Arquivos mensais: fevereiro 2015

Senado começar a discutir Lei do Preço Fixo

senado

A senadora Fátima Bezerra (PT/RN) apresentou, na última quarta-feira (25), o Projeto de Lei 49/2015 que propõe uma regulação de preços de livros no Brasil, criando uma política nacional de fixação do preço do livro, estabelecendo regras para a comercialização e difusão do livro. Pela proposta, o preço definido pela editora deverá ser praticado por todos os varejistas pelo prazo de um ano a partir do seu lançamento ou importação e será proibido a venda por preços inferiores ao estabelecido. A senadora disse ao PublishNews na manhã desta sexta-feira (27) que está empenhada em aprovar a lei e que pretende envolver todos os segmentos da cadeia produtiva do livro em um grande debate. “Pretendo realizar um seminário no Senado e trazer representantes de países onde a lei está em curso para contribuir com o debate”, adiantou a senadora. “O que me move ao tomar essa iniciativa é o desejo de contribuir com o acesso do livro e da leitura no país. O acesso à leitura no país hoje é muito frágil. Qualquer iniciativa que venha na direção de contribuir com o acesso à leitura é uma iniciativa bem-vinda”, defendeu.  O objetivo da lei, segundo está na íntegra do projeto, que pode ser acessada aqui, é garantir que a oferta de livros seja acessível ao grande público, além de proteger a pluralidade de pontos de vendas e garantir a igualdade de condições aos empreendedores livreiros. A iniciativa da senadora está em consonância com a bandeira defendida pela Associação Nacional das Livrarias (ANL). Edinilson Xavier, presidente da ANL até o próximo dia 17, quando será eleito o novo dirigente, defende que o projeto não é uma lei de tabelamento de preços. “O que a gente quer é que as livrarias não sejam excluídas do processo de formação de leitores. A lei não é para tabelar preços. Vem para disciplinar a lógica de um mercado. Queremos estabelecer regras e o principal argumento da regulamentação do mercado é fazer com que, em qualquer lugar do Brasil, tenha uma livraria. Queremos estimular os empreendedores a perceber que a livraria pode ser um bom negócio”, disse ao PublishNews. Xavier diz que o trabalho agora será na conscientização da sociedade sobre os benefícios que a lei pode trazer para o Brasil.

 

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Homenagem a Dante e ao ‘Charlie’ marca início da editora Nós

1

MERCADO
Homenagem a Dante e ao ‘Charlie’ marcam início da editora Nós

A Editora Nós, de Simone Paulino, ex-Dsop, faz sua estreia em março com três lançamentos interessantes – e já internacionais. Eu Sou Favela, o primeiro, será lançado dia 21, no Salão do Livro de Paris, que homenageia o Brasil. Trata-se da versão em português de Je Suis Favela, com textos de nove autores – como Ferréz e João Anzanello Carrascoza. O segundo, Apocalipse Nau, será apresentado dia 28, na Primavera Literária Brasileira, na Sorbonne, com debate entre Eloar Guazzelli, o autor, e um cartunista do Charlie Hebdo. No livro (acima), que tem o formato de um moleskine, o autor retrata o impacto que o ataque à publicação satírica teve sobre ele. O terceiro será A Divina Jogada, com texto de José Santos e desenho também de Guazzelli. O lançamento marca os 750 anos de Dante Alighieri e ações estão previstas para a Feira de Bolonha.

(Fonte: O Estadão)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Guerra e Paz | Adaptação à TV do livro de Liev Tolstói terá Gillian Anderson e Jim Broadbent no elenco

guerra_e_paz

Paul Dano protagonizará a minissérie de seis episódios

War and Peace , minissérie da BBC  e a Weinstein Co que adapta Guerra e Paz, o clássico de Liev Tolstói, terá Gillian Anderson ( Arquivo X ) e Jim Broadbent ( Harry Potter e o Enigma do Príncipe ) em seu elenco. As informações são do Hollywood Reporter.

Anderson será Anna Pavlovna, enquanto Broadbent dará vida ao Príncipe Bolkonsky.   Paul Dano ( 12 Anos de Escravidão ), Lily James ( Downton Abbey ) e James Norton (Happy Valley) serão os protagonistas.

Dano será o protagonista  Pierre Bezukhov, James viverá Natasha Rostova e Norton será o príncipe Andrei Bolkonsky. Também estão no elenco Stephen ReaAde EdmonsonGreta ScacchiJack LowdenTom Burke, Rebecca FrontKenneth CranhamAneurin BarnardTuppence MiddletonCallum TurnerBrian Cox, Ken Stott Aisling Loftus.

As filmagens começaram em janeiro, na Rússia, e passará por  Lituânia e Letônia. Ainda não há previsão de estreia da minissérie.

(Fonte: Omelete)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Selo Dose Única lança a HQ independente Metaprograma

meta_programa

Insulina Comics é um grupo de quadrinhistas independentes formato em 2014, a partir de um curso de edição de histórias em quadrinhos na Quanta Academia de Artes.

Eles criaram um selo chamado Dose Única, cujo objetivo é produzir HQs curtas.

O primeiro resultado desse selo é a HQ Metaprograma (R$ 8,00), que se passa num futuro próximo, no qual alguns conceitos de inteligência‎ artificial básicos estão se tornando comuns, ao ponto de qualquer jovem ter acesso a um código “open source” de IA com capacidades mais simples, como, por exemplo, cérebros de pequenos animais.

Um adolescente estuda em suas horas vagas uma forma de elevar essa IA a um nível de conhecimento humano, tentando criar uma espécie de amigo virtual.

A HQ tem roteiro de Rafael Delboni, desenhos de André Oide e Erick Souza e edição de Luiz Felipe Valsani e Roger Lagone Leal.

Interessados podem entrar em contato pelo e-mail insulina.compras@gmail.com. O título também está à venda na Comix Book Shop.

(Fonte: universo HQ)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Empresa faz conversão de e-books sem custos iniciais para editoras

untitled-12

Digitaliza Brasil aposta na parceria com editoras para fazer o mercado do livro digital crescer no Brasil

Em atividade desde 2013, a Digitaliza Brasil acaba de remodelar o seu negócio. A empresa, especializada em conversão e distribuição digital de livros, está abrindo às editoras a possibilidade de converter seus livros para o digital sem nenhum custo inicial. A proposta é fazer a conversão, organizar os metadados e começar a distribuição sem que as editoras coloquem a mão no bolso. A remuneração pela conversão é descontada quando o livro for vendido. Uma vez que os custos da conversão tenham sido cobertos, a empresa passa a fazer a ser remunerada apenas pela distribuição.
Para Igdal Parnes, sócio-fundador da empresa, é uma forma de aumentar o número de editoras brasileiras no mundo digital. “Se a gente não for parceiro das editoras, o mercado de e-books não vai decolar no Brasil. Nesse modelo, as editoras entram no mundo digital sem colocar um tostão no negócio”, comentou Igdal que deixou a direção geral da Campus em 2012 e montou a Digitaliza. A empresa, que segundo Igdal tem pouco mais de 30 editoras na cartela de clientes, faz a distribuição digital para as maiores plataformas de vendas de e-books: Amazon, Apple, Google, Saraiva, Cultura e Barnes&Noble. “A nossa filosofia é passar a maior porcentagem de receitas para as editoras. É uma maneira de mostrar para o mercado que a gente está junto com as editoras”, disse. Nesse modelo recém lançado, a Digitaliza diz que já está convertendo cerca de 500 livros e a expectativa é que esse número chegue a seis mil até o fim do ano. “Temos capacidade para isso”, bate no peito.
Sobre a chegada da BookWire ao mercado brasileiro (leia matéria sobre isso clicando aqui), Igdal diz estar confiante no potencial da Digitaliza. “Acredito que o mercado brasileiro é ainda muito pequeno, mas torço para que tenha espaço para todos”, disse ao PublishNews. Atualmente, no Brasil, há, além da Digitaliza e da BookWire, outros três players: Xeriph, DLD e Acaiaca. Contatos com a Digitaliza podem ser feitos pelo e-mail igdal@digitalizabrasil.com.br.
(Fonte: Publish News)

 

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Pela primeira vez em seis anos, livros de Tolkien saem da lista dos mais lidos por jovens britânicos

O escritor J.R.R. Tolkien

O escritor J.R.R. Tolkien

Obras de Suzanne Collins e Veronica Roth passaram a ocupar o ranking da ‘What kids are reading’

Os livros de J.R.R. Tolkien não estão mais entre os mais lidos por crianças e adolescentes britânicos, revelou o relatório da organização “What kids are reading” (o que as crianças estão lendo, em tradução livre). Esta é a primeira vez em seis anos que o nome do autor de “O Senhor dos Anéis” e “O hobbit” não aparece na lista das obras mais populares entre os jovens leitores do Reino Unido.

Desde que a pesquisa começou a ser feita, os livros de Tolkien ficavam pelo menos no top 10. No lugar, aparecem no ranking romances como “A culpa é das estrelas”, de John Green, e as ficções científicas distópicas “Jogos Vorazes”, de Suzanne Collins, e “Divergente”, de Veronica Roth. Outra autora que se tornou popular foi Cassandra Clare, com a sua série “Os intrumentos mortais”.

Segundo um porta-voz da “What kids are reading”, os filmes de Peter Jackson baseados na trilogia “O Senhor dos Anéis” popularizaram a série entre estudantes do ensino médio no passado. Ainda segundo o porta-voz, é possível que a nova franquia cinematográfica “O hobbit” volte a impulsionar o nome de Tolkien para o top 20, mas ainda é cedo para se ter certeza.

O relatório da “What kids are reading” é produzido após a análise dos hábitos de leitura de meio milhão de crianças em mais de 2,7 mil escolas do Reino Unido.

(Fonte: O Globo)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Livro faz análise atenta da carreira literária de Philip Roth

Philip Roth em 1964

Philip Roth

Escritora americana Claudia Roth Pierpont tem agora publicado no Brasil a biografia crítica ‘Roth Libertado – O Escritor e seus Livros’

“Ela estava tão profundamente entranhada em minha consciência”, diz Alexander Portnoy, “que, no primeiro ano da escola, eu tinha a impressão de que todas as professoras eram minha mãe disfarçada”. É assim que começa O Complexo de Portnoy, romance que Philip Roth publicou em fevereiro de 1969 – então seu quarto livro, as 200 páginas que o lançaram, para sempre, ao coração de leitores, às listas de melhores autores do século, à boca e à caneta dos críticos e às rodas de discussão mais apaixonadas quando o assunto é religião, sexo e literatura.

É a história deste e dos outros 30 livros que Roth publicou entre 1959 e 2010 que Claudia Roth Pierpont, escritora da revista The New Yorker, conta em Roth Libertado – O Escritor e Seus Livros, livro de 2013 que a Companhia das Letras lança por aqui.

Pierpont analisa com um misto de afeto e distanciamento crítico cada obra desde Adeus, Columbus – que um jovem Roth lançou aos 27 anos para ganhar o National Book Award – até Nêmesis, comovente história sobre uma epidemia fictícia de pólio, em 2010, relacionando a produção dos livros a aspectos da vida do autor, pinçando trechos das principais críticas, citando outras obras e, especialmente, dando aspas do escritor, retiradas de conversas e entrevistas com Roth que a autora fez para a produção de Roth Libertado.

“Ele escreveu 31 livros, e uma das coisas que considero extraordinárias é quantos deles são de primeira grandeza”, afirma Pierpont ao Estado, por telefone, de Nova York. “Um grande escritor tem geralmente dois ou três livros que são maravilhosos, mas com Philip Roth, você pergunta para seis ou sete pessoas qual seu livro favorito, e as respostas são todas diferentes.”

Ela tem razão: além das investidas arrojadas de um jovem escritor ainda em formação, como Adeus, Columbus e Portnoy, a produção de Roth entre os anos 1980 e 2000 é um verdadeiro compilado de “obras-primas”, nas palavras de Pierpont: O Avesso da Vida, Operação Shylock, A Marca Humana, e muito especialmente, O Teatro de Sabbath e Pastoral Americana.

Mas como um leitor reage, em 2015, a um livro engraçado e pornográfico (docemente pornográfico), publicado há 46 anos, como O Complexo de Portnoy? “É porque nós vivemos em culturas em que muitas pessoas são outsiders, excluídas, isso cria empatia”, explica Pierpont, comentando que boa parte da trama trata de um garoto de 14 anos descobrindo a sexualidade, vetor universal. “Além disso, é tão divertido”, ri – o fato de ele começar um dos capítulos de Portnoy chamado Melancolia Judaica com uma frase como “Quando eu tinha 9 anos, um dos meus testículos se cansou de viver dentro do escroto e resolveu migrar para o norte” pode dar uma ideia da situação.

Apesar da amizade com Roth, Pierpont, professora de jornalismo criativo em Columbia, Ph.D. em história da arte, critica duramente livros que ela considera menores na carreira de Roth, como Casei Com Um Comunista (“creio não haver outro livro de Roth em que as vozes sejam mais tênues ou menos cativantes”) ou The Great American Novel (“para muitos parece uma estonteante barafunda”).

Outros aspectos do livro merecem destaque: a autora traça uma estreita relação entre a produção literária e a vida amorosa do escritor (com Margaret Williams, que o enganou com um teste falso de gravidez, e Claire Bloom, cujo livro de memórias é uma espécie de banquete para as feministas críticas ao autor).

Um capítulo é dedicado ao período nos anos 1970 em que Roth empreende viagens a Europa, especialmente Praga, onde conhece escritores como Milan Kundera e Ivan Klíma, que ele passa a admirar e publica nos EUA em uma série chamada Escritores de Outra Europa. “Significou muito para ele, foi logo após Portnoy, fase em que ele tentava afastar uma estreiteza da sua obra – queria encontrar mais significado na vida, e foi lá que ele encontrou”, explica Pierpont.

No último capítulo, a autora conta histórias sobre o livro. Um dos trechos diz: “Roth tem sofrido muita dor nas costas nos últimos anos e deve se submeter a uma grande cirurgia. (…) especulo que, quando se recuperar, estiver livre de dor e retornar a Connecticut, talvez ainda escreva mais um romance. Ele suspira e acrescenta: ‘Espero que não’”. O resto do mundo espera que sim.

Momentos importantes na carreira de Philip Roth

   1 – 1960 – ‘Adeus, Columbus’ leva o National Book Award

   2 – 1969 – Mais de 400 mil ‘Portnoy’ são vendidos nos EUA e o livro vira um clássico

   3 – 1979 – Nathan Zuckerman narra seu 1º romance, ‘O Escritor Fantasma’

   4 – 1998 – ’Pastoral Americana’ ganha o Pulitzer

   5 – 2010 – Com ‘Nêmesis’, Roth se aposenta

ROTH LIBERTADO

Autora: Claudia Roth Pierpont

Tradutor: Carlos Malferrari

Editora: Companhia das Letras (480 págs., R$ 52,90)

(Fonte: O Estadão)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Exposição As Novas Caras da Quanta tem abertura neste sábado

quanta_novas_caras

No final de 2014 e início de 2015, artistas se juntaram à Quanta Academia de Artes como professores.

Com a intenção de mostrar a diversidade de estilos e arte desses artistas, a escola decidiu abrir uma mostra exclusiva, que será inaugurada no próximo sábado, 28 de fevereiro.

As artes de Daniel Rossini, PriWI, Psonha Camacho, Carlos Bizarro, Rafael Nunes, Elton Padeti, Alex Cói e Issao Bazolli estarão expostas e mostrarão diversos estilos e personalidades gráficas.

 Todos os artistas, além de professores, atuam no mercado em diversas áreas, desde a ilustração até a animação.

A exposição As Novas Caras da Quanta estará aberta de 28 de fevereiro a 2 de março, na Rua Doutor José de Queiros Aranha, 246, São Paulo/SP – próximo à estação de metrô Ana Rosa.

(Fonte: Universo HQ)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Gibiteca de Santos realiza bate papo sobre o ProAC

lamina-proac-400x180

A Gibiteca Marcel Rodrigues Paes (Posto 5, Santos/SP) realizará, na tarde do próximo dia 28 de fevereiro, um bate-papo sobre o ProAC – Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo.

O encontro esclarecerá dúvidas de quem deseja apresentar projetos para esse programa, principalmente em quadrinhos e artes gráficas. A diretora do centro de editais do ProAC, Antonieta Jorge Dertkigil, conduzirá a conversa, que acontecerá a partir das 17h, no MISS – Museu da Imagem e do Som de Santos.

Três autores/ilustradores já contemplados no ProAC também participarão: Sergio Ribeiro Lemos, o Seri (Bichos, homens e deuses) Gilmar Machado (Caroço no angu e Complexos de um parafuso solto) e Luiz Carlos Fernandes (Página virada).

Atualmente, a Gibiteca passa por reformas e, por conta disso, sua programação acontece em outros locais. O MISS fica na avenida Pinheiro Machado, 48, dentro do Centro Cultural Patrícia Galvão. O encontro terá entrada gratuita.

(Fonte: Universo HQ)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Sete autores autografam suas obras na Monkix Comics Shop, em São Paulo

monkix_evento

No próximo sábado, 28 de fevereiro, cinco títulos dos quadrinhos nacionais e seus autores estarão na Monkix Comic Shop (Rua Harmonia, 150, loja 3, Vila Madalena, São Paulo/SP) para uma tarde de autógrafos, das 16h às 22h30min.

Daniel Esteves e Alex Rodrigues autografam a revista São Paulo dos Mortos Vol. 2. A série conta histórias de zumbis ambientadas em São Paulo.

Will Sideralman e Sam Hart autografam a revista 2 x 10. O título comemora os dez anos de Sam e Will nas HQs, trazendo duas histórias que são apresentações de projetos futuros.

Mario Cau autografa Morphine, uma HQ sobre amizade, inadequação, paixões perdidas e desencontros. Um drama cotidiano, urbano e melancólico que vai levar cinco amigos de “vinte e poucos anos” a questionar as consequências de suas ações ou da falta delas.

Ana Carolina Recalde Gomes autografa Beladona, HQ de terror que se passa em dois mundos, um do Rio de Janeiro e outro dos pesadelos.

E Omar Viñole autografa a revista do Coelho Nero # 2. O mal-humorado, ranzinza, de temperamento ácido e crítico Coelho Nero ganha sua segunda coletânea impressa.

(Fonte: Universo HQ)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button