NOVEMBRO – 2013

DEVOTA VIRA ‘GHOSTWRITER’ DE JESUS

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Sarah Young pode ser difícil de encontrar, mas seus livros estão por toda parte.
“O Chamado de Jesus”, de Young, é uma coletânea de 365 textos curtos de devoção entrelaçados com trechos da Bíblia.
Desde que foi lançado, em 2004, o livro já vendeu 9 milhões de exemplares em 26 línguas. No primeiro semestre de 2013, vendeu mais exemplares que “Cinquenta Tons de Cinza”. Young já escreveu outros dois livros de devoção desde então, além de livros voltados para crianças e adolescentes e uma Bíblia com o tema “Jesus está chamando”.
O que mais impressiona é que Sarah Young virou uma marca rentável apesar de praticamente não conceder entrevistas nem comparecer em público como autora. Prejudicada pela doença de Lyme e outros problemas de saúde, ela geralmente sai pouco de casa. Quase não há fotos públicas da autora, que se nega a falar ao telefone.
Assim, se um repórter quiser lhe perguntar sobre seu trabalho –que vem provocando polêmica por ser escrito em primeira pessoa na voz de Jesus, como se Cristo tivesse feito novas revelações diretamente a Young–, as perguntas devem ser enviadas por e-mail, e a autora as responderá por escrito.
Uma edição recente da “Christianity Today” trouxe um longo artigo sobre Sarah Young, citando vários teólogos que expressaram preocupações com seu trabalho. “Os leitores críticos querem saber: será que Young pensa realmente que Jesus está falando diretamente com ela?”, escreve Melissa Stefan, autora do texto.
Kriss Bearss, responsável pelos livros de Young na editora Thomas Nelson, disse que os críticos da autora não entendem as nuances do projeto dela. “Young não diz que Jesus fala com ela”, explicou Bearss.
“Acho que ela foi bastante clara a esse respeito nos prefácios de seus livros. Ela não pensa, de modo algum, que seus textos sejam sagrados ou que ela tenha recebido novas revelações.”
Na introdução de “O Chamado de Jesus”, Young escreve: “Decidi ouvir Deus com a caneta na mão, escrevendo o que acreditava ser o que Ele estava dizendo”.
Sarah Young se formou no Wellesley College, no Massachusetts, em 1968, é casada com um missionário presbiteriano e tem dois filhos e dois netos. Está no processo de se mudar da Austrália para o Tennessee.
Na teologia protestante tradicional, as revelações de Deus cessaram desde os tempos bíblicos. Pessoas que alegassem receber ensinamentos novos diretamente de Deus estariam se declarando profetas. Para uma presbiteriana como Sarah Young, isso é proibido. Mas Young disse que está fazendo algo diferente.
“Concordo que a revelação parou, na medida em que a Bíblia está completa”, escreveu Young. “Mas o que eu faço é escrever textos de devoção. Para isso, peço a Jesus que guie minha mente quando passo tempo com Ele –para me ajudar a pensar os pensamentos d’Ele.”
Em certo sentido, o que ela faz não é nada de novo. Existe uma longa tradição de cristãos que interpretam a presença de Deus na vida das pessoas. “Os textos de devoção são um gênero fundamental na categoria de escritos religiosos do setor editorial cristão”, disse Lynn Garrett, que cobre livros de religião para a “Publishers Weekley”.
O trabalho de Young é incomum por usar a voz de Jesus na primeira pessoa, e é fácil perceber como isso pode incomodar alguns cristãos tradicionalistas. Mas, quando se lê um número suficiente dos textos da série, o argumento da autora de que Jesus não está falando se torna mais plausível.
Aparecem metáforas bizarras, que não soam como algo que poderia ser dito por Jesus: “Seus pensamentos cercam o problema como lobos famintos”, diz um texto devocional em “O Chamado de Jesus”. E há o jargão contemporâneo de textos sobre bem-estar: “Sua capacidade de concentração pode ser prejudicada por estresse e fadiga”, lemos em “Jesus Today”.
Esse livro, posterior a “O Chamado de Jesus”, foi escolhido o Livro Cristão do Ano de 2013. Há um app “Jesus chamando” para smartphones e há audiolivros, agendas e outros produtos.
Quer Sarah Young esteja falando como Jesus, sobre Jesus ou com Jesus, sua voz está sendo ouvida. Se não literalmente, em telas e páginas – milhões delas.

(Fonte: Folha de S. Paulo)

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HERÓI DE HEMINGWAY MOSTRA DESPERDÍCIO DE VIDAS NA GUERRA

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De tempos em tempos, você lê um romance que não consegue tirar da cabeça. Você passa a viver num espaço intermediário entre a realidade e o mundo imaginário no qual foi introduzido. Isso me aconteceu recentemente com “Por Quem os Sinos Dobram”, de Ernest Hemingway. Passei muito tempo com Robert Jordan, o herói dinamiteiro, no labirinto de sua Guerra Civil Espanhola.
O livro cobre um período de apenas três dias, mas são três dias carregados de quase toda a essência da vida: bravura, crueldade, traição, dignidade, idealismo, futilidade, esperança, humor e amor, no caso, a paixão avassaladora entre Jordan e sua beldade espanhola, Maria. É um amor malfadado –eles nunca chegarão à Madri com que tanto sonham–, mas completo em seu breve florescer.
Jordan veio do meio-oeste americano para lutar pela República, contra os fascistas. Ele acredita na justiça de sua causa. Luta “no êxtase purgador da batalha, de boca seca, purgado do medo” por “todos os pobres do mundo, contra toda a tirania”. É essa crença que o imbui de um desapego potente. Jordan é capaz de uma concentração fria e feroz que lhe possibilita superar todos os obstáculos e cumprir sua missão de explodir uma ponte.
O que Jordan deseja não é complicado: “Ele abandonaria de bom grado a finalidade de um herói ou mártir. Não queria criar uma Termópilas, nem ser Horácio em alguma ponte, nem ser o garoto holandês com o dedo num dique. Não. Ele gostaria de passar algum tempo com Maria. Era essa a expressão mais simples do que queria. Gostaria de passar muito, muito tempo com ela.”
E, se o tivesse feito, se ele e Maria tivessem chegado às largas avenidas de Madri, e se Jordan pudesse ter mostrado a ela os prazeres da cidade –se não tivesse morrido sobre as agulhas de pinheiro do chão da floresta, tão logo após completar sua missão–, esse amor poderia ter se tornado muitas coisas, mas é claro que não teria sido o que eles imaginavam. Sua perfeição é indissociável de sua brevidade movida a adrenalina.
Pouco depois de terminar a leitura do livro, e sem que isso tivesse sido planejado, cheguei a Key West, onde Hemingway escreveu boa parte do livro. Guias conduzem grupos de turistas pela bela propriedade do escritor e falam das mulheres de Hemingway, de todos os amores que não duraram. Gatos perambulam pelo jardim, onde os animais favoritos do autor descansam num cemitério de gatos, e casamentos românticos podem ser celebrados no local, mediante o pagamento de taxa.
Num estúdio separado nos fundos da casa, vemos a máquina de escrever de Hemingway sobre uma mesinha. Me emociono, imaginando o escritor sentado ali, trabalhando horas a fio, redigindo as palavras “a partir do momento em que você o escreve, tudo desaparece”.
A caminhada curta da casa até o estúdio deveria ajudar com esse purgar necessário, representando uma separação entre a vida da família e a vida do escritor. Como observou o poeta polonês Czeslaw Milosz, “quando um escritor nasce em uma família, a família acaba”.
“Por Quem os Sinos Dobram” é o livro de um momento –um momento breve, mas suas verdades se aplicam a qualquer guerra. O derradeiro ato de Jordan, com sua derradeira respiração –depois de persuadir Maria a seguir seu caminho, pois agora ela viverá por eles dois–, é matar um homem, o tenente Berrendo, um fascista esboçado suficientemente em um trecho anterior para ter se tornado um ser humano. O desperdício é ainda mais doloroso por ser meramente citado de passagem. A guerra é desperdício encerrado em ciclos aparentemente inquebrantáveis.
Um dos ótimos personagens secundários é Karkov, jornalista russo do “Pravda”. É um comunista dotado de lendário poder de sedução, combatente pela causa da República, que se interessa por Jordan porque crê que o jovem americano possui o potencial de tornar-se escritor -“de escrever com verdade absoluta, e isso é muito raro”. O próprio Karkov é cínico. Ele comenta: “Sou jornalista. Mas, como todos os jornalistas, tenho o desejo de escrever literatura”. Diz também: “Sempre confundo os fatos. Essa é a característica do jornalista.”
Talvez seja a característica de um jornalista do “Pravda” ou talvez seja a característica de um romancista. Como observou o escritor israelense Amos Oz, “às vezes os fatos se tornam inimigos mortais da verdade”. Hemingway, jornalista quando lhe convinha, era mestre dos fatos, tanto assim que conseguia moldá-los, criando arte cujas verdades, anos depois, podem tomar conta da mente como faria uma visão.

(Fonte: Folha de S. Paulo)

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LIVRO ‘EU ME CHAMO ANTÔNIO’ REÚNE GUARDANAPOS COM VERSOS ILUSTRADOS

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Em outubro de 2012, o publicitário Pedro Gabriel, 29, criou a página “Eu me Chamo Antônio” no Facebook, com fotos de desenhos e pequenos versos feitos a caneta em guardanapos de papel. As imagens fizeram sucesso e acabam de virar livro.
A página tem mais de 370 mil curtidas e está também no Twitter, no Tumblr e no Instagram, plataforma dedicada a imagens na qual tem quase 67 mil seguidores.
Pedro Antônio Gabriel Anhorn nasceu no Chade, país africano que faz fronteira com a Líbia e o Sudão, e veio para o Brasil aos 12 anos. Filho de mãe brasileira e pai suíço que trabalha com ajuda humanitária, ele frequentou escolas francesas e demorou a escrever em português.
“Acho que foi da descoberta tardia que surgiu meu interesse pela sonoridade e pela grafia do idioma”, conta.
Quando chegou ao país, lia narrativas breves e poemas de autores como Mario Quintana e Paulo Leminski.
“Eu pensava: também quero fazer frases de impacto”, diz ele. Segundo o autor, a formação em publicidade o ajuda a condensar a informação em poucas palavras.
Durante a infância na África, com poucos amigos, Pedro aprendeu a desenhar. “Meu primeiro desenho, com três anos, foi uma girafa.”
Dos mais de mil guardanapos em que inseriu desenhos e frases poéticas, cerca de cem estão no livro – todos criados no tradicional Café Lamas, no Rio. “Parece que lá tem uma mágica, não sei se é o bar ou se é o chope.”

(Fonte: Folha de S. Paulo)

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MOSTRA COM ITENS RAROS DE EDGAR ALLAN POE É PURO FETICHE

EDGAR ALLAN POE

EDGAR ALLAN POE

É um fetiche só a exposição de livros, cartas e manuscritos de Edgar Allan Poe, que está em cartaz na Morgan Library, em Nova York, até 26 de janeiro.
Em atmosfera intimista, a mostra apresenta uma centena de itens raros -de primeiras edições a obras inteiras redigidas pelo escritor.
A documentação também se desdobra para um círculo de renomados admiradores -como Baudelaire, Dickens, Conan Doyle, T.S. Eliot, Vladimir Nabokov e Allen Ginsberg.
De Oscar Wilde, por exemplo, pode-se ver o manuscrito de “O Retrato de Dorian Gray” e ler a carta mandada a Stéphane Mallarmé, na qual agradece pelo envio da segunda edição de “O Corvo”, traduzido pelo poeta francês. A cultuada edição de 1875, com litografias do pintor Édouard Manet, é um dos “hits”da exposição.
FLORES E CORVOS
Mallarmé tomou conhecimento de Poe por intermédio de Baudelaire, que já havia “descoberto” o autor americano para o mundo literário parisiense.
O poeta de “As Flores do Mal” encantou-se com os contos e poemas que leu poucos anos antes da morte de Poe –aos 40, em 1849. “Você sabe por que, com infinita paciência, eu traduzi Poe? Porque ele era como eu”, explicou Baudelaire.
“Foi a primeira vez que abri um livro e descobri frases inteiras que eu havia imaginado escritas 20 anos antes.”
Os dois nunca se encontraram pessoalmente, mas estão juntos nas raízes da modernidade literária.
Além de edições históricas de “O Corvo” (1845), a Morgan exibe raríssimos exemplares de “Tamerlane” (1827), o primeiro livro de poemas do escritor, que teve tiragem de apenas 50 cópias.
Entre as dezenas de manuscritos, chama a atenção o do conto “A Tale of The Ragged Mountains”, de 1843: Poe colou as folhas de papel na vertical, produzindo um “rolo” –que funciona, na parede, como uma espécie de objeto literário.
NO CINEMA
A mostra, intitulada “Terror da Alma”, também reúne escritos e documentos relativos à atividade crítica do escritor, que lhe deu notoriedade antes de seus êxitos literários.
O toque pop fica por conta do cartaz do filme “Histórias Extraordinárias”, de 1968. São três episódios dirigidos por Federico Fellini, Louis Malle e Roger Vadim, e estrelados por Brigitte Bardot, Alain Delon, Jane Fonda e Terence Stamp.

(Fonte: Folha de S. Paulo)

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DANIEL GALERA E DOIS AUTORES DE EDITORAS INDEPENDENTES LEVAM PRÊMIO SP DE LITERATURA

Paula Fábrio e Jacques Fux recebem seus prêmios de melhores do ano. Daniel Galera não participou do evento

Paula Fábrio e Jacques Fux recebem seus prêmios de melhores do ano. Daniel Galera não participou do evento

Daniel Galera e dois estreantes publicados por editoras independentes, Jacques Fux e Paula Fabrio, foram os vencedores da sexta edição do Prêmio São Paulo de Literatura, cujo resultado foi anunciado na segunda (25), no Museu da Língua Portuguesa.
“Barba Ensopada de Sangue” (Companhia das Letras), quarto romance de Galera, venceu na categoria livro do ano. O autor, que não compareceu à cerimônia, ganhou R$ 200 mil.
A obra acompanha um professor de educação física que se muda para um vilarejo em Santa Catarina em busca da verdade sobre a misteriosa morte do avô. Os direitos do livro já foram vendidos para mais de dez países.
Jacques Fux, 36, foi o vencedor na categoria livro do ano de estreante com menos de 40 anos pelo romance “Antiterapia” (Scriptum), e Paula Fabrio, 43, venceu na categoria estreante com 40 anos ou mais por “Desnorteio” (Patuá).
“É um sinal de que o trabalho das pequenas editoras está sendo valorizado”, disse Paula, que faz mestrado na USP. Fux também segue carreira acadêmica – atualmente, cursa o pós-doutorado em literatura pela Unicamp.
“Desnorteio” fala sobre três irmãos que passaram a viver da mendicância na segunda metade do século passado, no interior de São Paulo.
“Parti de um ponto real, a história de uns tios meus, para a ficção”, disse Paula, que já tinha tentado publicar contos por grandes editoras duas décadas atrás. “Desta vez tentei só a Patuá e mais uma, e deu certo”, disse.
“Antiterapias”, de Fux, é uma autoficção e uma espécie de releitura de “O Complexo de Portnoy”, de Philip Roth, nas palavras do autor, tratando de temas como memória e misticismo judaico.
Ambos os livros saíram com apenas 500 exemplares e não venderam muito, segundo os autores. “Espero que agora venda mais”, disse Fux, que já tem agente literária para tentar vender sua obra para outros países, Luciana Villas-Boas.
Cada um dos estreantes receberá R$ 100 mil, na primeira edição do prêmio que dividiu a categoria em duas.
Concedido pelo governo do Estado de São Paulo, o Prêmio SP é o maior em valor do país.

(Fonte: Folha de S. Paulo)

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CONTOS DA DITADURA

Bernardo Kucinski

Bernardo Kucinski

Junto à leva de livros-reportagem sobre a ditadura previstos pelas editoras para 2014, quando se completam 50 anos do golpe de 64, uma ficção deve se destacar. Trata-se do primeiro livro de contos do cientista político Bernardo Kucinski, que, em 2012, foi finalista dos prêmios Portugal Telecom e SP de Literatura com o romance “K” (Expressão Popular, esgotado), sobre o mesmo tema. A obra sairá pela Cosac Naify, que planeja lançá-lo junto com a reedição de “K”. Kucinski diz que “muitos personagens levarão os leitores a se perguntarem ‘será que é ele?’ ou ‘será que é ela?'” e que algumas histórias inspiram-se em relatos reais. E argumenta que as narrativas, embora sejam “invenções”, “transmitem melhor do que um estudo acadêmico o clima que se viveu no Brasil nos anos 1960 e 1970”.

(Fonte: Painel das Letras – Folha de S. Paulo)

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EXEMPLARES RAROS

Daniel Munduruku - único representante indígena da última Feira de Frankfurt

Daniel Munduruku – único representante indígena da última Feira de Frankfurt

Dos 896 mil índigenas que vivem hoje no Brasil, só 35 são escritores que publicam obras regularmente, segundo dados do Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas. Quatro deles estarão na Flipoços, a festa literária de Poços de Caldas, de 26 de abril a 3 de maio de 2014.
São eles Daniel Munduruku – único representante indígena da última Feira de Frankfurt, em outubro–, Cristino Wapichana, Olivio Jekupé e Rosy Wasiry Guará, todos com produção para o público infantojuvenil.
Wapichana, presidente da Associação dos Escritores Indígenas, diz que esses autores também se dedicam a obras adultas, mas o olhar para o público jovem ganhou força com a lei 11.645/08, que estipula o ensino sobre culturas afrobrasileira e indígena nas escolas.

(Fonte: Painel das Letras – Folha de S. Paulo)

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GUERRA

Suzanne Collins

Suzanne Collins

“The Year of the Jungle”, infantil da megaseller Suzanne Collins, sairá pela Rocco no ano que vem. É baseado nas memórias da escritora, que viu o pai deixar a família para lutar a Guerra do Vietnã quando ela tinha seis anos. A série mais famosa da autora, “Jogos Vorazes”, já vendeu 500 mil cópias no país. Seu segundo volume, “Em Chamas”, chegou ao cinema na última semana.

(Fonte: Painel das Letras – Folha de S. Paulo)

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SAÚDE DIGITAL

Pedro Burgos

Pedro Burgos

Do vício no joguinho “Candy Crush” à interação via redes sociais nas manifestações, a relação (por vezes doentia) dos usuários com a tecnologia virtual é o tema de “Conecte-se ao que Importa”, espécie de manual para uma vida digital saudável, que a LeYa programa para o ano que vem. O autor é Pedro Burgos, editor-chefe do site Gizmodo Brasil.

(Fonte: Painel das Letras – Folha de S. Paulo)

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SÓ DEPOIS

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Por falar em digital, por ora chegará apenas nesse formato o número 69 da “Revista da Biblioteca Mário de Andrade”, com lançamento nesta quinta-feira, às 17h30, na instituição.
A versão impressa da revista anual, que nesta edição inclui dossiês sobre Hilda Hilst e a Boca do Lixo, fica para 2014. A Imprensa Oficial do Estado de SP, que edita a revista, está ocupada com publicações para a Fundação para o Desenvolvimento da Educação.

(Fonte: Painel das Letras – Folha de S. Paulo)

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