NOVEMBRO – 2013

A VERDADE DE TYSON

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A autobiografia de Mike Tyson, “Undisputed Truth”, sai no próximo semestre pela Benvirá. A obra deu o que falar no exterior, com informações como a de que Tyson chegou a usar pênis falso com urina “limpa” para passar em testes antidopping.

(Fonte: Painel das Letras – Folha de S. Paulo)

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DEPOIS DA VIDA

Jack Kerouac

Jack Kerouac

O catálogo de Jack Kerouac (1922-1969) pela L&PM ganha força com três obras póstumas do autor, inéditas no país. Em fevereiro, sai o romance “O Mar É Meu Irmão”, publicado em 2011 nos EUA. As novelas reunidas em 1971 em “Pic” saem em julho, e, em novembro, “Some of the Dharma”, de 1997, considerado fundamental para entender a espiritualidade do autor.

(Fonte: Painel das Letras – Folha de S. Paulo)

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AUTOR CHILENO LEMEBEL CRITICA O PRECONCEITO EM ALTO TOM, APESAR DE CÂNCER QUE AFETOU A SUA VOZ

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Fora de cena, o escritor e performer chileno Pedro Lemebel se comunica por meio de gestos. No ano passado, o autor, definido pelo conterrâneo Roberto Bolaño (1953-2003) como o “maior poeta de sua geração”, tirou parte das cordas vocais por causa de um câncer na laringe.
Ironicamente, seu maior trunfo como artista talvez tenha sido sua voz. Foi por meio dela que Lemebel, 58, militou a favor da causa gay e contra a ditadura de Augusto Pinochet, que comandou o Chile de 1973 a 1990.
Hoje, a voz que lê o manifesto “Hablo por mi Diferencia” (falo por minha diferença), polêmico texto declamado em um ato político da esquerda em Santiago, em 1986, é um áspero sussurro, entrecortado por tosses secas.
Lemebel é conhecido por suas crônicas, relacionadas pela crítica à estética kitsch e barroca. Ele escreveu apenas um romance, “Tengo Miedo Torero” (2001). Não há obras suas publicadas no Brasil.
Em 1987, fundou, com o poeta e artista Francisco Casas, o coletivo de arte “Las Yeguas del Apocalipsis” (as éguas do apocalipse). A primeira aparição dos dois foi na Faculdade de Artes da Universidade do Chile, onde entraram pelados, montados em um cavalo. O duo fez diversas intervenções políticas.
Quando esteve em São Paulo, na semana retrasada, Lemebel se disse decepcionado ao ver os lugares vazios na plateia do Centro Cultural São Paulo, onde fez uma leitura, parte da Balada Literária e do Festival Mix.
Às cerca de 30 pessoas presentes, contou piadas com a palavra “bicha”, recém-descoberta por ele. O termo é equivalente a “maricón”, que usa para referir-se a si
mesmo e aos “primos”. “Porque chamar de irmão é brega”, justifica.
Na ocasião, vestia legging e dois lenços: um enrolado pelo pescoço e outro na cabeça, escondendo a ausência de cabelo. O vestuário inteiro era preto, exceto pelos sapatos de salto dourados.
O chileno é desconfiado e avesso a entrevistas. Ao saber que a repórter não acompanharia a sessão de fotos para a reportagem, declarou um alto “No”. Mas acabou cedendo e se produziu com três roupas para a fotógrafa (mulher, por exigência sua).
MARGINAIS
Em setembro, o autor, que foi criado em um bairro pobre de Santiago, ganhou o José Donoso, prêmio literário do Chile, por, entre outros motivos, seu caráter de “cronista dos marginais”.
Ele rejeita a definição. “Seria tremendamente messiânica [ele alterna o feminino e o masculino para se referir a si] se me definisse assim. Os marginais têm de falar por si. Às vezes faço um gesto de ventriloquismo e nos meus textos saem balbucios que me representam gritando em meio à multidão”, diz.
“A palavra de Lemebel é uma barricada de onde ele dispara contra o preconceito e a hipocrisia, sem pudor, imiscuindo-se na vida social pela porta dos fundos, onde moram as bichas, os bêbados, os favelados”, diz Laura Hosiasson, professora de literatura hispano-americana da Universidade de São Paulo.
Quando ouviu falar do projeto conhecido no Brasil como “cura gay”, Lemebel disse, simplesmente: “Me curar seria tão impossível quanto domar uma anaconda”.

(Fonte: Folha de S. Paulo)

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TOLKIEN, AUTOR DE ‘O HOBBIT’ E ‘O SENHOR DOS ANÉIS’, GANHARÁ CINEBIOGRAFIA

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J.R.R. TOLKIEN

Depois de seus livros servirem como inspiração para duas trilogias cinematográficas, o escritor britânico J. R. R. Tolkien (1892-1973), de “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”, ganhará sua própria cinebiografia.
Segundo informa a revista “The Hollywood Reporter”, um projeto sobre a vida de Tolkien está sendo desenvolvido pela Fox Searchlight e pela Chernin Entertainment.
O filme abordará os momentos-chave na vida do autor que o levaram a escrever “O Hobbit”, seu clássico livro infantil de 1937, e que, depois, o fariam se debruçar sobre a trilogia dos anéis, em 1954.
A vida de Tolkien provê bastante material a ser trabalhado no roteiro. Ele lutou na Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e trabalhou como decifrador de códigos na Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Também foi amigo de C. S. Lewis (1898-1963), autor dos livros “As Crônicas de Nárnia”. Os dois formaram um grupo acadêmico de escrita.
Ainda não está claro qual o envolvimento do espólio de Tolkien com a produção do filme. Nos últimos anos, os herdeiros têm se mostrado bastante reservados e críticos dos produtos derivados de sua obra.

(Fonte: Folha de S. Paulo)

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CAMPOS ADERE A PROGRAMA FEDERAL DE CULTURA E ALFINETA GOVERNO

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Eduardo Campos

O governador de Pernambuco e possível candidato à Presidência da República no ano que vem, Eduardo Campos (PSB), assinou na manhã desta sexta-feira (22) a adesão do Estado ao Sistema Nacional de Cultura, do Ministério da Cultura.
O tom da cerimônia foi de crítica à política cultural adotada pelo governo federal, que concentra, segundo Campos, quase todos os recursos no Sudeste do país.
Pernambuco era o único Estado do Nordeste que não havia aderido ao sistema, que deve funcionar como uma espécie de SUS (Sistema Único de Saúde) para a área da cultura.
O sistema nacional estabelece requisitos que os Estados têm de cumprir, como ter um fundo para cultura e instâncias de debate com a sociedade. Seu objetivo é criar uma gestão integrada de ações culturais em todo o país.
“A gente quer aderir [ao Sistema Nacional de Cultura], mas a gente quer que o mecanismo seja melhor, e a forma de ser ouvido era exatamente retardar essa adesão para dizer: ‘Nós estamos colocando isso porque Pernambuco tem feito a sua parte’. Proporcionalmente, nós temos o maior orçamento de cultura do Brasil”, disse Campos.
“Se o Brasil botasse o tanto [de recursos] que Pernambuco coloca só no Funcultura [fundo estadual], o fundo nacional teria mais que o dobro do dinheiro”, afirmou.
Segundo o governo, o Funcultura, que tinha em 2006 cerca de R$ 6 milhões, passou a ter neste ano R$ 33,5 milhões. A adesão simbólica ao Sistema Nacional de Cultura foi feita em cerimônia na sede provisória do governo em Olinda, região metropolitana do Recife, com a presença de autoridades e artistas.
O evento, que é mais um em tom de crítica ao governo de Dilma Rousseff (PT) desde que o partido de Campos desembarcou do governo federal, de olho nas eleições de 2014, também serviu para acalmar parte da classe artística pernambucana.
Isso porque nos últimos dias se disseminaram rumores de que a reforma administrativa anunciada por Campos iria extinguir a Secretaria Estadual da Cultura. A reforma que ocorreu fundiu outras secretarias, mas não mexeu na de Cultura.
MÍNIMO LEGAL
Campos, que foi ministro da Ciência e Tecnologia no governo do ex-presidente Lula, defendeu um repasse mínimo de recursos para regiões atualmente menos favorecidas, a exemplo do que ocorreu nessa área de ciência e tecnologia.
“A Lei Rouanet hoje concentra 75% dos recursos no Sudeste brasileiro e deixa só 6,5% para o Nordeste. É o que nos fez, nesse processo de adesão ao Sistema Nacional, chamar a atenção para um outro debate que tive oportunidade de participar, que era o debate da ciência e tecnologia. A academia brasileira conseguiu cravar para os fundos setoriais 30% mínimos para o Norte e o Nordeste, e nós não conseguimos fazer isso no Sistema Nacional de Cultura. Acho que deve ser uma bandeira que nós devemos ter”, afirmou.
Essa será a tônica da participação de Pernambuco nos debates da Conferência Nacional de Cultura em Brasília, disse o governador. A conferência começa na próxima quarta-feira (27).

(Fonte: Folha de S. Paulo)

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MEMÓRIAS DA INFÂNCIA SÃO TEMA DA HQ INDEPENDENTE ‘REMY’

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Um, dois, três passos. Remy está atrasado, o pulmão chiando pela bronquite asmática que o persegue parece unir forças com a ladeira da rua de casa.
A cena é da HQ “Remy”, projeto independente premiado pelo Programa de Ação Cultural (Proac-SP) em 2012 e que conta a história de um garoto que mal consegue encher os pulmões de ar.
O roteiro é do jornalista Diogo Bercito, 25, correspondente da Folha em Jerusalém desde março deste ano, e ganhou forma pelos desenhos da artista gráfica Julia Bax, 32, autora da HQ “Pink Daiquiri”, editada na França pela Le Lombard.
A história foi escrita por Bercito ainda na adolescência. Com dificuldades para respirar, enquanto fazia inalações, sua mãe criou para acalmá-lo a metáfora que dá forma ao livro: o chiado que escutava era o de um gatinho escondido em seu pulmão.
“É uma lembrança bastante viva da fumaça úmida [do inalador], do pulmão chiando, daquela dificuldade física que me lembrava de que eu era, de alguma maneira, limitado”, diz o autor.
Logo no início da trama, exausto pelo esforço físico, Remy morre. E, na morte, o protagonista se confronta com o gato que reduzia seus sonhos. Ao arrancá-lo de seu peito, o garoto e a doença que o matou irão travar uma discussão sobre a vida.
“Ele sempre viu seu corpo como um estorvo. Talvez pudesse tê-lo encarado como um parceiro, mas a doença foi como um adversário nesse sentido”, explica Bercito.
Os autores se incumbiram das principais etapas de produção do livro e se tornaram sua própria editora. “Remy” retrata o momento fértil da publicação de HQs autorais no Brasil. Na última semana, quando o livro foi lançado no Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), em Belo Horizonte, ao menos 136 obras de selos independentes ganharam corpo.
Para Julia, o trabalho deve ser bem refletido. “A produção de um quadrinista é curta: se criamos um álbum por ano, uma carreira de 40 anos gera 40 histórias”, diz.

(Fonte: Folha de S. Paulo)

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SETOR DE LIVRO E LEITURA DA BIBLIOTECA NACIONAL SERÁ MANTIDO ATÉ MARÇO

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“As questões políticas e administrativas já foram debatidas e acordadas com a ministra e seguem os ritos burocráticos: decretos e instruções administrativas que viabilizarão essa operação”, diz José Castilho Marques Neto

Passados oito meses da decisão de Marta Suplicy de retirar as políticas federais de livro e leitura da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), a diretoria responsável pela área continua legal e fisicamente alocada dentro da instituição.
Essa situação não deve se resolver antes de março, quando se completa um ano do anúncio da divisão.
“As questões políticas e administrativas já foram debatidas e acordadas com a ministra e seguem os ritos burocráticos: decretos e instruções administrativas que viabilizarão essa operação”, diz José Castilho Marques Neto, secretário-executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura, área responsável pelas políticas de livro e leitura
Com a demora, o que garante algum andamento na área é um “acordo informal”, diz Renato Lessa, presidente da Biblioteca Nacional. “Tudo o que a diretoria de livro e leitura faz hoje, faz como parte da FBN. Temos um acordo pelo qual a diretoria tem autonomia, mas decidimos em conjunto porque sou o responsável pelo orçamento.”
Com isso, tudo se resolve a passos lentos. Não houve neste ano, por exemplo, os editais de criação e circulação literária, sob responsabilidade da área de livro e leitura.
A mesma coisa do lado que permanecerá na biblioteca. Anunciadas há anos, as obras na sede e no anexo da instituição, localizados no centro e na zona portuária do Rio, devem começar só em 2014.

(Fonte: Folha de S. Paulo)

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BIBLIOTECA NACIONAL CANCELA PRÊMIO APÓS 1 ANO DE ATRASO

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A Fundação Biblioteca Nacional (FBN) cancelou o edital de 2012 do Prêmio Viva leitura, que estipulava o pagamento de um total de R$ 540 mil a 18 escolas, bibliotecas e ONGs responsáveis por projetos bem-sucedidos de incentivo à leitura.
Há 11 meses, 45 instituições anunciadas como finalistas concorriam a esses 18 prêmios, de R$ 30 mil cada um.
Nesse período, os responsáveis pelos 45 projetos foram convocados e desconvocados três vezes para a cerimônia de entrega, que aconteceria em um hotel em Brasília.
Segundo a pedagoga Dinorá Couto Cançado, finalista pelo projeto “Luz e Autor em Braille”, para inclusão de cegos por meio da leitura, em Taguatinga (DF), a indefinição causou transtornos.
“Da primeira vez que marcaram o evento, eu ia iniciar um tratamento de saúde e adiei para não perder a cerimônia. Foram vários adiamentos até eu parar de receber notícias”, ela disse.
Anteontem, os finalistas receberam e-mails da Biblioteca Nacional informando que o prêmio foi anulado “em função de sua ilegalidade”.
O argumento é que a portaria que instituiu o prêmio, de 2005, determinava que não poderiam ser aplicados à premiação “quaisquer recursos orçamentários de contrapartida da União”, enquanto o edital de 2012 previa como fonte de recursos o Fundo Nacional de Cultura, mecanismo de financiamento do Ministério da Cultura.
Criado em 2005 numa parceria entre o governo federal e a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), o prêmio só poderia ocorrer mediante patrocínio.
Foi assim até 2011, quando a espanhola Fundação Santilliana avisou que não mais arcaria com as despesas.
Mas em 2012 a Fundação Biblioteca Nacional decidiu manter e ampliar a premiação, que passou de R$ 90 mil (R$ 30 mil para três vencedores) a R$ 540 mil (R$ 30 mil para 18 instituições).
Galeno Amorim, presidente da FBN na ocasião, informa que não só havia verba (que seria paga via convênio com a Universidade de Brasília, usando recursos do MinC) como respaldo para o uso do Fundo Nacional de Cultura.
Isso seria possível devido ao decreto 7.559/2011, que estipulava que o MinC e o MEC criariam novas regras para o Vivaleitura. Esse decreto, diz Galeno, permitiria a criação de nova portaria autorizando o uso de verbas federais.
O atual presidente da FBN, Renato Lessa, diz que uma nova portaria não poderia ter efeito retroativo, não podendo, portanto, reger um edital já publicado.
O Ministério da Cultura informa que haverá novo edital para o prêmio em 2014.

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(Fonte: Folha de S. Paulo)

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ROMANCE SOBRE ABOLICIONISTA LEVA O PRÊMIO LITERÁRIO NATIONAL BOOK AWARD

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O romance “The Good Lord Bird”, do músico e escritor americano James McBride, venceu nesta quarta (20) a categoria ficção do National Book Award, uma das mais importantes premiações literárias dos EUA.
Com a premiação, o autor desbancou ninguém menos que Thomas Pynchon, um dos mais celebrados nomes da literatura contemporânea, que concorria por “Bleeding Edge”.
McBride, que teve publicadas no Brasil em 1998 as celebradas memórias “A Cor da Água” (Bertrand Brasil), narra no novo livro, pelo olhar de um escravo negro em fuga, a história de um pioneiro abolicionista.
Também concorriam na categoria Rachel Kushner, por “The Flamethrowers”, Juhmpa Lahiri, por “Lowland”, e George Saunders, por “Tenth of December”.
Na categoria não ficção da premiação, o vencedor foi “The Unwinding: An Inner History of the New America”, de George Parker, que o júri definiu como uma obra sobre “o declínio econômico vivido por grandes e pequenas cidades, lançando olhar incisivo sobre os bancos e a Wall Street”.
Cynthia Kadohata venceu na categoria juvenil, por “The Thing about Luck”, e Mary Szybist, em poesia, por “Incarnadine”.
Os vencedores, escolhidos por escritores, livreiros e outros integrantes do mercado editorial, receberam cada um US$ 10 mil (R$ 23 mil). Já os escritores Maya Angelou e E.L. Doctorow levaram menções honrosas por sua contribuição às letras americanas.

(Fonte: Folha de S. Paulo)

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DOIS ESTREANTES E UM TRADUTOR VENCEM PRÊMIO PARANÁ DE LITERATURA

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Dois autores inéditos e um escritor mais conhecido pela produção como tradutor são os vencedores da segunda edição do Prêmio Paraná de Literatura 2013, que teve o resultado divulgado na quinta-feira (21).
Sem nenhum livro anterior publicado, o psicanalista gaúcho Jaci Palma venceu na categoria romance, com “Meu Primeiro Morto”. A poeta mineira Adriane Garcia foi a agraciada em poesia, por “Fábulas para Adulto Perder o Sono”.
Já o escritor e tradutor curitibano Caetano Galindo (vencedor do Jabuti pela tradução de “Ulysses”, de James Joyce) foi o selecionado pelo júri na categoria contos, por “Ensaio sobre o Entendimento Humano”.
Galindo integrou a comissão de jurados da primeira edição. Nesta edição, seu livro foi avaliado pelo júri sem que se soubesse a autoria do texto –o edital estipula o uso de pseudônimo para a seleção.
Os jurados desta edição foram Alberto Mussa, Leyla Perrone-Moisés e Luís Augusto Fischer (romance), Raimundo Carrero, Beatriz Resende e Charles Kiefer (contos), Eucanaã Ferraz, Rodrigo Garcia Lopes e Alberto Martins (poesia), em comissão presidida por Rogério Pereira, diretor da Biblioteca Pública do Paraná.
Promovido pela Secretaria de Estado da Cultura (Seec) do Paraná, o concurso selecionou, entre 841 inscritos, obras inéditas de autores de todo o país.
No próximo dia 12 de dezembro, cada um dos vencedores receberá R$ 40 mil. A premiação também inclui a publicação das obras vencedoras pela Biblioteca Pública do Paraná, com tiragem de mil exemplares, para distribuição em bibliotecas do país.
Os três vencedores da primeira edição do Prêmio Paraná de Literatura, no ano passado, garantiram a publicação de suas obras por editoras depois do anúncio da honraria.
O colunista da Folha Alexandre Vidal Porto terá o romance “Sérgio Y. Vai a América” publicado pela Companhia das Letras. O livro de contos “Papis et Circenses”, de José Roberto Torero, foi publicado pela Alfaguara, e o volume de poemas “As Maçãs de Antes”, de Lila Maia, saiu pela Oficina Raquel.

(Fonte: Folha de S. Paulo)

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