócia, e contêm 36 obras de teatro na versão “mais confiável” das mesmas, a mais próxima aos escritos originais do autor, entre as quais figuram Macbeth Como lhe aprouver.

“Os donos entraram em contato comigo para me dizer que tinham um First Folio de Shakespeare e eu respondi: ‘Claro, sim, sem dúvida’, conta a pesquisadora de Oxford Enma Smith, que lhes respondeu em tom cético. “No entanto, depois de um estudo detalhado, foi constatado que era verdadeiro”.

Os três livros encadernados em couro são acompanhados de uma carta do editor do século XVIII, Isaac Reed, que dá conta dos donos anteriores do First Folio até chegar a ele, o que, segundo afirmam na Universidade de Oxford, facilitou o trabalho de certificar a autenticidade da descoberta.

(Fonte: El País)

 

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Vídeo Resenha

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Daya Maciel, do Blog Conchego das Letras, preparou uma resenha em vídeo do meu livro Risco Calculado!

Espero que gostem tanto quanto eu!

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Quando se trata de apoiar autores em esforços de marketing, nenhuma editora acertou ainda

MIKE

No mínimo, cada editora deveria fazer uma “auditoria digital” de cada autor que contratam, o que inclui sugestões concretas para o preenchimento de lacunas e melhorar a capacidade de descoberta

Tenho a firme convicção de que a maior falha dos editores tradicionais nos dias de hoje é a sua incapacidade de ajudar os autores a se ajudarem com o marketing digital. No mínimo, cada editora deveria fazer uma “auditoria digital” de cada autor que contratam, o que inclui sugestões concretas para o preenchimento de lacunas e melhorar a capacidade de descoberta e engajamento. Que eu saiba, ninguém faz isso.

Talvez não seja surpreendente que há pessoas em grandes editorias, até mesmo alguns que veem as coisas de cima, que enfaticamente não concordam comigo. Um executivo sênior me disse que eu estava “completamente errado”, e disse que seus editores sabiam muito bem o que os autores fazem na mídia social. Outro, um editor de outra empresa, me perguntou se eu realmente acreditava que “criar landing pages era importante”. Claro, se você não vê o resultado da criação e gerenciamento de landing pages no site do autor (ou da própria editora!), pode cometer o erro de pensar que uma presença robusta na mídia social elimina a necessidade de um site do autor.

Isso é um erro. E é cada vez mais comum.

Nunca vi uma editora onde os editores fossem mais especialistas em marketing digital do que o pessoal de marketing. A maioria dos sites de autor está abaixo do padrão, mas a maioria dos editores não tem o conhecimento para saber isso. Ademais, nem os editores nem os autores compreendem plenamente os diferentes papéis de sites e mídias sociais no esforço de marketing para um livro e autor.

Se o feedback destes dois executivos fosse excepcional ou incomum, não valeria a pena mencionar. Mas é típico. E as duas editoras estão fazendo investimentos substanciais para melhorar a sua compreensão e desempenho digital. Não têm suas cabeças enfiadas na areia.

Não é apenas a minha imaginação de que existe uma desconexão entre as grandes editoras e seus autores no front do marketing digital. Esta lacuna é real e vai realmente atingir as grandes editoras, muito além das vendas que estão perdendo, se não corrigirem isso.

Eu recentemente testei esta ideia com um dos agentes literários mais aptos digitalmente. Perguntei se ele concorda que as editoras estão falhando neste aspecto. Ele concordou. Completamente.

Se há uma lacuna aqui, alguém vai preenchê-la. A Diversion Books, relativamente nova, anunciou uma iniciativa chamada Radius, uma “divisão de serviços completos de publicação”, com distribuição através de sua afiliação com a Ingram. Estão voltados para “autores de não-ficção com público muito específico e conhecido (consultores, especialistas em um campo)” que procuram ajuda “com vários aspectos do processo – editorial, capa, produção, marketing e publicidade, etc”.

Em outras palavras, eles gostariam de fazer parceria com (talvez) a categoria mais desejável de autores de não-ficção: aqueles com uma plataforma real de marketing independente de quaisquer atividades de edição de livro. Esses autores muitas vezes possuem um marketing pessoal bastante decente já criado; se não têm, adoram ter um feedback profissional sobre como melhorá-lo. Radius vai fornecer uma razão poderosa para que autores que preferem trabalhar com autopromoção trabalhem com eles em vez de procurar uma editora antiga e mais estabelecida.

Vale a pena notar que Diversion foi fundada por um agente literário, por isso é bastante sensível à perspectiva do autor. O que eles construíram é essencialmente umfront-end personalizado para serviços industriais fornecidos pela Ingram, com fácil acesso até mesmo para autores individuais através do chamado Ingram Spark.

Diversion é uma editora da nova era. Eles criaram um braço de serviço e comunidade chamado EverAfter para trabalhar com autores de ficção; a Radius funciona principalmente com autores de não-ficção que já possuem audiências construídas. Sem dúvida, outros empreendedores vão construir rampas de acesso a esses recursos da Ingram para outros segmentos da comunidade de autores.

As editoras deveriam se preocupar com isso? Bem, as que dependem dos autores podem esperar cada vez mais serviços e editores inexperientes tentando fazer uma oferta mais atraente para eles. (E existem aquelas que não dependem dos autores, mas são a exceção, não a regra.)

A questão da plataforma do autor fica ainda pior pela forma como as editoras são organizadas. Editoras “são donas” das relações com o autor e o agente. Os profissionais de marketing e/ou departamentos de vendas “são donos” dos recursos de marketing. Para serem bons em seus trabalhos, os editores precisam reconhecer conteúdo comercial, negociar as várias partes de um acordo, e ajudar o autor criar o livro mais vendável possível. Conhecer o marketing digital ou as melhores práticas para otimização de mecanismos de busca não está na descrição do emprego nem é parte do treinamento deles. Aqueles são o reduto do pessoal de marketing que estão explicitamente (na maioria das editoras) excluídos do contato direto com o autor.

Além disso, há a confusão nas editoras, refletida na pergunta que ouvi sobre aslanding pagesse são importantes ou não. Não posso dizer se isso é muito comum, mas ouvi com muita frequência a ponto de me sentir desconfortável de que “sites de autores são um desperdício de tempo”, que social é mais importante, e que trabalhar o Facebook elimina efetivamente a necessidade de uma presença na web.

Na verdade, “pesquisa” ainda é o componente mais importante de descoberta e os sites de autores são cruciais para o Google “saber” quem é o autor e ter uma compreensão contextual da experiência e do público deles. Precisamente como o site fornece valor depende do autor. Para um autor de não-ficção, ele pode estabelecer a autoridade sobre o tópico. Para um autor de ficção de múltiplos títulos, pode fornecer informações definitivas sobre a ordem dos livros em uma série ou para a história por trás dos personagens do autor (cujos nomes, é claro, podem ser importante termos de pesquisa para o livro).

Mas o que é sempre verdade é que o site é aquele pedaço de propriedade digital que o autor pode realmente possuir, que não está sujeito a algumas alterações nas regras ou processo que irá afetar a sua descoberta nas pesquisas ou a capacidade de usá-lo para qualquer propósito que o autor escolher. Idealmente, uma editora vai avaliar o site de um autor como parte de uma auditoria digital geral e fazer sugestões construtivas para melhorá-lo. Se o autor não tiver um, a editora deveria fornecer um site simples que dê aos fãs um lugar ou link para aterrissar e pode ser a autoridade máxima sobre o autor e o livro.

E só controlando um site o autor ou editor pode controlar a ferramenta mais poderosa que existe para promover um autor através da busca: as landing pages. A melhor prática é otimizar uma landing page no site do autor para cada um dos termos mais comumente pesquisados que poderiam levar a um interesse real ou à venda de um livro. Qualquer pessoa que realmente conhece SEO sabe disso. É por essa razão que a incapacidade de compreender o significado das páginas de entrada nos altos cargos de uma grande editora é tão preocupante.

É realmente fantástico que tantas editoras estes dias tenham um executivo de alto nível com a palavra “audiência” em seu título e descrição do trabalho. É um sinal de progresso real que muitas das grandes editoras tenham investido em sites verticais para construir audiência que podem atingir a qualquer momento.

Mas eles ainda estão perdendo o barco mais importante. O verdadeiro foco precisa estar na colaboração de marketing com os autores e em dar o apoio que necessitam para maximizar sua eficácia. Fazer isso exige enfrentar um monte de perguntas difíceis porque os autores possuem seus nomes e carreiras, enquanto as editoras, na melhor das hipóteses, possuem um longo contrato de arrendamento de um ou mais livros específicos que eles escreveram. Mas tanto as vendas de livros quanto a retenção do autor dependem de editoras assumindo este desafio como um componente essencial de sua oferta.

Eu fiz um post para BookMachine alguns meses atrás falando sobre a estratégia para os autores que fazem, eles próprios, o marketing.

Aqui está uma lista rápida do que uma auditoria útil da editora sobre as pegadas digitais de um autor poderia querer encontrar:

* Um site de autor robusto para ancorar a presença digital completa de um autor e agir como um hub central e fonte de informações fidedignas sobre tudo, sobre o autor, seus livros, seu trabalho e vida

* Informação completa sobre o autor e o livro em sites de catalogação e comunitários como Goodreads e LibraryThing, bem como em todas as livrarias online (especialmente uma página Author Central na Amazon)

* Google+ sinalizando ao Google quem é um autor, sobre o que ele(a) escreve sobre, e todas as coisas relacionadas com ele(a)

* A mistura ideal da mídia social correta, que pode variar – e evoluir – dependendo do autor, o tipo de livros que escreve, e os interesses e dados demográficos de seu público

* Mecanismos para coletar, gerenciar e utilizar eficazmente os endereços de e-mail

* Os esforços existentes para manter a precisão e a relevância em tudo isso

* Promoção cruzada eficaz (em títulos e autores)

 (Fonte: PUBLISHNEWS, por MIKE SHATZKIN)

 

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Silviano Santiago leva o Oceanos 2015

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Além do escritor, que ficou com o primeiro lugar, Elvira Vigna, Alberto Mussa e Glauco Mattoso foram premiados na noite de terça-feira (8)

Na noite da última terça-feira (08), foram conhecidos os quatro vencedores da primeira edição do Prêmio Oceanos. O grande vencedor da noite foi Silviano Santiago, pelo seu trabalho Mil rosas roubadas (Companhia das Letras). O segundo lugar ficou com Elvira Vigna pelo seu livro Por escrito (Companhia das Letras). Alberto Mussa, autor do romance policial A primeira história do mundo (Record) levou o terceiro lugar e Glauco Mattoso, o quarto lugar com Saccola de feira (nVersos).

O Oceanos, correalizado pelo Itaú Cultural e pela curadora Selma Caetano, veio para ocupar o espaço deixado pelo Portugal Telecom, descontinuado no ano passado, depois da venda da patrocinadora à operadora de telefonia Oi, no começo desse ano. Em seu discurso, Selma lamentou que projetos culturais da envergadura da Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo e a editora Cosac Naify tenham sido cancelados em 2015. “Sem o Itaú Cultural, seríamos mais um desses projetos cultuais ceifados nesse ano”, disse.

Em seu discurso, Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, ressaltou que em momentos de crise é importante reafirmar a essência da arte e da cultura. “O prêmio Oceanos reafirma isso ao procurar promover o livro, o autor e a palavra na busca de integrar a literatura de todos os países que falam e escrevem na língua portuguesa”, disse.

A curadora anunciou que, a partir da próxima edição, serão aceitos livros escritos em língua portuguesa, independente de já terem sido publicados no Brasil. “Amanhã mesmo já vamos nos reunir para começar a pensar em um modelo que amplie o prêmio para todos os países onde se fala a língua portuguesa”, anunciou a curadora.

No total, a premiação alcançou R$ 230 mil. Além do troféu idealizado pela artista plástica Regina Silveira, os ganhadores receberão prêmios em dinheiro. Silviano Santiago, o primeiro colocado, receberá R$ 100 mil; Elvira Vigna, segunda colocada, R$ 60 mil; Alberto Mussa, em terceiro lugar, R$ 40 mil, e Glauco Mattoso, quarto colocado, R$ 30 mil.

(Fonte: PublishNews)

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Star Wars: O Despertar da Força | “Os fãs vão amar”, diz George Lucas

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Diretor já viu o filme!

Depois de a Lucasfilm dizer publicamente que George Lucas já viu Star Wars: O Despertar da Força “gostou de verdade”, o próprio cineasta comenta o filme, durante um evento em Washington.

Questionado pelo Vulture, Lucas sai pela tangente e não dá uma opinião exata: “Eu acho que os fãs vão amar. É bem o tipo de filme que eles estavam esperando”. Em entrevista recente, o cineasta comentou seu “divórcio” da franquia.

(Fonte: Omelete)

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Mulheres lideram top dez da Kobo no Reino Unido

Grey’, a sequência de ’50 tons de cinza’ encabeça a lista de mais vendidos em 2015 pela Kobo

De acordo com o jornal britânico The Guardian, a lista de 10 livros mais vendidos da Kobono Reino Unido em 2015 são todos de autoria feminina. A obra mais vendida foi o romance erótico Grey, E.L. James, a sequência de 50 tons de cinza, contado pela perspectiva de Christian Grey. O segundo da lista é o suspense de Paula Hawkins, The girl on the train. Em terceiro vem o livro de CL Taylor, The lie. Veja abaixo a lista completa.

Top 10 da Kobo no Reino Unido em 2015

1. Grey – EL James
2. The girl on the train – Paula Hawkins
3. The lie – CL Taylor
4. Silent scream – Angela Marsons
5. Gone girl – Gillian Flynn
6. Elizabeth is missing – Emma Healey
7. The miniaturist – Jessie Burton
8. The accident – CL Taylor
9. The Ballroom Café – Ann O’Loughlin
10. My sister’s secret – Tracy Buchanan

(Fonte: PublishNews)

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COSAC NAIFY QUEIMA ESTOQUES ENTRE OS DIAS 17 E 19/12

Bazar será no Centro Cultural b_arco, em SP. Participação da editora na Festa do Livro da USP está mantida e as vendas pelo site acontecem até que todo o estoque esteja liquidado.

De acordo com o que publicou a coluna Painel das Letras, da Folha de S.Paulo, a Cosac Naify marcou para os dias 17, 18 e 19 de dezembro, o bazar para queima do seu estoque. O saldão vai ser no Centro Cultural b_arco (R. Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 426 – Pinheiros, São Paulo/SP), mas a editora já adianta que não oferecerá descontos muito agressivos. Em entrevista concedida à Folha na semana passada, Florencia Ferrari, diretora editorial da casa, já havia declarado que tem “consciência de que os livros são muito valorizados e vamos fazer uma política de venda, mas não liquidação”. Além disso, em comunicado enviado à redação do PublishNews, a editora informou que está mantida a sua participação na Festa do Livro da USP (9 a 11/12) e que as vendas pelo site continuarão até o fim dos seus estoques. Charles Cosac aproveitou o Blog da Cosac Naify para publicar uma “Carta aos Leitores”, na qual agradece as “manifestações de solidariedade” e se diz “comovido quando constato que nossas iniciativas não foram em vão.”

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(Fonte: PublishNews)

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Bianca Briones será publicada na Espanha

Batidas perdidas do coração (Verus / Grupo Editorial Record), de Bianca Briones, sairá na Espanha. Os direitos foram comprados pela Maresia Libros. A previsão é que o livro saia por lá em outubro do ano que vem. O negócio foi intermediado pela C! House Agency. No livro, Viviane acaba de perder o pai. Com a mãe em depressão, ela se vê obrigada a assumir o controle da casa com o irmão mais novo. Rafael teve o pai assassinado há alguns anos e agora viu quatro pessoas de sua família, incluindo a única irmã, morrerem em um acidente de carro.

Em outubro de 2016, ‘Batidas perdidas do coração’ sairá pela Maresia Libros

Em outubro de 2016, ‘Batidas perdidas do coração’ sairá pela Maresia Libros

(Fonte: PublishNews)

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Irlam Rocha Lima conta história de 40 anos de carreira

O jornalista Irlam Rocha Lima, um dos maiores nomes no cenário do jornalismo musical de Brasília, compartilha suas vivências no livro Minha trilha sonora – 40 anos de jornalismo cultural. O livro traz histórias sobre o tempo que o profissional tem de Correio, cobrindo a cultura brasiliense, além de relatos do repórter ao lado de grandes nomes da MPB. Entre eles, o futebol disputado com Chico Buarque, excursão por Portugal com Ivete Sangalo, a amizade com Bell Marques e Maria Bethânia, e com espaço para papos com Cássia Eller, Cazuza e Renato Russo.

 Há três anos, durante uma reunião de pauta, nasceu a ideia de trabalhar em uma coleção de memórias. Às segundas-feiras à tarde, após fechar todas as páginas do caderno, a equipe de cultura se reúne para decidir o que será publicado durante a semana. Irlam Rocha Lima ventilou a hipótese de fazer uma coluna na qual contaria suas memórias de 40 anos de cobertura de música em Brasília. A ideia vingou, o editor José Carlos Vieira topou, a direção do jornal também, e assim o repórter começou a escrever, toda semana, suas lembranças do trabalho por trás dos palcos.

 Foram 60 textos, agora publicados em Minha trilha sonora — 40 anos de jornalismo cultural, uma maneira de festejar uma carreira dedicada a contar a história da passagem dos maiores artistas brasileiros pelos palcos da capital. O livro será lançado em 7 de dezembro, no Clube do Choro, e no dia 21, no Feitiço Mineiro. “A ideia era me recordar e detalhar alguma coisa, mas nada verborrágico, até para ser de fácil leitura”, avisa Irlam. “São 40 anos trabalhando no Correio, são minhas memórias a partir da cobertura. Acho que quem ler esses textos vai lembrar de coisas que viveu naqueles shows.”

Minha trilha sonora – Lançamentos dias 7 de dezembro, hoje, às 19h30, no Clube do Choro, e dia 21 de dezembro, também segunda, às 20h30, no Feitiço Mineiro. Entrada franca. Preço: R$ 20,00 o exemplar.

Jornalista Irlam Rocha Lima lança livro com textos publicados no Correio nos quais narra sua experiência na cobertura musical de Brasília

Jornalista Irlam Rocha Lima lança livro com textos publicados no Correio nos quais narra sua experiência na cobertura musical de Brasília

(Fonte: Correio Braziliense)

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