Uma brasileira na China

Vanessa Gonçalves foi selecionada para programa de bolsas da Feira do Livro Infantojuvenil de Xangai

Vanessa Gonçalves foi selecionada para programa de bolsas da Feira do Livro Infantojuvenil de Xangai

Vanessa Gonçalves, editora da Cosac Naify, foi selecionada para programa de bolsas da Feira do Livro Infantojuvenil de Xangai

Todo o mundo está de olho no mercado chinês. Uma brasileira poderá conferir tudo de perto e de camarote. É Vanessa Gonçalves, editora de infantojuvenis da Cosac Naify, que foi selecionada para participar do programa Shanghai Visiting International Publishers (SVIP), o primeiro programa de bolsas da Ásia especializado em livros infantis. Entre os dias 10 e 14 de novembro, a editora estará na China visitando livrarias, editoras e a Feira Internacional do Livro Infantojuvenil de Xangai.“Espero poder fazer um movimento de mão dupla. Tanto apresentar as nossas produções aqui da Cosac quanto trazer alguma coisa de lá para mostrar aqui”, disse ao PublishNews. “A literatura infantojuvenil na China é muito forte. São livros muito diferentes que têm tudo a ver com o catálogo da Cosac”, aponta. Além disso, Vanessa revelou ao PublishNews que espera conhecer um pouco do gigantesco parque gráfico chinês. “Eles têm um parque gráfico incrível”, disse.

Ao todo, foram selecionados 12 profissionais ligados à indústria do livro para o programa. Além de Vanessa, estarão presentes representantes da Alemanha, Austrália, EUA, França, Reino Unido, República Tcheca e Venezuela. A ideia é que eles conheçam de perto como funciona o mercado de livros infantojuvenis no país. Estima-se que existam 230 milhões de leitores abaixo dos 16 anos na China e, de acordo com o relatório Open Book, 50% dos 100 livros mais vendidos no país são livros destinados a essa faixa etária. Além de visitarem editoras e livrarias, os participantes farão uma apresentação dentro da programação profissional da Feira.

Vanessa é a segunda brasileira selecionada para participar de um programa de fellowship. Em julho, a Feira do Livro de Frankfurt anunciou que Liciana Correa, editora da Suma de Letras, foi selecionada para o seu programa de bolsas.

(Fonte: Publish News)

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J.K. Rowling ensina a pronúncia correta do nome Voldemort, vilão de ‘Harry Potter’

J.K. Rowling, autora da saga Harry Potter

J.K. Rowling, autora da saga Harry Potter

Autora explica que os fãs e até mesmo os personagens dos filmes estavam falando errado

Não, não é “Voldemorti”, mas sim “Voldemor”, com o t mudo. Dezoito anos após a publicação do primeiro volume de “Harry Potter”, J.K. Rowling explicou a pronúncia correta do maior vilão da saga.

A revelação, que demorou sete livros e oito filmes para ser feita, veio por meio do Twitter. Um fã comentou: “uma curiosidade sobre ‘Harry Potter’ que eu sempre esqueço de mencionar: o ‘t’ é mudo em Voldemort, de acordo com J.K. Rowling”, disse Michael Lucero.

A autora confirmou: “mas eu tenho certeza de que eu sou a única pessoa que pronuncia assim. Como era de se esperar, seguidores reagiram. “Eu falei com o T durante toda minha vida. Sinto muito, Jo”, disse um. “Minha vida toda é uma mentira”, comentou outra, fazendo drama.

“É porque é a tradução em francês para ‘voo da morte’, então o T deve ser mudo”, ensinou outro. “Algum motivo para a pronúncia não ter sido corrigida nos filmes?”, questionou mais uma. A autora, porém, não respondeu.

(Fonte: o Globo)

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Chico Buarque, Vanessa Barbara e Valter Hugo Mãe são semifinalistas do Prêmio Oceanos

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Antigo Prêmio Portugal Telecom de Literatura distribuirá R$ 230 mil entre os quatro vencedores que serão conhecidos em dezembro

Herdeiro do Prêmio Portugal Telecom de Literatura, o Oceanos anunciou nesta quinta-feira, 10, os 63 finalistas de sua primeira edição. Pelo regulamento, os inscritos concorrem entre si independentemente do gênero.

Entre os selecionados, O Irmão Alemão, livro de Chico Buarque já vencedor do Prêmio APCA; Minha Vida Sem Banho, que rendeu a Bernardo Ajzenberg o Casa de Las Américas, e Fio, coletânea de poemas de Sonia Barros ganhadora do Prêmio Paraná de Literatura.

Concorrem ainda o português de origem angolana Valter Hugo Mãe, o português José Luis Peixoto e os angolanos Pepetela e Ondjaki.

Antes de lançar ‘O Irmão Alemão’, Chico Buarque ganhou os principais prêmios literários por ‘Leite Derramado’

O Oceanos 2015 recebeu a inscrição de 664 obras, mas apenas 592 foram validadas. Elas foram avaliadas por um júri inicial composto por 100 especialistas em literatura, entre escritores, críticos, tradutores, ensaístas e professores de literatura – que escolheram, ainda os 8 jurados que  estarão nas próximas etapas do prêmio. São eles: Luiz Costa Lima, Eduardo Sterzi, Italo Moriconi, Sérgio Alcidez, Eliane Robert de Moraes, Eneida Maria de Souza, Regina Zilberman e Josélia Aguiar. Os curadores Noemi Jaffe, Rodrigo Lacerda e Selma Caetano também votam.

Conheça os semifinalistas

11/12 onze de duodécimos, de Horácio Costa (Lumme/poesia)

A cabeça do santo, de Socorro Acioli (Companhia das Letras/romance)

A calma dos dias, de Rodrigo Naves (Companhia das Letras/conto)

A camisa do marido, de Nélida Piñon (Record/conto)

A desumanização, de Valter Hugo Mãe (Cosac Naify/romance)

A flor do gol, de Sérgio de Castro Pinto (Escrituras/poesia)

A primeira história do mundo, de Alberto Mussa (Record/romance)

A vez de morrer, de Simone Campos (Companhia das Letras/romance)

A vida ao redor, de Maria Esther Maciel (Scriptum/crônica)

Alice: Não mais que de repente, de Bernardo Kucinski (Rocco/romance)

As fantasias eletivas, de Carlos Henrique Schroeder (Record/romance)

Cachorros, de Ivana Arruda Leite (Selo Demônio Negro/conto)

Cantos profanos, de Evando Nascimento (Biblioteca Azul/conto)

Clio, de Marco Lucchesi (Biblioteca Azul/poesia)

Dentro do segredo: uma viagem pela Coreia do Norte, de José Luís Peixoto (Companhia das Letras/relato de viagem)

Desalinho, de Laura Liuzzi (Cosac Naify/poesia)

Dez centímetros acima do chão, de Flávio Cafiero (Cosac Naify/conto)

Ela me dá capim e eu zurro, de Fabrício Corsaletti (Editora 34 crônica

Em linha reta, de Tailor Diniz (Grua/romance)

Experiências extraordinárias, de Rodrigo Garcia Lopes (Kan/poesia)

F., de Antonio Xerxenesky (Rocco/romance)

Fios, de Sonia Barros (Biblioteca Paraná/poesia)

Flores artificiais, de Luiz Ruffato (Companhia das Letras/romance)

Geografia aérea, de Manoel Ricardo de Lima (7Letras/poesia)

Homem visto em contraluz, de Marcus Vinicius Quiroga (Kelps/poesia)

Hosana na sarjeta, de Marcelo Mirisola (Editora 34/romance)

Luzes de emergência se acenderão automaticamente, de Luisa Geisler (Alfaguara/romance)

Mil rosas roubadas, de Silviano Santiago (Companhia das Letras/romance)

Minha vida sem banho, de Bernardo Ajzenberg (Rocco/romance)

Minimoabismo, de Priscila Merizzio (Patuá/poesia)

Musa praguejadora: a vida de Gregório de Matos, de Ana Miranda (Record/romance)

O Brasil é bom, de André Sant’Anna (Companhia das Letras/conto)

O brilho do bronze, de Boris Fausto (Cosac Naify/diário)

O céu não sabe dançar sozinho Ondjaki (Língua Geral/conto)

O cheirinho do amor e outras crônicas safadas, de Reinaldo Moraes (Alfaguara/crônica)

O homem-mulher, de Sérgio Sant’Anna (Companhia das Letras/conto)

O inventário das coisas ausentes, de Carola Saavedra (Companhia das Letras/romance)

O irmão alemão, de Chico Buarque (Companhia das Letras/romance)

O louco de palestra, de Vanessa Barbara (Companhia das Letras/crônica)

O professor, de Cristóvão Tezza (Record/romance)

O tímido e as mulheres, de Pepetela (LeYa/romance)

O trovador, de Rodrigo Garcia Lopes (Record/romance)

Ondas curtas, de Alcides Villaça (Cosac Naify/poesia)

Os amantes da fronteira, de Tiago Novaes (Dobra Editorial/romance)

Os piores dias de minha vida foram todos, de Evandro Affonso Ferreira (Record/romance)

Parafilias, de Alexandre Marques Rodrigues (Record/conto)

Parte da paisagem, de Adriana Lisboa (Iluminuras/poesia)

Poemas apócrifos de Paul Valéry traduzidos por Márcio-André (Confraria do Vento/poesia)

Por escrito, de Elvira Vigna (Companhia das Letras/romance)

Quarenta dias, de Maria Valéria Rezende (Alfaguara/romance)

Querer falar, de Luci Collin (7Letras/poesia)

Rascunho de família, de João Anzanello Carrascoza (Dsop/conto)

Rede, de Paula Glenadel (Confraria do Vento/prosa poética)

Retornaremos das cinzas para sonhar com o silêncio, de Marcelo Ariel (Patuá/poesia)

Saccola de feira, de Glauco Mattoso (nVersos/poesia)

Semíramis, de Ana Miranda (Companhia das Letras/romance)

Sérgio Y. Vai à América, de Alexandre Vidal Porto (Companhia das Letras/romance)

Sofia, de Sidney Rocha (Iluminuras/romance)

Sujeito oculto, de Cristiane Costa (Aeroplano/romance)

Tempo de espalhar pedras, de Estevão Azevedo (Cosac Naify/romance)

Totem, de André Vallias (Cultura e Barbárie/poesia)

Um teste de resistores, de Marília Garcia (7letras/poesia)

Viagem à Calábria, de Sérgio Capparelli (Record/romance)

Os 12 finalistas serão anunciados em novembro e os quatro vencedores serão conhecidos em dezembro. O primeiro colocado ganha R$ 100 mil. O segundo, R$ 60 mil, o terceiro, R$ 40 mil e o quarto, R$ 30 mil.

(Fonte: O Estadão)

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A Tale of Love and Darkness | Crítica

Natalie Portman demonstra sensível maturidade em sua estreia como diretora

Com uma celebrada carreira como atriz, Natalie Portman arrisca-se pela primeira vez não apenas como diretora, mas também como roteirista do longa A Tale of Love and Darkness.

Também atuando no papel principal, Portman mostra mão segura na condução do filme, uma adaptação da premiada biografia do escritor Amos Oz. A idade e a maternidade recente fizeram bem à atriz, que revela uma visão de mundo bastante amadurecida, além de enorme entendimento do material-base – não apenas o livro de Oz, mas a terra-natal da artista, Israel, e sua herança cultural.

Falado em ídiche e rodado em Jerusalém com apoio de uma dezena de instituições culturais judaicas, o drama trata da formação do estado de Israel através dos olhos do pequeno Amos (Amir Tessler).

O garoto é filho de refugiados do Leste Europeu que foram para a Palestina (que em 1945 vivia sob o controle britânico), em busca de segurança durante a Segunda Guerra Mundial. É uma criança inteligente, instigada intelectualmente por seu pai, Arieh (Gilad Kahana), mas é a relação dele com a mãe, Fania (Portman), que efetivamente conduz a narrativa. É dela que o menino ouve histórias de solidão e perda, repletas de significado, enquanto a vê definhar, perdendo-se em uma desilusão com a vida e a humanidade no Pós-Guerra.

O momento histórico é comentado pelo pai, professoral e literato, mas é sentido pela mãe em cenas sensíveis e trágicas, bem como em sequências que ilustram as tensões entre palestinos e judeus sem cair no simplismo. Os palestinos, aliás, jamais são retratados como os vilões do filme, mas como vítimas da opressão colonialista europeia. “Somos dois filhos do mesmo pai”, explica o autor em tom de lamento.

Natalie Portman escolheu bem sua estreia na direção. Suas ideias são transmitidas com precisão e beleza, apoiada pela excepcional fotografia de Slawomir Idziak e a montagem poética de Andrew Mondshein. O tema pesado e complexo torna-se, nas mãos dela, uma história familiar, mas não menos impactante, relevante e, 60 anos depois da formação de Israel, ainda lamentavelmente contemporânea.

(Fonte: Omelete)

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Mauricio de Sousa é homenageado e MSP tem 42 lançamentos na Bienal do Livro

Mauricio de Sousa, que completa 80 anos em 2015, é o autor homenageado da XVII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, que começou no último 3 de setembro e terminará no próximo dia 13.

Como parte das comemorações, ele recebeu o título de cidadão do Estado do Rio de Janeiro. Além disso, a feira conta com um espaço de 50 m² dedicados à Turma da Mônica e uma exposição com 190 m² dedicada à sua história e carreira.

Mauricio voltará à bienal no próximo final de semana para mais sessões de autógrafos.

Dia 12 – 10h30min às 12h30min: estande da Editora Santuário;
Dia 12 – 14h às 16h: estande da Editora Boa Nova;
Dia 13 – 10h30min às 12h30min: estande da Cia das Letras;
Dia 13 – 14h30min às 16h30min: estande da Panini Comics.

Tudo isso é completado por uma lista de nada menos do que 42 lançamentos da Mauricio de Sousa Produções, realizados por 11 editoras diferentes. Veja abaixo a lista completa, com os respectivos releases:

Mauricio de Sousa – Biografia em quadrinhos (formato 19 x 24,5 cm, 112 páginas, capa dura, R$ 59,90, Panini Comics): Nesta edição revisada e ampliada, a vida de Mauricio de Sousa é contada por suas criações. Recheada de piadas, citações e muita informação, a biografia é um dos lançamentos da Panini que celebra os 80 anos do criador da Turma da Mônica.

Coleção Histórica Mauricio – Bidu e Zaz Traz (formato 19 x 24,5 cm, 272 páginas, capa dura, R$ 102,00, Panini Comics): As raríssimas primeiras histórias escritas e desenhadas por Mauricio de Sousa, entre os anos de 1960 e 1961, recuperadas e reunidas num único volume para comemorar os 80 anos de seu autor. São mais de 200 páginas de uma época em que o pai da Turma da Mônica ainda trabalhava sozinho e começava a criar e a desenvolver os personagens, que, tempos depois, conquistaram leitores de todo o Brasil.

Mauricio de Sousa - Biografia em quadrinhosColeção Histórica Mauricio - Bidu e Zaz Traz

Turma da Mata – Muralha (formato 19,5 x 27,5 cm, 80 páginas, capa dura, R$ 31,90 em capa dura e R$ 21,90 em capa cartonada, Panini Comics): Um metal tão raro quanto rentável mudou a história da Turma da Mata e do reino de Leonino. Hoje, eles estão em lados opostos e um confronto é inevitável. Em Muralha, Artur Fujita, Roger Cruz e Davi Calil fazem uma releitura ousada dos clássicos personagens de Mauricio de Sousa, numa trama repleta de intriga política e aventura.

Mônica é Daltônica? (formato 21,5 x 31,5 cm, 48 páginas, capa dura, R$ 34,90, Companhia das Letrinhas): Este livro inaugura uma coleção que apresenta HQs clássicas escritas e desenhadas por Mauricio de Sousa transformadas em livros ilustrados, com artes dos nomes mais importantes do traço no Brasil. Será que a Mônica enxerga as cores de um jeito diferente e escondeu isso de todo mundo? Ou esse é só mais um plano infalível dos meninos contra a garota mais forte do bairro? Quem conhece essa Turma já deve imaginar a resposta.  Nesta história, a primeira publicada na revista Mônica, em 1970, o Zé Luís – e não o Cebolinha, acredite se quiser -, inaugura a tradição dos planos mirabolantes para tentar acabar com as temidas coelhadas da dentucinha. Além de descobrir o fim da aventura, você vai conhecer curiosidades sobre a Turma e as ilustrações de Odilon Moraes, artista plástico e fã dos personagens.

Turma da Mata - MuralhaMônica é Daltônica?

Mauricio – O Início (formato 19,5 x 28 cm, 208 páginas, capa dura, R$ 89,90, WMF Martins Fontes): Em comemoração aos 80 anos do desenhista Mauricio de Sousa, a editora lançará esta edição especial com a republicação dos três primeiros livros do criador da Turma da Mônica, feitos em 1965 e esgotados desde então. O álbum em capa dura reunirá as raríssimas publicações Piteco, O Astronauta no Planeta dos Homens Sorvete e A Caixa da Bondade, lançadas originalmente pela FTD.

O Pequeno Príncipe (formato 20,5 x 27,5 cm, 80 páginas, capa dura, R$ 74,90, Girassol): Livro de criança; livro para adulto também. O maior clássico da literatura infantil mundial adaptado e ilustrado com os personagens de Mauricio de Sousa. O Pequeno Príncipe devolve o mistério da infância e faz renascer os sonhos.

Mauricio - O InícioO Pequeno Príncipe

Fábulas Inesquecíveis (formato 15,5 x 21,9 cm, 240 páginas, capa dura, R$ 59,90, Girassol): Este livro traz 14 fábulas clássicas, representadas pelos personagens da Turma da Mônica. Temas como amizade, generosidade, honestidade e superação ganham um toque especial com a participação de Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão, Chico Bento e companhia.

Coleção Clássicos para Sempre – A Bela e a Fera (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): A jovem Bela fica presa no castelo de uma fera misteriosa. Com um empurrãozinho dos criados encantados, nasce um belo romance entre os dois, que será capaz de quebrar o feitiço lançado sobre o castelo e o príncipe.

Coleção Clássicos para Sempre – As 12 Princesas Dançarinas (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): Os personagens de Mauricio de Sousa interpretam essa inesquecível história da literatura mundial. Doze princesinhas que gostavam muito de dançar são a causa de um mistério no reino. Quem será capaz de desvendar esse enigma?

Coleção Clássicos para Sempre – A Princesa Arrogante (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): Uma princesinha indiscreta, arrogante e sem amigos gerava o receio de todos à sua volta. Ela provocou até a ira do rei, por sua falta de modos. Mas recebeu uma lição que mudou sua vida para sempre. Qual terá sido o fim da temida princesa?

Coleção Clássicos para Sempre – A Princesa e a Ervilha (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): Um príncipe procura uma verdadeira princesa com quem possa se casar. Nessa busca, a sabedoria da rainha, uma ervilha e o destino vão lhe mostrar sua amada.

Coleção Clássicos para Sempre – Alice no País das Maravilhas (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): Em sua viagem pelo louco País das Maravilhas, Alice conhece o Chapeleiro Maluco, a Rainha de Copas e o Coelho Branco – sempre atrasado –, e vive uma aventura que mais parece sonho do que realidade.

Coleção Clássicos para Sempre – Cachinhos Dourados (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): Cachinhos Dourados era uma menina desobediente que sempre saía sem avisar aos pais, até que, em um desses passeios, vai parar na casa de uma família de ursos, onde aprende uma grande lição.

Fábulas InesquecíveisColeção Clássicos para Sempre - A Bela e a Fera

Coleção Clássicos para Sempre – Gulliver (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): Uma aventura com piratas, ação e perigo em alto-mar mistura-se aos sonhos de Gulliver e às amizades que ele fará.

Coleção Clássicos para Sempre – João e o Pé de Feijão (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): Um enorme pé de feijão faz com que os caminhos de um menino, um gigante e uma galinha que bota ovos de ouro se cruzem. As aventuras desse encontro são motivadas pelo desejo de desfazer uma injustiça do passado.

Coleção Clássicos para Sempre – O Flautista de Hamelin (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): Uma flauta encantada, que chega a parecer um castigo ao seu flautista, concede ao jovem um futuro surpreendente e dá aos homens de Hamelin um belo ensinamento.

Coleção Clássicos para Sempre – O Mágico de Oz (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): Doroti e seu cãozinho Totó vão parar no mundo de Oz, onde conhecem o espantalho, o homem de lata e o leão. Juntos, eles se aventuram rumo à cidade das Esmeraldas, para terem seus desejos atendidos pelo mágico de Oz. Mas antes terão de enfrentar a ira da bruxa má do Oeste.

Coleção Clássicos para Sempre – O Sapateiro e os Duendes (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): A generosidade de um casal de sapateiros, que pratica o bem mesmo em um período de dificuldades, atraiu os duendes para ajudá-los. Gentileza gera gentileza! Uma lição de solidariedade para ser ensinada a todos.

Coleção Clássicos para Sempre – Os Três Porquinhos (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): A mamãe porca decide deixar seus filhos partirem para que amadureçam. Mas dois deles não se dão conta da responsabilidade que precisariam ter… Três irmãos porquinhos, um lobo mal-intencionado e uma grande lição compõem essa história.

Coleção Clássicos para Sempre – Pinóquio (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): O adorável boneco de madeira criado por Gepeto vive uma emocionante aventura até tornar-se um menino de verdade. Ao lado do Grilo Falante, ele deverá ser corajoso, honesto e leal para que seu grande desejo se realize.

Coleção Clássicos para Sempre – Romeu e Julieta (formato 19,5 x 26,5 cm, 16 páginas, R$ 9,90, Girassol): De um lado, os Montecchios; do outro, os Capuletos. Famílias rivais que viviam em constante conflito na cidade de Verona, na Itália. Mas bastou um baile e o encontro de Romeu e Julieta para nascer uma linda história de amor entre dois jovens das famílias rivais. Como poderão eles vencer a disputa das famílias e viver seu amor?

Turma da Mônica Jovem – Romances e Aventuras – Sonho de uma Noite de Verão (formato 17,8 x 23 cm, 48 páginas, Girassol): Dois casais de jovens de Atenas, na Grécia, viverão uma noite mágica, cheia de desencontros amorosos e poções mágicas, com direito à participação de um grupo teatral e, principalmente, de Oberon, o rei das fadas, e de seu servo, o diabrete Puck. A vida de Hérmia, Lisandro, Helena e Demétrio nunca mais será a mesma. Neste livro, a famosa história de Sonho de uma Noite de Verão, de William Shakespeare, é interpretada pelos personagens da Turma da Mônica Jovem. Uma releitura moderna, com texto claro e acessível para leitores de todas as idades.

Turma da Mônica Jovem – Romances e Aventuras – A Ilha do Tesouro (formato 17,8 x 23 cm, 48 páginas, Girassol): O clássico A Ilha do Tesouro, de Robert Louis Stevenson, numa releitura moderna e com texto claro e acessível para leitores de todas as idades. E ilustrada pelos personagens da Turma da Mônica Jovem, de Mauricio de Sousa. No livro, a vida do adolescente Jim Hawkins muda totalmente no dia em que um ex-pirata se instala na hospedaria de seu pai. Eles se tornam amigos, mas quando o velho lobo do mar morre, Jim descobre em sua arca o mapa de um tesouro pertencente ao famoso capitão Flint. A caça ao tesouro vai começar. E os problemas também!

A Guerra de Troia em Versos de Cordel (formato 20,5 x 27,5 cm, 64 páginas, Editora Melhoramentos): Nesta nova parceria, Mauricio de Sousa e Fábio Sombra trazem aos leitores a história sobre o cerco a Troia e o combate dos corajosos guerreiros gregos e troianos. Os personagens da Turma da Mônica Jovem fazem o papel dos heróis e heroínas que contam a história em rimas e versos de cordel. Esta série reúne livros com textos em forma de literatura de cordel e os personagens da Turma da Mônica.

Coleção Clássicos para Sempre - As 12 Princesas DançarinasA Guerra de Troia em Versos de Cordel

Coleção Turma da Mônica – Mônica, Dentuça (formato 10 x 20 cm, 24 páginas, R$ 9,90, Editora Online): Mais uma vez, Cebolinha tira a Mônica do sério, e o desenrolar, como sempre, é muito divertido.

Coleção Turma da Mônica – Cebolinha e Floquinho (formato 10 x 20 cm, 24 páginas, R$ 9,90, Editora Online): Cebolinha fica triste porque ninguém percebe que Floquinho é um cachorro e tenta resolver esse problema levando o cãozinho para tosar. O resultado seria satisfatório se não fosse pelo penteado que fizeram em Floquinho.

Coleção Turma da Mônica – Cascão e Capitão Feio (formato 10 x 20 cm, 24 páginas, R$ 9,90, Editora Online): Como todo mundo sabe, Cascão não gosta de tomar banho e, nessa história, Capitão Feio quer sujar o mundo inteiro, e Cascão é seu convidado especial. Mas o garoto vai tentar salvar o mundo de um grande ataque de sujeira.

Coleção Turma da Mônica – Magali e Mingau (formato 10 x 20 cm, 24 páginas, R$ 9,90, Editora Online): Mingau desaparece por uns dias e Magali sofre com seu sumiço. Ela o procura em vários lugares e não consegue encontrá-lo. Mas mal sabia que logo, logo ele apareceria, trazendo uma família toda de gatinhos fofos para sua casa.

Coleção Turma da Mônica – Chico Bento e a Pescaria (formato 10 x 20 cm, 24 páginas, R$ 9,90, Editora Online): Chico Bento, Zé Lelé e Nhô Bento mostram como é bem melhor preservar a natureza e ter cuidado com os rios. De um jeito divertido, eles conseguem transformar muita coisa. E assim desfrutam de uma natureza muito melhor.

Coleção Turma da Mônica – Jotalhão, o Artista (formato 10 x 20 cm, 24 páginas, R$ 9,90, Editora Online): Neste livro é contada a história de Jotalhão, um elefante como outro qualquer, mas com um sonho especial: ser um artista muito famoso. Com isso, ele parte para a cidade grande na busca de realizar seu sonho.

Diversão com Turma da Mônica (formato 37,5 x 27,5 cm, R$ 19,90, Editora Online): Esta edição traz dois livros com jogos divertidos, um para colorir e recortar, e outro com profissões, jogos divertidos e muito mais. Além disso, um CD-ROM com diversas atividades para a brincadeira ficar completa também pelo computador.

Coleção Vem-do-Vídeo Turma da MônicaMônica em O Plano Sangrento (formato 20,5 x 27,5 cm, R$ 24,90, Editora Online): Parece que, desta vez, a Mônica exagerou nas coelhadas… Coitado do Cebolinha! Pobre Cascão! Será que eles ficaram muito machucados? Ou tudo não passa de mais um plano infalível?

Coleção Vem-do-Vídeo Turma da MônicaChico Bento em Na Roça é Diferente (formato 20,5 x 27,5 cm, R$ 24,90, Editora Online): O primo do Chico Bento sai da cidade para passar uns dias na roça. Ele brinca bastante e aprende uma porção de coisas sobre a vida no campo.

Coleção Vem-do-Vídeo Turma da MônicaMônica em Como atravessar a sala (formato 20,5 x 27,5 cm, R$ 24,90, Editora Online): Desta vez, Mônica tomou um delicioso banho, mas esqueceu sua roupa no quarto. Para chegar lá, ela precisa atravessar a sala, onde estão Cebolinha, Cascão e o fofo do Ronaldinho.  E lá vem confusão com os meninos!

Lanterna Curiosa Turma da Mônica (formato 27,5 x 27,5 cm, R$ 69,99, Editora Online): Já imaginou quanta coisa tem no quarto da Mônica, no laboratório do Franjinha, no clubinho dos meninos, na cozinha da Magali e no ateliê da Marina? Então, pegue sua lanterna mágica e descubra uma por uma!

Coleção Vem-do-Vídeo Turma da Mônica - Mônica em Como atravessar a salaCaderno de receitas da Magali

Minhas Orações Turma da Mônica (formatos 11 x 14 cm e 16 x 23 cm, por Pe. Luís Erlin e Mauricio de Sousa, Editora Ave-Maria): O livro apresenta 40 orações ecumênicas, que podem ser rezadas por todos os cristãos. Com essa obra, a criança poderá rezar pelos pais, pela família, pelos amigos, pelos estudos e por diversos momentos da vida.

Turma da Mônica vai ao Círio de Nazaré (formato 20 x 20 cm, 48 páginas, R$ 23,50, Editora Santuário): Dando continuidade à série Turma da Mônica Visita, a Turminha embarca numa viagem para Belém do Pará. Com textos de padre Ferdinando Mancilio, o volume traz referências históricas e culturais sobre o Círio de Nazaré e a devoção à Virgem, com linguagem acessível e ilustrações que reproduzem toda a energia desta festa.

Meu Pequeno Evangelho – Livro de Atividades (formato 20 x 26 cm, 64 páginas, R$ 24,90, Boa Nova Editora): A parceria entre o escritor peruano Luis Hu Rivas e Mauricio de Sousa rende mais um fruto. Depois do livro Meu Pequeno Evangelho, publicado pela Boa Nova Editora em 2014, superar a marca de 50 mil exemplares vendidos em apenas seis meses, a obra ganha uma extensão com brincadeiras e ensinamentos para o público infantil. Mensagens de amor, caridade e humildade acompanham atividades para desenhar, colorir, encontrar objetos no cenário, labirintos, caça-palavras, dentre outros. O livro ainda traz oito máscaras com os personagens da Turma da Mônica e 30 adesivos.

Livro de Colorir Turma da Mônica (formato 21 x 28 cm, 96 páginas, R$ 29,90, Sextante): Mergulhe no universo criado por Mauricio de Sousa. Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e seus amigos aguardam para ganhar vida em mais de 40 ilustrações. Solte sua imaginação e leve ainda mais alegria ao mundo destes personagens.

Livro de Colorir Turma da Mônica Jovem (formato 21 x 30 cm, 96 páginas, R$ 29,90, Sextante): A Turma mais divertida dos quadrinhos cresceu e conquistou o coração de milhões de leitores. Desenhados em estilo mangá, Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e companhia tornam seu mundo ainda mais colorido e cheio de charme. É só mergulhar nesse clima de romance e fantasia e usar a imaginação para criar uma versão pessoal de seus personagens favoritos.

Livro de Colorir Tina (formato 21 x 28 cm, 64 páginas, R$ 24,90, Sextante): Linda, moderna e descolada, Tina é uma estudante de jornalismo que está sempre em busca de novas aventuras. Agora você pode dar seu toque pessoal para tornar essa gata cada vez mais estilosa. Use todo o seu talento, abuse das cores e deixe o mundo de Tina ainda mais alegre e divertido.

Caderno de receitas da Magali (formato 19,5 x 25 cm, 120 páginas, Senac): As receitas deste livro foram preparadas pela chef Mônica Rangel para que o público se sinta como a Magali: com muito apetite! Em cada uma delas, há um toque de gostosura para recordar as sensações da infância. Convide as crianças para ajudar na preparação dessas guloseimas e, principalmente, para se deliciar com elas. Embarque nesta história que não está no gibi: você e sua família são os convidados de honra da Magali!

(Fonte: Universo HQ)

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Burroughs, da Veneta, leva para os quadrinhos a história do escritor norte-americano

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Atormentado, genial, visionário, paranoico, viciado, herói. Um dos principais nomes da literatura beatnik, William S. Burroughs (1914-1997) foi também um dos escritores mais intrigantes e perturbadores do século 20, autor de livros como Almoço Nu e Junkie, dentre vários outros.

Na história em quadrinhos Burroughs (128 páginas, R$ 39,90), João Pinheiro mergulha no universo particular do autor e transforma sua biografia, pensamentos e alucinações em um enredo de suspense, um romance policial com revoluções e alienígenas, no qual o humor se mistura com o terror.

Do tiro acidental que tirou a vida de sua mulher Joan Vollmer ao submundo das drogas e, finalmente, a redenção na literatura, o livro dá conta de toda a complexidade da personalidade e da obra do escritor.

Nesta quinta-feira,  10 de setembro, a partir das 18h30min, a editora Veneta promoverá o lançamento de Burroughs na Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915, São Paulo/SP). O evento terá projeção de trechos de filmes baseados nas obras do escritor e bate-papo com João Pinheiro e o escritor e poeta Claudio Willer, um dos maiores especialistas em literatura beat do Brasil.

(Fonte: universo HQ)

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Frankfurt divulga destaques do Business Club

Arnaud Nourry, presidente da Hachette Livre, é um dos destaques do Business Club

Arnaud Nourry, presidente da Hachette Livre, é um dos destaques do Business Club

Área VIP da Feira do Livro de Frankfurt terá CEO Talk com Arnaud Nourry, presidente e CEO da Hachette Livre

O Business Club (BC), a área VIP da Feira do Livro de Frankfurt (14 a 18/10) divulgou essa semana dois destaques da sua programação. Na quarta-feira (14), sobe ao palco do BC Arnaud, presidente de CEO da Hachette Livre. A discussão terá enfoque nas transformações do mercado global de livros e acontece na Sala Dimension, do Hall 4.2. Na quinta-feira (15), será a vez do autor best-seller Ken Follet ser o centro das atenções do BC. Em sua participação, ele deverá falar sobre a adaptação que o seu livro The pillars of the Earth ganhou para os vídeos games.

Na quarta, Nourry será entrevistado durante 60 minutos por representantes da Livres Hebdo, Bookdao, The Bookseller, buchreport,PublishNews e Publishers Weekly. Entre os temas que serão abordados, estão a evolução da Hachette nos últimos anos, a transformação digital do negócio do livro, as oportunidades e desafios para mercados emergentes e a estratégia do grupo que ele representa no cenário global. Aos 54 anos, Nourry é presidente do grupo desde 2003. Desde então, lidera a expansão internacional da Hachette (atualmente a editora é líder na França, Reino Unido, Espanha e nos EUA). Em 2007, encabeçou a iniciativa de comprar a Time Warner Books (agora Hachette Book Group USA), em 2007.

Ao todo, o Business Club deverá receber 150 experts de 13 países para falar sobre as tendências no mercado internacional do livro. “Nossos convidados são players-chave nos principais mercados e setores do mundo. Eles não vão apenas apresentar as últimas tendências da indústria, mas, em muitos casos, eles mesmos iniciaram essas tendências”, disse Holger Volland, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Feira de Frankfurt.

Para saber mais sobre o Business Club e comprar seu ingresso, clique aqui.

(Fonte: Publish News)

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Profissão cronista: Antonio Prata e Gregorio Duvivier debatem gênero literário na Bienal

Gregorio Duvivier e Antonio Prata

Gregorio Duvivier e Antonio Prata

Escritores reivindicaram a importância das crônicas

Impulsionados pela amplificação de seus textos nas redes sociais, Antonio Prata e Gregorio Duvivier estiveram na Bienal Internacional do Livro nesta quarta-feira para reivindicar a importância da crônica, gênero literário por vezes tido como menor diante dos outros. Os autores discutiram métodos de escrita, engajamento ideológico e humor na mesa “Sociedade, política e criação literária”.

A conversa, mediada por Simone Magno, foi realizada no espaço jovem Cubovoxes. Autor de dez livros, o mais recente deles “Nu, de botas” (Companhia das Letras), Prata fez questão de demarcar as fronteiras entre realidade e ficção naquilo que escreve. Mesmo que seja personagem das próprias crônicas, e inclua nelas parentes e amigos, ele defende que tudo aquilo que publica semanalmente na imprensa faz parte do território da fantasia.

— Tudo é inventado, mesmo que seja baseado em coisas que realmente aconteceram comigo — disse, usando um bem-humorado exemplo recente. — Quando meu filho nasceu, ele tinha a cara do avô (o também escritor Mário Prata). Ele parecia o meu pai aos 68 anos, com expressão de bravo! Escrevi uma crônica como se ficasse incomodado com isso. No texto, eu me sentia dando banho no meu pai, vendo ele mamar na minha mulher.

Da audiência jovem, ouviram perguntas inusitadas, como quando uma menina quis saber se Duvivier tinha aspirações eleitorais. Outra, perguntou se eles desejavam se tornar clássicos da literatura brasileira. Prontamente, eles negaram as duas opções.

— Um texto meu caiu num vestibular da UERJ e as perguntas eram dificílimas. Fiquei feliz, até porque nunca consegui ser aprovado pela UERJ — brincou Duvivier, sobre o fato de ser estudado em colégios. — Um dos grandes baratos da crônica é que ela pode ser utilizada em escolas porque tem um tamanho pequeno.

Prata, por sua vez, preferiu dar uma abordagem mais materialista ao tema:

— Em vez de virar clássico, prefiro virar velho. Assim como o (diretor americano) Woody Allen, não quero atingir a imortalidade através da minha obra. Quero atingi-la não morrendo. Parece falsa humildade, mas não tenho o menor interesse em saber o que vai acontecer um segundo depois da minha morte — disse ele, que é um dos roteiristas da novela “A regra do jogo”.

Engajados na defesa de pautas progressistas, os dois rejeitaram o alinhamento automático a ideologias. Embora admitiam ter ideias parecidas com as da esquerda, criticaram alguns de seus dogmas. No momento em que o país vive a exacerbação das diferenças, defenderam a estratégia de conciliação.

Prata, que escreve na “Folha de S.Paulo”, disse que procura convencer aqueles de quem discorda. Já Duvivier, autor de “Put some farofa” (Companhia das Letras), explicou que tenta ir contra o consenso em sua coluna no mesmo jornal.

— Quando vejo uma multidão enfurecida gritando contra algo, é tentador ir contra ela. Em geral, a turba sempre quer medidas extremas. Você nunca verá pessoas raivosas nas ruas gritando palavras de ordem como “Mais bom senso!” — riu ele, que aproveitou para criticar o conservadorismo: – Alguns intelectuais de direita não percebem que estão alinhados aos setores mais ignorantes da população.

Em alguns momentos, o debate precisou ser interrompido por conta do alto barulho em volta do espaço no Pavilhão Verde, criado este ano pela Bienal. Com uma estrutura simples, feita de barras de aço e tecido, o lugar de debate fica vulnerável ao burburinho externo e, principalmente, ao alto-falante do evento. Depois de ser interrompido repetidas vezes pelo narrador, que anunciava uma criança perdida, Duvivier exclamou:— Alguém, por favor, encontra essa criança (risos)! Estou me sentindo dentro de um aquário que fica dentro de um aeroporto com um Boeing decolando.

O sétimo dia da Bienal também teve uma sessão com a autora de livros juvenis Carina Rissi. A escritora dos títulos “Perdida”, “Encontrada”, “Procura-se um marido” e “No mundo da Luna”, todos publicados pela editora Verus, conversou com seus leitores na Conexão Jovem, no Auditório Madureira.

(Fonte: O Globo)

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Com ‘Te Vendo Um Cachorro’, Juan Pablo Villalobos completa trilogia em que ironiza os problemas do país

Autor. O absurdo é, para ele, estratégia para ridicularizar o poder

Autor. O absurdo é, para ele, estratégia para ridicularizar o poder

Humor corrosivo dá o tom do novo livro do mexicano

Herdeiro do temperamento artístico do pai, Teo, de 78 anos, muda-se para um prédio decadente, povoado de baratas e onde vivem apenas aposentados como ele. Apesar de recebido como um escritor, ele, que jamais teve a intenção de lançar um livro, mata o tempo entre torrar um pecúlio com cervejas e fugir das tertúlias literárias, promovidas pelos anciãos.

Velhice, literatura, juventude, problemas sociais, todos são temas que pipocam em Te Vendo Um Cachorro (Companhia das Letras), terceiro romance do mexicano Juan Pablo Villalobos, que será lançado nesta quinta, 10, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Como de hábito, o humor corrosivo dá o tom, conseguindo o raro efeito de provocar gargalhadas seguidas por um sentimento de culpa. E Villalobos é craque em provocar contradições.Com o livro, o autor completa sua trilogia crítica sobre o México, completada por Festa no Covil e Se Vivêssemos em Um Lugar Normal, em que também o recurso da farsa não deixa pedra sobre pedra, como observou o jornal El País. Villalobos já morou em Campinas e hoje vive em Barcelona. Esse olhar distante certamente lapida uma narrativa que beira o tragicômico em grau exponencial, a ponto de transformar o caos em joia da narrativa. Por e-mail, ele respondeu às seguintes questões.

Por que gosta de tratar de temas sérios de forma sarcástica?

Tenho uma atitude diante da literatura, quase ideológica, que poderia se resumir numa frase de Adorno: “A arte avançada escreve a comédia do trágico”. Essa frase inspira, até hoje, toda minha atividade literária. O que me interessa é a convergência entre o sublime e o jogo, a irreverência contra uma ideia solene da literatura, as posições antiartísticas. Te Vendo Um Cachorro é meu romance mais ambicioso: nele tento percorrer 80 anos da história da arte e da política do México numa comédia que fala de memória, sexo, revolução e morte.

Desaparecidos não buscados pela polícia, fato normal para a sociedade, também despontam como tema da novela, certo?

Os grandes temas do romance são a memória e o esquecimento. No começo, eu queria contar a história de um artista esquecido, um pintor que nasceu em minha cidadezinha e que morreu abandonado na rua, em 1960. A pergunta que me obcecava era: como é que alguns artistas são marginalizados e outros viram estátuas num parque, nome de rua, tema da enciclopédia? Como, desde o poder, se estabelece um cânone, uma regra com a qual vão ser cinzeladas as páginas da história? Na escrita do romance, acabei encontrando um paralelismo entre esses esquecidos da história da arte e da literatura e os nossos milhares de desaparecidos: os da guerra suja de 1968, os corpos insepultos do terremoto de 1985, as pessoas que sumiram na guerra contra as drogas nos últimos anos. O maior ato de patriotismo e cidadania que um mexicano pode ter hoje, o maior ato de rebelião, é fazer memória, não parar de lembrar, se negar a esquecer.

Adorno é lembrado por sua teoria estética sobre a infantilização da arte, e o exemplo vivo está no grupo de velhos que se reúne para ler em tertúlias?

O protagonista do romance é Teo, um velho de 78 anos que queria ser pintor e acabou sendo taqueiro, vendedor de tacos numa barraquinha. Teo usa a Teoria Estética de Adorno como arma para se defender no cotidiano. Se uma operadora de telemarketing liga para oferecer um novo plano de celular, por exemplo, ele responde com frases críticas de Adorno. Há uma brincadeira no romance sobre o livro como objeto, como arma física com a qual é possível, entre outras coisas, matar baratas. Além de Teo, estão Juliette, uma quitandeira revolucionária que só vende tomates estragados, e Francesca, líder de uma tertúlia literária. Juntos formam um triângulo sexual que, como digo no romance, “teria arrepiado a barba do próprio Freud”. O romance acontece num prédio onde só moram velhos que tentam ocupar seus dias com atividades recreativas, como se a aposentadoria fosse um segundo jardim de infância.

Aliás, ao grupo de velhos se contrapõem os jovens Mao, Dorotea e Willem, que aparecem de forma mais caricata que os demais, no romance. Por quê?

Os jovens são militantes, como deve ser: Mao, um estudante que mora num acampamento de greve na universidade, é militante da insurreição; Dorotea, inspirada na heroína de Cervantes, no Quixote, do idealismo; Willem, um mórmon de Utah, da religião. Os três são, de diferentes maneiras, inocentes, ingênuos. No romance, há uma pergunta que me interessa: por que os jovens são os que têm que “fazer a revolução”? Quer dizer, por que acreditamos que só a juventude é o momento de militar na esperança de um mundo melhor? Os jovens têm tudo a perder, têm uma vida pela frente. E são inexperientes. Mas os jovens do romance também se contrapõem ao cinismo e desencantamento de Teo, eles vão entrar na vida dele para abrir as janelas e deixar entrar ar.

O uso do absurdo é, de fato, o modo mais eficaz de tratar determinados assuntos espinhosos?

Às vezes, acho que os ficcionistas mexicanos estão em uma concorrência contra a realidade, uma concorrência, de fato, desleal, em que sempre vamos perder. Quem poderia ter imaginado todas as desgraças que aconteceram no México nos últimos 15 anos? Nem a imaginação mais desaforada conseguiria se aproximar da realidade. É como se o roteirista da história recente de México fosse um escritor numa viagem de ácido, uma bad trip para ser exato. O absurdo, para mim, é uma estratégia para ridicularizar as figuras do poder, sejam políticas, criminosas ou até literárias. Nosso país está cheio de estátuas, de personagens intocáveis: o presidente, os caciques, os líderes dos cartéis, os grandes empresários… Eu quero ser a pomba que caga na estátua.

TE VENDO UM CACHORRO

Autor: Juan Pablo Villalobos

Tradução: Sérgio Molina

Editora: Companhia das Letras (248 págs., R$ 44,90 papel, R$ 30,90 e-book)

Lançamento Livraria Cultura. Av. Paulista, 2.073. Tel. 3170-4033. Às 19 h

(Fonte: O Estadão)

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Richard E. Grant, de Girls, deve atuar na próxima temporada de Game of Thrones

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Novos capítulos da série vão ar no primeiro semestre de 2016

O ator Richard E. Grant, das séries Girls, Downton Abbey e Doctor Who e de Drácula de Bram Stoker, entre outros filmes, dever reforçar o elenco de Game of Thrones em sua sexta temporada.

A informação é do The Hollywood Reporter, segundo quem, ainda não existem detalhes do papel que será vivido por Grant no épico. O site da revista norte-americana cita Freddie Stroma (Harry Potter), Max von Sydow (Ilha do Medo) e Ian McShane ( Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas) como outros intérpretes já confirmados nos próximos capítulos de Game of Thrones.

Já o site da revista Vulture revelou que Pilou Asbæk (Lucy) foi escolhido para interpretar o personagem Euron Greyjoy na próxima temporada. Ele teria sido visto em gravações da produção na Irlanda do Norte.

Euron é o tio de Theon e Yara Greyjoy. Ele é conhecido por ser um pirata prepotente, com um tapa-olho e pouca paciência, nos livros da saga As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R.R. Martin, que serve como base para a série da HBO.

A sexta temporada de Game of Thrones chega às telinhas no começo de 2016 e a produção já foi renovada até 2018. Martin, que está escrevendo o sexto livro da saga, revelou recentemente ter alguns planos em mente para o fim da trama: “Já disse anteriormente que o tipo de final que estou procurando é agridoce.”

(Fonte: Rolling Stone)

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