FEVEREIRO – 2015

Sete autores autografam suas obras na Monkix Comics Shop, em São Paulo

monkix_evento

No próximo sábado, 28 de fevereiro, cinco títulos dos quadrinhos nacionais e seus autores estarão na Monkix Comic Shop (Rua Harmonia, 150, loja 3, Vila Madalena, São Paulo/SP) para uma tarde de autógrafos, das 16h às 22h30min.

Daniel Esteves e Alex Rodrigues autografam a revista São Paulo dos Mortos Vol. 2. A série conta histórias de zumbis ambientadas em São Paulo.

Will Sideralman e Sam Hart autografam a revista 2 x 10. O título comemora os dez anos de Sam e Will nas HQs, trazendo duas histórias que são apresentações de projetos futuros.

Mario Cau autografa Morphine, uma HQ sobre amizade, inadequação, paixões perdidas e desencontros. Um drama cotidiano, urbano e melancólico que vai levar cinco amigos de “vinte e poucos anos” a questionar as consequências de suas ações ou da falta delas.

Ana Carolina Recalde Gomes autografa Beladona, HQ de terror que se passa em dois mundos, um do Rio de Janeiro e outro dos pesadelos.

E Omar Viñole autografa a revista do Coelho Nero # 2. O mal-humorado, ranzinza, de temperamento ácido e crítico Coelho Nero ganha sua segunda coletânea impressa.

(Fonte: Universo HQ)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Marina Colasanti e Ciça Fittipaldi representarão o Brasil no Hans Christian Andersen

 

Premio Hans Christian Andersen

A indicação foi feita pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ)
Um ano depois de Roger Mello ser o primeiro ilustrador brasileiro a receber o Hans Christian Andersen, a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) indica a escritora Marina Colasanti e a ilustradora Ciça Fittipaldi ao prêmio, o mais importante da literatura infantojuvenil do mundo.  Os dossiês de cada uma das candidatas serão enviados para os onze membros do júri de seu presidente nos próximos dias. Os vencedores serão conhecidos durante a Feira do Livro de Bolonha, que acontece entre os dias 30 de março e 2 de abril, na cidade italiana.

(Fonte: Publish News)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Lançamento do livro Mulheres que mordem Alexandre FortesDivulgação

Lançamento do livro Mulheres que mordem

Lançamento do livro Mulheres que mordem

A jornalista Beatriz Leal lança o livro Mulheres que mordem. A obra conta a história de Elena e Laura, em diferentes tempos verbais: a história da primeira se passa no final de década de 1970 e no começo da de 1980, em Buenos Aires, enquanto a vida da segunda se desenrola em 2006, na capital brasileira. Contemporânea de Elena e também residente em Buenos Aires, Rosa conta sua história por meio de cartas ao namorado da filha desaparecida, enquanto a história de Clara se desenrolará na voz de seu torturador em sessões de terapia, anos mais tarde.

Horário: sábado, a partir das 19h.

Informações:

Data – 07/03/2015 a 07/03/2015

(Fonte: CorreioWeb)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Biógrafa de Philip Roth defende escritor de acusações de antissemitismo e misoginia

Roth em Princeton, em 1964

Roth em Princeton, em 1964

Livro escrito por amiga do autor americano revisita seus 31 livros em 50 anos de carreira
“Judeus medievais teriam sabido o que fazer com ele.” A frase, dita em 1959 por um rabino de Nova York, dirigia-se a um rapaz de 26 anos que estreava na literatura: Philip Roth, ele próprio judeu. Um de seus primeiros contos publicados mostrava um menino de 13 anos que ameaçava pular do telhado da sinagoga se sua mãe, o rabino e todos os aglomerados na rua não se ajoelhassem e declarassem ter fé em Jesus Cristo.
A acusação de antissemitismo foi uma das duas grandes polêmicas em que o escritor se viu envolvido em mais de 50 anos de literatura. E, apesar de passar a vida defendendo-se delas, sagrou-se um dos maiores escritores americanos vivos.A nova biografia do escritor — na prática, um ensaio crítico sustentado por elementos biográficos — chega agora às livrarias passeando por todas essas polêmicas. “Roth libertado — Um escritor e seus livros” (Companhia das Letras) foi escrito por Claudia Roth Pierpont, que não tem parentesco com o escritor, mas é amiga dele há 13 anos. Jornalista da revista “The New Yorker”, ela faz parte do seleto grupo que lê os originais de Roth antes de serem publicados. Quer dizer, lia: afinal, o autor de “Pastoral americana” (1997) anunciou a aposentadoria das letras há dois anos. Mas uma amiga tão próxima tem independência para escrever sobre ele?

— Sabia que ele tinha abandonado a escrita antes de ele anunciar, então perguntei se ele não queria conversar sobre sua obra. Concordamos que ele não leria nada do que eu escrevesse. E ele entende como ninguém que devemos fidelidade aos nossos livros. Resolvi correr o risco de ele não gostar e perder o amigo — garante Claudia.

A autora revisita o embate com as acusações de antissemitismo. Roth começou a escrever não tanto tempo depois da Segunda Guerra — quando a assimilação dos imigrantes à sociedade americana ainda era uma questão. Mas o escritor sentia-se livre para retratar os judeus, lembra a biógrafa, sem qualquer viés de opressão. Ele pertence, afinal, a uma geração de judeus que já se associava à identidade americana.

Nascido em 1933, em Newark, Nova Jersey, ele cresceu ouvindo rádio e jogando beisebol — mal sabendo falar o iídiche de seus avós imigrantes. Aos 27 anos, ele reuniu seus contos polêmicos, publicados em revistas como “Paris Review” e “New Yorker”, em seu primeiro livro, “Adeus, Columbus” (1959), que ganhou o National Book Award de 1960.

A confusão cresceria em 1969, com o sucesso editorial de “O complexo de Portnoy”, romance que mostra um rapaz judeu que se masturba obsessivamente — no ônibus, no banheiro, dentro de uma maçã, no fígado cru que a família usaria no jantar. O livro deixou Roth rico, e o sexo seguiu como tema de destaque em sua obra.

Era comum que gente gritasse ao vê-lo passar “Olha lá, é o Portnoy!”. Seus pais eram alguns dos judeus que o apoiavam. Num cruzeiro naquele ano, Herman Roth oferecia livros autografados do filho famoso. Quando as pessoas aceitavam, ele escrevia na obra: “Do pai de Philip Roth, Herman Roth”.

— Ele se colocou muito em seus livros, por isso é importante analisar biograficamente a obra, mas as pessoas acham que ele se coloca mais do que o faz na prática. Até hoje acham que ele é o Nathan Zuckerman (alter ego de Roth, personagem de livros como “Zuckerman acorrentado”), que ele e os pais são a família Portnoy, que ele teve câncer de próstata — ri a biógrafa, desmentindo as informações.

Além dos livros em si, Claudia mostra como os casamentos de Philip Roth estão relacionados a outra acusação que ele sofre até hoje: a misoginia. Além de um breve romance com Jacqueline Kennedy (do qual o escritor desistiu por não ter “guarda-roupa”), a biografia detalha a conturbada união com Maggie Williams, morta em 1968 um acidente de carro e inspiradora da obra “Minha vida como homem” (1976) — primeiro embate de Roth com as feministas.

Já nos anos 1990, década em que a acusação se intensificou, o tema foi esquentado por Claire Bloom, com quem se relacionou entre 1975 e 1994. Em um livro de memórias de 1996, ela o acusava de várias traições — entre outros “elogios”.

— Antes de escrever esse livro, fiz uma lista dos principais temas da obra dele: o amor, o sexo, a doença, a morte, a traição. E a misoginia não estava entre eles. Mas vi que precisava tratar do assunto, porque é uma crítica recorrente. Sou mulher, me considero feminista e não entendo essas acusações. Acho que as mulheres estão reagindo a Philip Roth como os judeus reagiram nos anos 1950: elas não aceitam que se faça piada com elas. Mas ele não debocha só desses grupos, mas de todo mundo! — defende Claudia.

A autora mostra ainda o contexto biográfico dos 31 livros lançados pelo amigo. E, embora também seja fã, diz duvidar que ele volte a escrever.

— Escrever para ele nunca foi fácil, sempre foi uma luta. São 50 anos de literatura. Ficaria muito surpresa se escrevesse outro romance. Ele já sofreu o suficiente! — ri a biógrafa. — Alguns autores americanos tiveram um livro lembrado até hoje, como F. Scott Fitzgerald e “O grande Gatsby”. Philip Roth, por sua vez, tem vários livros que podem ser lembrados no futuro. Acho que é o primeiro autor com essa capacidade desde Faulkner.

Serviço:

“Roth Libertado — O escritor e seus livros”

Autora: Claudia Roth Pierpont

Tradutor: Carlos Afonso Malferrari

Editora: Companhia das Letras

Quanto: R$ 52,90

(Fonte: O Globo)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Game of Thrones: vídeo traz erros de gravação da quarta temporada

Dá até para esquecer que a atriz Gwendoline Christie está interpretando Brienne de Tarth quando ela ri durante a gravação de uma cena de Game of Thrones. Este e outros momentos que tiram do sério os atores – enquanto dão vida aos personagens da história de George R. R. Martin – compõem um vídeo com bastidores das gravações da quarta temporada da série.

“Olha essa espada!”, brinca Nikolaj Coster-Waldau (Jaime Lannister), aos risos. Tropeços, beijos constrangedores (como o de Jack Gleeson e Natalie Dormer, ou Joffrey Baratheon e Margaery Tyrell) e frases esquecidas também ganham espaço no divertido vídeo.

O mais engraçado é ver a transformação dos atores, que, em questão de segundos deixam de lado uma cena tensa para ter uma reação “real”. Em alguns casos (como Emilia Clarke vivendo Daenerys Targaryen), a concentração é tanta que eles conversam com o companheiro de cena, ou com alguém da produção, como se ainda estivessem interpretando o personagem.

(Fonte: Rolling Stone)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Itália desafia UE e baixa impostos de livros digitais

 No país, um e-book basta ter um ISBN para ser considerado livro

No país, um e-book basta ter um ISBN para ser considerado livro

Enquanto que no Brasil, o Congresso Nacional discute a atualização da Lei do Livro (Lei nº 10.753), a Itália desafiou a União Europeia, equiparou o imposto sobre e-book aos cobrados sobre livros físicos e agora comemora a diminuição do preço do livro digital. “É um absurdo taxar livros eletrônicos como videogames”, disse Dario Franceschini, ministro de Bens e Atividades Culturais da Itália ao jornal La Stampa. A medida entrou em vigor em 1º de janeiro. Antes disso, e-books eram taxados com 22% de impostos, enquanto que os livros pagavam 4%. Recentemente, Franceschini comemorou pelo Twitter: “chegam os primeiros resultados da redução do IVA sobre e-books: as editoras italianas começaram a baixar os preços”. Para conquistar a equiparação, o governo italiano recorreu a uma questão semântica: redefiniram o conceito de livro, como produtos que tenham um ISBN. Se tem um ISBN é um livro e, portanto, goza da diminuição do imposto. A lei, no entanto, não se aplica a livros editados em plataformas de autopublicação como as da Amazon, da Kobo ou da Barnes & Noble. Nestes casos, os livros não utilizam o ISBN e, portanto, continuam pagando 22%.

Nas tratativas para chegar a tal decisão, o governo italiano enfrentou resistência da União Europeia, que não vê com bons olhos a redução de impostos sobre e-books. A redução do imposto poderia abrir um precedente para que outros países do bloco fossem pelo mesmo rumo. Apesar disso, a indústria italiana comemora. “É um resultado decisivo, fruto de uma mobilização nunca vista”, comentou Laura Doninini, da RCS Libri, ao Corriere della Sera. Ela se refere à campanha #UmLibroèUnLibro (um livro é um livro, em tradução literal) que mobilizou internautas italianos a favor do pleito. “É uma vitória para o país e não só para o mundo do livro”, declarou ao Corriere Marco Polillo, presidente da Associação Italiana de Editores (AIE), que encabeçou a campanha.

(Fonte: Publish News)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Em quadrinho, nova Thor mulher ataca e quebra maxilar de vilão que critica feministas

Reencarnada como mulher pela Marvel, heroína não gostou de comentário do Homem-Absorvente

Thor em capa de revista em quadrinhos da Marvel

Recentemente reencarnada como uma mulher nos quadrinhos da Marvel, a super-heroína Thor deu uma resposta definitiva àqueles que atacam sua nova identidade, quebrando o maxilar do vilão que a disse que as “malditas feministas estão arruinando tudo”.

No meio do ano passado, a Marvel provocou um burburinho entre os fãs dos quadrinhos quando anunciou que o personagem do Deus nórdico seria refeito como uma mulher. Agora, o escritor Jason Aaron encara acusações de ser “politicamente correto” depois da última edição do quadrinho de Thor, quando a heroína enfrenta o vilão Homem-Absorvente.

“É uma bela passagem. Difícil de entender fora do contexto, mas especialmente hilária quando você está ciente das críticas que a equipe criativa de Thor vem recebendo nos últimos tempos”, disse o jornalista Joshua Rivera no portal “Entertainment Weekly”.

Confira, abaixo, a reprodução dos quadrinhos e a tradução dos diálogos:

Passagem do quadrinho de Thor


Passagem do quadrinho de Thor

Homem-Absorvente: “Thor? Você está de brincadeira? Eu tenho que te chamar de Thor? Essas malditas feministas estão arruinando tudo. Você quer ser uma super-herói menina? Beleza. Quem se importa? Mas faça sua própria identidade. Thor é um cara. Um dos últimos caras viris que ainda existem. O que você fez? O mandou para um treinamento de sensibilidade para que ele pare de chamar as terráqueas de ‘prostitutas’?

Passagem do quadrinho de Thor

Thor: “Desejas tocar no martelo? Fique à vontade”.

(O martelo faz movimentos de rotação no corpo do vilão, que não consegue se mexer)

Homem-Absorvente: “O quê?! O que deu nessa coisa louca? Não é assim que deveria funcionar! Que tipo de Thor é você?!”

Passagem do quadrinho de Thor

Thor: “O tipo que acabou de quebrar seu maxilar. Essa é por dizer ‘feministas’ como se fosse bosta, seu verme. E também, você sabe, pelo roubo”.

(Fonte: O Globo)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Editora publica mesmo capítulo em dois livros

1

Nova Fronteira garante que trocará os exemplares de Pecar e Perdoar

Texto original de obra sobre prazer saiu em volume sobre pecado e perdão; Nova Fronteira promete trocar o produto por edição correta

O livro Pecar e Perdoar – Deus e o Homem na História, do professor da Unicamp Leandro Karnal, fala sobre os significados do pecado e do perdão adquiridos ao longo dos tempos. Uma obra sobre o humano através do prisma e de fontes religiosas, como o historiador definiu em entrevista em dezembro, à época do lançamento do livro.

Mas houve um problema durante o processo de edição e a obra saiu com um capítulo que pertencia a Prazeres Ilimitados – Como Transformamos os Ideais Gregos Numa Busca Obsessiva Pela Satisfação dos Desejos, livro de Fernando Muniz, professor de filosofia da Universidade Federal Fluminense, que chegou às livrarias em janeiro.

Em seu título, Muniz evoca de Platão e Afrodite a Susan Sontag e Michel Foucault para falar sobre o universo do prazer – compulsões, volúpias, dores sagradas, flagelações, êxtases góticos, sadomasoquismo, eros, ética, orgasmo, anedonia, etc.

Karnal não releu seu livro quando ele chegou da gráfica. Nunca o faz. E demorou a perceber o erro. Só neste mês, durante a gravação da versão de sua obra em audiolivro, ele notou que o capítulo 5 – Dores Góticas, Volúpias Privadas -, com cerca de 30 páginas, não era dele. “Liguei para a editora, que começou a investigar. O erro foi detectado e logo se dispuseram a reimprimir, recolher os livros defeituosos e dar outro para todas as pessoas”, comenta o autor. Segundo ele, o mesmo editor trabalhava em seu livro enquanto editava o de Muniz; daí a confusão.

A ideia de plágio foi descartada pelos dois autores ao Estado. “Considero um erro sim, mas sem má fé. Fiquei sentido porque gostei muito de escrever este livro e sou, como o outro autor é, muito sério. Foi um imenso e grave erro tipográfico”, comenta Karnal, o mais prejudicado com a história.

A Nova Fronteira assume a falha cometida na edição de Pecar e Perdoar – a que deu o nome de “erro de finalização da produção gráfica”. Por meio de sua assessoria de imprensa, ela disse que trocará os livros sem custo para os leitores. Quem comprou o volume de Karnal pode entrar em contato pelo e-mail livros@ediouro.com.br.

(Fonte: O Estadão)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

BC faz campanha para doação de sangue

MangaNaVeia

A Editora JBC, em conjunto com a Fundação Pró Sangue, está promovendo a campanha Mangá na Veia, com o objetivo de incentivar a comunidade dos quadrinhos, especialmente o público de mangá – alvo da editora –, a doar sangue e se conscientizar da importância que esse gesto pode ter para milhares de pessoas.

A ideia surgiu com o lançamento de Green Blood (leia o review aqui), cuja tradução é “Sangue Verde”.

Alguns funcionários da JBC se voluntariaram e compareceram para doar sangue, mostrando como a iniciativa é fácil e rápida. Para participar, basta ir ao hemocentro de sua preferência e fazer a doação em nome da campanha Mangá na Veia.

“Acreditamos que as pessoas que leem quadrinhos e mangás são um grupo bem apaixonado e que pode ter uma grande força de conjunto. E é essa força que queremos demonstrar com essa campanha. Podemos ser solidários também”, afirmou Cassius Medauar, gerente de conteúdo da JBC e que também doou sangue. “Tenho certeza de que outros profissionais dos quadrinhos também participarão e ajudarão esta causa tão importante”, concluiu.

Se quiser compartilhar sua atitude, você pode postar sua foto nas redes sociais utilizando a hashtag #MangaNaVeia, incentivando cada vez mais pessoas a fazerem o mesmo. A campanha acontecerá até o próximo dia 31 de março.

Mas, claro, se você quiser, pode doar após esse prazo e continuar ajudando quem precisa.

Para mais informações sobre a campanha, pontos de coleta e outras dúvidas, clique aqui.

(Fonte: universo HQ)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

Bear 2, Gata Garota e O Mundo de Aisha, lançamentos da Editora Nemo

bear_02-640x1024

Novos títulos da Editora Nemo estão chegando às livrarias e lojas especializadas.

BEAR – Volume 2  (formato: 20 x 32 cm, 80 páginas, R$ 37,90) de Bianca Pinheiro – A aventura continua, enquanto Raven procura seus pais com a ajuda de Dimas, o urso. Seguindo o caminho após a Cidade das Charadas, eles agora chegam a Metódica, uma grande cidade presa em uma maldição terrível!

Gata Garota (formato: 20 x 32 cm, 160 páginas, R$ 37,90), de Fefê Torquato – Gigi é uma garota que passa metade do seu tempo dormindo, a outra metade comendo e o dia inteiro entediada. Por que alguém se interessaria pela sua vida? Porque Gigi é metade gato. Ela descende de uma família de gatos-gente, únicos de sua espécie, até onde se sabe. Criaturas fascinantes, que sabem o poder que exercem sobre os humanos e, por isso, dominam o mundo com seu pelo macio, olhar penetrante de desdém e eventual pose controversa. Neste volume, Gigi enfrenta problemas cotidianos, como roubar assentos alheios, torturar insetos por horas, conviver com a líder da família, Fefê – que pode ou não estar enlouquecendo –, e com o ciúme de seu namorado, Danilo, que desconfia não ser o único.

O mundo de Aisha (formato 17 x 24 cm, 144 páginas, R$ 39,90), de Ugo Bertotti – Obrigadas a se casar ainda meninas. Escravizadas, violentadas, por vezes assassinadas. Cobertas com o véu negro – o niqab –, as mulheres do Iêmen parecem fantasmas. Contudo, pouco a pouco, com delicadeza, coragem e determinação, elas travam uma batalha corajosa por sua emancipação. Uma revolução silenciosa está em marcha para fazer valer seus direitos e sua liberdade. Aisha, Sabiha, Hamedda, Houssen e tantas outras: aqui estão algumas de suas histórias. Uma reportagem em quadrinhos de Ugo Bertotti, inspirada pelas imagens e pelas entrevistas da fotojornalista Agnes Montanari.

(Fonte: Universo HQ)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button