Arquivos mensais: fevereiro 2014

Cópias de “Mein Kampf” assinadas por Hitler vão a leilão

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Cópias do livro-manifesto “Mein Kampf” (Minha Luta), do líder nazista alemão Adolf Hitler, assinadas por ele, irão a leilão nesta quinta-feira em Los Angeles, informou a casa de leilões Nate D. Sanders.
As cópias autografadas da obra de dois volumes recheada de antissemitismo estão inscritas como presente de Natal para Josef Bauer, um oficial nas forças paramilitares alemãs SS durante a Segunda Guerra Mundial e participante do fracassado golpe de Hitler em Munique, em 1923.
As ofertas no leilão on-line para os livros começam com 20.000 dólares e a expectativa é de que cheguem a 25.000 na sua conclusão, por volta de 22h desta quinta-feira em Los Angeles (0h no horário de Brasília), disseram os leiloeiros.
Os livros de Bauer arrecadaram 25.000 dólares numa venda na casa de leilões Bonhams em Londres, em 2012.
Nos dois volumes, Hitler apresenta sua visão de uma Alemanha reerguida depois da Primeira Guerra Mundial, bem como sua ideologia política racista do Nacional Socialismo.
Nate D. Sanders, que é judeu, disse que a casa de leilões não se recusa a vender objetos ligados a algumas das figuras mais desprezíveis da história.
“Acho que é bem hediondo”, disse Sanders, “mas é um item de leilão, é um objeto de lembrança, uma peça de memorabilia, e uma peça da história”.
Ao contrário de insígnias nazistas, e também alguns filmes e canções nazistas, “Mein Kampf” não está banido na Alemanha. Seus direitos de reprodução em alemão pertencem ao Estado da Baviera desde o fim da Segunda Guerra Mundial, que proíbe sua impressão e venda.

(Fonte: Portal Terra)

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Antologia de Paulo Rónai e Aurélio Buarque de Holanda ganha nova edição

Paulo Rónai em sua biblioteca, em 1965

Paulo Rónai em sua biblioteca, em 1965

No movimento de retomada da obra de Paulo Rónai, iniciada há dois anos, mais uma importante publicação do intelectual húngaro que fez carreira no Brasil volta às livrarias, depois de mais de uma década fora de catálogo. “Mar de histórias”, antologia em dez volumes de contos do mundo inteiro, organizada a quatro mãos com Aurélio Buarque de Holanda, acaba de ser relançada pela Nova Fronteira.
O projeto da dupla de intelectuais começou em 1943, na editora José Olympio, e só foi concluído em 1986, já na Nova Fronteira. Ou seja, foram 43 anos de trabalho na antologia, que reúne dois mil anos de história literária.
coleção reúne 245 textos
Ao todo, são 3.544 páginas, com textos de 188 escritores, além de 15 autores anônimos. A coleção traz 245 contos, que começam na Antiguidade e vão até o período posterior à Primeira Guerra. Todos os contos escritos em grego, latim, francês, espanhol, italiano e alemão foram traduzidos a partir dos originais. Os contos em línguas que Rónai e Buarque de Holanda desconheciam foram traduzidos por colaboradores. E os textos em egípcio, sânscrito, chinês, persa e árabe foram traduzidos a partir de suas versões em inglês.
— Quando foi convidado a dizer qual tradução havia sido mais difícil, Paulo Rónai chegou a cogitar “A comédia humana”, mas se decidiu por “Mar de histórias”. Ele passou a vida inteira traduzindo contos. Os húngaros são grandes contistas, faz parte da tradição do país — diz Zsuzsanna Spiry, pesquisadora de Estudos da Tradução na USP e autora da tese “Paulo Rónai, um brasileiro made in Hungary”.
Na antologia, há algumas pérolas como primeiro conto policial de que se tem notícia — “A história de Rampsinitos”, cuja data é desconhecida. Ele está no primeiro volume de “Mar de histórias”.
A relação de Paulo Rónai com o conto começou ainda na Hungria. Na revista “Nouvelle Revue de Hongrie”, ele traduzia contos húngaros para o francês. Sua clássica “Antologia do conto húngaro”, que reúne os principais autores do seu país, deve ser lançada ainda este ano pela Casa da Palavra.

(Fonte: O Globo)

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Corretor da bolsa pede indenização a produtores de ‘O Lobo de Wall Street’

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Um antigo empregado da empresa da bolsa Stratton Oakmont, dirigida por Jordan Belfort e retratada em O Lobo de Wall Street, pede US$ 25 milhões aos produtores e distribuidores do filme de Martin Scorsese. Em entrevista ao canal norte-americano CNBC, Andre Greene, que serviu de inspiração para o personagem de P. J. Byrne, afirmou que é retratado de forma injusta como um viciado em drogas delinquente e degenerado. Greene alega que tem tido problemas para encontrar emprego porque é visto como o personagem do filme e quer que ele seja retirado de circuito.
Estrelado por Leonardo DiCaprio, o longa de Scorsese conta a história real de Belfort, que abriu caminho por Wall Street por meios ilegais e criou sua própria empresa. No total, concorre a cinco prêmios no Oscar 2014.

(Fonte: O Estadão)

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Novo roteirista para o filme do Sandman

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O site Deadline informou que o escritor inglês Jack Thorne foi contratado para escrever o roteiro do filme do Sandman, baseado em uma versão preliminar da história apresentada por David. S. Goyer.
Thorne esteve em diversas séries de televisão, como Skins, Casts Off, This is England e The Fades. Para o cinema, trabalhou em A Long Way Down, que estreará em março deste ano, e War Book, ainda em pré-produção.
A adaptação cinematográfica do personagem criado por Neil Gaiman tem produção de Goyer e Joseph Gordon-Levitt, que também poderá dirigir e estrelar o longa-metragem. Gaiman também está envolvido, como produtor executivo.
O projeto ainda está em seus estágios iniciais, e não há informações sobre quando entrará em produção ou possível data de estreia.

(Fonte: Universo HQ)

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Presidente Obama quer criar o “Homem de Ferro”

Em pronunciamento, o presidente norte-americano Barack Obama revelou que o governo dos Estados Unidos está criando o Homem de Ferro. Ou será que não?
“Juntei-me a pesquisadores que inventaram os metais mais avançados do planeta. Designers estão criando protótipos digitais e o Pentágono apoia esse trabalho. Basicamente, estou aqui para anunciar que estamos construindo o Homem de Ferro”, disse para a risada da plateia de jornalistas. “Esse é um projeto secreto, eu não deveria falar dele. Na verdade, não. Talvez. É confidencial”.
Apesar de ter falado em tom de brincadeira sobre construir um Homem de Ferro, essa declaração lembra muito o que o diretor José Padilha falou em entrevista sobre o novo Robocop.

(Fonte: UNiverso HQ)

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Turma da Mônica desfilará na Rosas de Ouro no carnaval paulistano

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Nesta sexta-feira, 28 de fevereiro, a escola de samba Sociedade Rosas de Ouro apresentará o enredo Inesquecível, com a presença da Turma da Mônica em seu desfile. A escola apresentará em seu enredo as quatro fases da vida: infância, juventude, maturidade e terceira idade. A Rosas de Ouro será a segunda do grupo especial a desfilar no Carnaval Paulistano, com cerca de três mil componentes na avenida. O carro dos personagens tem como tema Infância e leva o nome de Fascínio Infantil. Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Chico Bento, Rosinha, Franjinha, Anjinho e Jotalhão serão os personagens que participarão do desfile. A tradicional escola de samba da Zona Norte foi fundada em outubro de 1971 e já conquistou sete títulos do Carnaval de São Paulo no grupo especial. Em 2007, Mauricio de Sousa foi tema do enredo da escola Unidos do Peruche, também de São Paulo.

(Fonte: Universo HQ)

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Ditadura reloaded

Elio Gaspari

Elio Gaspari

Os livros de Elio Gaspari sobre a ditadura passaram pelo teste do tempo. São um clássico
O cinquentenário do golpe, daqui a um mês e pouco, não enseja comemoração, muito menos contrição. Os nostálgicos da patriótica coronhada ficam vexados em festejar em alto e bom som o terror imposto pela ditadura. Já os legatários dos caídos em 1964 não têm sequer uma data para celebrar. Exaltar o dia da anistia, tramoia cívica para evitar o julgamento de torturadores e dos generais que os comandavam? A tarde em que um colégio eleitoral bastardo ungiu Tancredo, o Audaz, presidente? A noite mal-assombrada em que empossaram Sarney, logo ele, que batia o bumbo na banda verde-oliva para abafar o berro dos que tinham as unhas arrancadas?
A Comissão da Verdade poderia aclarar alguns dos assassinatos da tirania. Ela teve quase dois anos para trabalhar no assunto e, como todos esperavam, fracassou. Nas subcomissões que brotaram aqui e acolá, criaram-se cargos às dezenas, teimou-se em revisitar a morte de JK e Jango, descobriram-se documentos que já eram públicos. A Comissão da Verdade fez muita coisa, menos o relatório final que deveria ter publicado em dezembro. Ele foi adiado para o fim do ano — para bem depois do cinquentenário, depois da Copa, depois das eleições presidenciais, depois de depois. Aguardemos sentados.
É de se antever então, na data magna da nacionalidade, os hosanas de praxe à democracia. O silêncio cínico dos chefes militares. O crocitar dos corvos no Congresso. O cicio de saudade de um ou outro general de pijama. Logo se mudará de conversa, de modo a que a caserna e o porão sejam esquecidos. Não é de bom tom lembrar, como fez há pouco o professor Daniel Aarão Reis, que Ulysses Guimarães liderou a Marcha da Família com Deus pela Liberdade. Ou que D. Paulo Evaristo Arns, bispo de Petrópolis, foi para a estrada e benzeu as tropas do general Mourão Filho (“sou uma vaca fardada”, ele dizia), que iam ao Rio depor João Goulart.
O insuportável mau cheiro da memória só não esvaneceu devido aos insatisfeitos de sempre. Foram eles que colheram os depoimentos de figurões do regime para a Fundação Getulio Vargas. Retiraram centenas de processos do Superior Tribunal Militar e, na clandestinidade, puseram de pé o projeto Brasil Nunca Mais. Escreveram livros de memória e deram testemunho. Houve e há gente empenhada em estudar o acontecido, pensar o que se passou e continua vivo no presente, aprender com o passado para evitar a sua repetição neurótica.
Elio Gaspari, por exemplo. Foi publicada agora a segunda edição, pela Intrínseca, dos seus quatro volumes sobre a ditadura: a envergonhada, a escancarada, a derrotada e a encurralada. Para quem não leu nada a respeito, Gaspari serve de Virgílio na descida aos infernos. Para quem já conhece a primeira edição, vale reler a segunda porque ela tem novidades. E também porque os 12 anos passados desde o seu lançamento mostram que os livros passaram pelo teste do tempo. Está-se diante de uma grande obra histórica e literária. Cabe a expressão tantas vezes empregada em vão: é um clássico.
Entre as novidades — como o aparecimento de Dilma Rousseff, a guerrilheira “Wanda” — a mais importante diz respeito à participação da Casa Branca no golpe. É transcrita uma conversa, em outubro de 1963, entre John Kennedy e o embaixador americano no Brasil, Lincoln Gordon. Um mês e meio antes de ser assassinado, o presidente discutiu a sério uma intervenção militar americana para derrubar Goulart. No ano anterior, ele já ordenara a Gordon que fomentasse os conspiradores brasileiros. Seu sucessor, Lyndon Johnson, mandou um porta-aviões para o Brasil e reconheceu o novo governo quando Jango estava no país. Depois, sustentou e armou os novos mandantes.
Mais do que deslustrar a imagem liberal de Kennedy, “A ditadura envergonhada” evidencia a solidez da política imperial. Para Washington, o Brasil era uma ovelha-guia na Guerra Fria, e valia acabar com a democracia para mantê-la no aprisco. O intervencionismo foi compartilhado por democratas e republicanos e pegou a América Latina inteira. Ele se estendeu da deposição de Jacobo Árbenz pela CIA, na Guatemala de meados dos anos 1950, às guerras civis na Nicarágua e em El Salvador, já nos 80.
A exceção, como mostra Gaspari, foi a política externa de Jimmy Carter. Ela se circunscreveu aos direitos humanos, mantendo intocada a proibição de que se fizessem reformas de base na América Latina, os salários aumentassem, se controlasse a remessa de lucros e o latifúndio fosse dividido. A ditadura cumpriu direitinho o diktat.
O Brasil mudou muito desde então, iluminado que foi pela boa nova da moderação. Como não há reformas em vista, a Casa Branca está tranquila. A tranquilidade americana inibe conspirações e mantém as vivandeiras longe dos quartéis.

(Fonte: O Globo)

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’50 tons de cinza’ ultrapassa a marca de 100 milhões de cópias vendidas

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A série erótica “50 tons de cinza”, de E L James, ultrapassou a marca de 100 milhões de cópias vendidas mundialmente, disse a editora americana Vintage Books nesta quarta-feira. É uma marca impressionante para uma trilogia que começou como uma “fan fiction” e se tornou uma das séries mais populares da história da literatura.
Poucas séries conseguiram o mesmo feito. Entre elas, estão “Harry Potter”, “Crepúsculo” e “James Bond”.
A Vintage Books adquiriu “50 tons de cinza” em março em 2012 (no Brasil, é publicado pela Editora Intrínseca) e lançou os três livros nas semanas seguintes. A trilogia também apareceu na lista de bestsellers do “The New York Times” durante 100 semanas.
A adaptação cinematográfica, estrelada por Jamie Dornan e Dakota Johnson como os protagonistas como Christian Grey e Anastasia Steele, será lançada em fevereiro do ano que vem.

(Fonte: O Globo)

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rees é a nova série de Warren Ellis

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O escritor Warren Ellis divulgou que fará uma nova série, a ser publicada no próximo mês de maio, pela Image Comics. A informação foi divulgada na revista Previews e confirmada pelo roteirista no site Bleeding Cool.
Trees terá enredo de Ellis e arte de Jason Howard, seu colaborador no webcomic Scatterland.
O título é uma aventura de ficção científica, envolvendo outras formas de vida inteligente.
O projeto poderá ser uma história de longa duração para ambos os autores. Ellis espera estar com as seis primeiras edições prontas em maio, antes do lançamento de Trees # 1. O primeiro arco deverá ter oito partes.

(Fonte: Universo HQ)

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Laerte estreia como chargista no jornal Folha de S.Paulo

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O cartunista Laerte conta com um novo espaço para falar sobre política e outras questões importantes. Ele passou a desenhar a charge da página Opinião, do jornal Folha de S.Paulo, às terças-feiras.
Ele afirmou ao jornal que considera cartum e charge diferentes. “O cartum é um espaço mais de ficção, você pode construir uma narrativa. Na charge, vou dar minha opinião, fazer comentários sobre as coisas que estão acontecendo”.
Laerte não pretende utilizar seus personagens conhecidos no novo espaço.
Além dele, continuam publicando suas charges no jornal os cartunistas Angeli, Jean Galvão, João Montanaro e Benett.

(Fonte: Universo HQ)

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