OUTUBRO – 2013

ESCRITOR ILIJA TROJANOW É IMPEDIDO DE EMBARCAR DE SALVADOR PARA OS EUA

Autor está no Brasil, onde lançou livro, e atribui proibição a críticas à Agência de Segurança Nacional

Autor está no Brasil, onde lançou livro, e atribui proibição a críticas à Agência de Segurança Nacional

De passagem pelo Brasil para o lançamento de seu romance Degelo (Companhia das Letras), o escritor alemão de origem búlgara Ilija Trojanow, de 48 anos, foi impedido, na segunda-feira, 30, de embarcar em Salvador num voo da American Airlines rumo aos Estados Unidos para um encontro acadêmico. “Não me deram nenhuma razão ou explicação”, disse o escritor ao Estado.
Em texto publicado na terça, 1.º, pelo jornalFrankfurter Allgemeiner, ele comenta que suas críticas ao escândalo de espionagem da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) teriam motivado a proibição de sua entrada no País e conta em detalhes sua passagem pelo aeroporto de Salvador, quando uma funcionária da companhia aérea teria dito que seu caso era “especial”.
Já no aeroporto do Rio, no início da noite, enquanto esperava para embarcar de volta à Alemanha, o escritor afirmou que tinha um visto válido. “Eu me sinto prejudicado no meu trabalho de escritor e jornalista porque eu estava viajando para um grande colóquio sobre literatura alemã, onde eu seria um dos conferencistas.” Sobre o motivo da proibição do embarque, disse: “Eu só posso especular: não sou o primeiro jornalista crítico que foi incomodado pelas autoridades americanas. Qualquer que seja a razão, tal arbitrariedade não é aceitável numa sociedade democrática.”
Trojanow vai tentar viajar de novo para os Estados Unidos e diz que pretende descobrir por que está na lista negra. Este não foi o primeiro problema do autor com o país. No artigo do diário alemão, ele contou que no ano passado solicitou um visto – que foi negado – para atuar como professor convidado da Universidade de Washington em St. Louis. Depois de protestos da universidade, o visto foi concedido.

(Fonte: Estadão)

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LIVRO DE MEMÓRIAS DO GERENTE DAS TURNÊS DE BOB DYLAN NOS ANOS 1960 ESTÁ PREVISTO PARA 2014

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A editora novaiorquina St. Martin’s Press anunciou na terça. 1.º, que adquiriu os direitos de Another Side of Bob Dylan (Um outro lado de Bob Dylan, em tradução livre), de Victor Maymudes, morto em 2001. O livro está sendo escrito pelo filho de Maymudes, Jacob, e será baseado em gravações que Maymudes fez pouco tempo antes de morrer.
Victor Maymudes conheceu Bob Dylan no Greenwich Village (Nova York) no início dos anos 1960 e por alguns anos trabalhou como gerente de turnê do cantor, função que também desempenhou nos anos 1980 e 1990. De acordo com a editora, o livro deve incluir o relato de Maymudes sobre a vida na estrada com Dylan, o primeiro encontro do músico com os Beatles, seu romance com Joan Baez e outros casos.

(Fonte: Estadão)

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GARCÍA MÁRQUEZ MOSTRA BOM HUMOR EM SUAS ANDANÇAS

Nobel de Literatura participa de inauguração de boliche e passeia por shopping na Cidade do México.

Nobel de Literatura participa de inauguração de boliche e passeia por shopping na Cidade do México.

Prêmio Nobel de Literatura de 1982 e que passou os últimos anos recluso, o colombiano Gabriel García Márquez, de 86 anos, participou, no domingo, da inauguração do Royal Bol, um salão de boliche e de jogos na Cidade do México, onde vive. Segundo a imprensa mexicana, ele tirou fotos, cumprimentou crianças e mostrou o dedo médio para fotógrafos. Há pouco mais de um ano, foi anunciado que o autor de Cem Anos de Solidão sofria de demência senil.
E, na segunda-feira, o escritor visitou um shopping center também na Cidade do México, onde mostrou muito bom humor, até atendeu a pedidos de admiradores e posou para fotos. Sempre sorridente, Gabo ainda cumprimentou a todos e caminhou pelo local. Segundo uma fonte próxima ao escritor, essas suas saídas mostram que ele se encontra em ‘um bom estado de saúde’.

(Fonte: Estadão)

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BERNARDO CARVALHO SATIRIZA OS PRECONCEITOS DO BRASILEIRO MÉDIO EM “REPRODUÇÃO”

Romance é o 11º da carreira do autor, um dos escritores contemporâneos com melhor recepção crítica no país.

Romance é o 11º da carreira do autor, um dos escritores contemporâneos com melhor recepção crítica no país.

Autor de alguns dos livros de melhor recepção crítica entre a recente literatura contemporânea, como As Iniciais (1999), Nove Noites (2002) ou Mongólia (2003), o carioca Bernardo Carvalho aborda, em seu novo livro, Reprodução, uma sociedade que, segundo ele, está imersa em um paradoxo perigoso: o risco de que opiniões e ações se exacerbem de tal modo que acabem flertando com seu contrário. Seu protagonista, um homem preso em uma sala de embarque de um aeroporto, revela, nas fissuras de um discurso que se pretende isento, uma carga de preconceito que o impede de abrir-se para a opinião alheia (não por acaso, nunca transcrita).
Reprodução aposta em um humor mais cáustico.

(Fonte: Zero Hora)

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AUTORA REÚNE EM LIVRO MAPAS ‘SENTIMENTAIS’ DE NOVA YORK

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Wall Street: pesar. Algum ponto a oeste do Central Park: um mendigo me perseguiu aos berros. Meatpacking District: demora para se apreciar.
Registros como esses, espalhados em 75 mapas de Nova York, foram reunidos pela americana Becky Cooper, 25, no livro “Mapping Manhattan” (mapeando Manhattan), lançado em abril nos EUA.
A escritora percorreu a ilha nova-iorquina de ponta a ponta, entregando mapas em branco a moradores e pedindo que cada um os devolvesse com anotações livres. A proposta era criar um “quadro emocional” da cidade.
“São autobiografias acidentais”, diz Becky à Folha. “Em vez de revelar algo sobre os lugares, os mapas dizem mais sobre quem os criou.”
Alguns mandaram colagens, outros enviaram locais onde viveram amores. Um marido apontou os hospitais em que a mulher fez quimioterapia e morreu.
“As instruções foram propositalmente vagas”, diz Becky, que se inspirou em “As Cidades Invisíveis”, obra sobre lugares e memórias escrita por Italo Calvino (1923-1985).
Ela estima ter recebido 400 mapas, alguns incluídos em seu site (mapyourmemories.tumblr.com), que ainda aceita contribuições.
A lista inclui famosos como Philippe Petit, que em 1974 se equilibrou num cabo entre as torres do World Trade Center.
O mapa que encerra o livro é da própria autora. Aponta onde estudou, o primeiro emprego e onde “perdeu a dignidade”. “No meu mapa, um lugar só existe se há alguma emoção ligada a ele.”

MAPPING MANHATTAN
AUTORA Becky Cooper
EDITORA Abrams
QUANTO US$ 13,96 (cerca de R$ 31), na Amazon.com

(Fonte: Folha de S. Paulo)

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LIVRO INFANTIL DE PAUL MCCARTNEY VAI VIRAR ANIMAÇÃO 3D EM 2015

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O livro infantil de Paul McCartney “Lá no alto das nuvens” já tem previsão para ganhar uma versão para o cinema. A animação será em 3D e chega à telona em 2015, segundo a “Variety”. A história de um esquilo que tenta encontrar um santuário chamado Animalia foi escrita em parceria do ex-beatle com Geoff Dunbar e Philip Ardagh.
“’Lá no alto das nuvens’ é um projeto apaixonante para mim”, disse McCartney em um comunicado. “Estou feliz de trabalhar em parceria com Randa Ayoubi e David Corbett, David Michael Lynne e Bob Shaye. Josh Klausner e Tony Bancroft vão ser capazes de criar uma animação calorosa e engraçada”.
A trilha sonora fica por conta de Macca, que vai compor canções inéditas para a trama. Tony Bancroft, que tem a animação da Disney “Mulan” no currículo, vai ser o diretor do projeto que tem roteiro assinado por Josh Klausner, de “Shrek para sempre”.
Com o título em inglês “High in the clouds”, ele chegou às livrarias em 2005, ganhando tradução para o português pela editora Planeta.
“Sabemos o quanto esse projeto é especial para Sir Paul e o quanto ele está animado para fazer parte dessa maravilhosa, criativa colaboração”, disse Michael Lynne, que produz o filme com Bob Shaye, dos estúdios New Line.
Paul McCartney responde fãs após 50 anos
Duas fãs da Inglaterra receberam uma mensagem inusitada do ex-beatle. Há 50 anos, Barbara Bezant e Lyn Phillips gravaram uma fita e enviaram endereçada a ele no Finsbury Park Astoria, teatro em Londres onde a banda iria se apresentar. A fita, então, foi comprada por um colecionador, que entrou em contato com o programa “The One Show”, da BBC, responsável por promover o “diálogo”.
A gravação dizia “esse sonho é só para entrar nos bastidores e ver você, mas acho que isso nunca vai acontecer. Mas sempre podemos viver em esperança, não podemos?”.
McCartney escreveu um agradecimento pela “mensagem amável” e completou: “Finalmente chegou a mim. Melhor tarde do que nunca. Bom saber que vocês estão juntas depois de tanto tempo. Continuem gostando de música. Com amor, Paul”.
Na época, Barbara tinha 17 e Lyn 19 anos, e viviam no sul de Londres.

(Fonte: O Globo)

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NOVO LIVRO DE BRIDGET JONES TERÁ UMA MORTE INESPERADA

Em trecho divulgado pela autora, a personagem principal voltará a procurar um novo amor após a perda de Mark Darcy

Em trecho divulgado pela autora, a personagem principal voltará a procurar um novo amor após a perda de Mark Darcy

A vida não tem sido fácil para a personagem Bridget Jones. No terceiro livro da série, Mad About the Boy (“Louca pelo Garoto”, numa tradução livre), previsto para ser lançado em novembro no Brasil, a famosa solteirona, que passou anos tentando se casar, vai se tornar uma solitária viúva de 51 anos após a morte de seu marido, Mark Darcy.
A inesperada baixa do personagem foi revelada em um trecho do livro escrito por Helen Fielding, criadora da série, e publicado no último domingo no jornal The Sunday Times. O motivo da morte ainda não foi revelado. Os únicos detalhes que os fãs sabem até agora é que Bridget tem dois filhos e voltará a viver os mesmos dilemas do passado, como controlar o peso, a quantidade de cigarros que fuma por dia e se envolver novamente no complicado mundo dos relacionamentos.
O livro Mad About the Boy é fruto de um intervalo de catorze anos desde o lançamento da segunda história da série, Bridget Jones: o Limite da Razão, de 1999. O primeiro chegou às lojas em 1996 sob o título O Diário de Bridget Jones.
Cinema – Os dois primeiros livros foram adaptados para o cinema com Renée Zellweger no papel principal e Hugh Grant e Colin Firth como Daniel Cleaver e Mark Darcy, respectivamente. Sucessos de bilheteria, as adaptações arrecadaram juntas 543 milhões de dólares ao redor do mundo.
Um novo filme sobre a personagem foi anunciado novamente com Renée Zellweger no papel de Bridget. Diferentemente dos dois últimos longas, este não estará relacionado com o romance de Helen Fieldings, e sim com antigos contos da escritora. Apesar das notícias, a produção ainda não tem data de estreia prevista e Renée não lança nada desde A Minha Canção de Amor, de 2010.

(Fonte: Veja)

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CANADENSE DAVID GILMOUR CORTA LIVROS DE MULHERES DE AULAS

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O escritor e professor canadense David Gilmour, autor de O Clube do Filme (Intrínseca), disse em entrevista à revista eletrônica Hazlitt, da editora Random House Canada, que não está interessado em ensinar livros escritos por mulheres em seu curso na Universidade de Toronto. Ao receber em sua casa a reportagem da Hazlitt, o vencedor do Governor General’s Literary Awards de 2005 mostrou sua estante de livros. Mas, como ele havia mudado de residência poucos dias antes, a maior parte da coleção ainda estava em caixas e apenas alguns exemplares — do francês Marcel Proust, dos russos Liev Tolstói e Anton Tchekhov, além de traduções de seus livros — ficavam à mostra. Foi ao comentar esses exemplares, e sua paixão pela literatura russa, que ele revelou a sua indiferença por livros assinados por mulheres, cortadas das aulas que dá.
“Ensino mais autores russos e americanos. Não muitos canadenses. Só consigo ensinar o que amo”, disse ele, professor de conto moderno para alunos do terceiro e quarto anos de faculdade. “Não estou interessado em ensinar livros escritos por mulheres. Virginia Woolf é a única escritora que me interessa, então uso um de seus contos. Quando me ofereceram esse trabalho, eu avisei que somente ensinaria autores que eu realmente amo. Infelizmente, isso não amo autores chineses ou femininos. O que ensino são homens. Homens heterossexuais sérios. F. Scott Fitzgerald, Tchekhov, Tolstói. Homens realmente homens. Henry Miller. Philip Roth.”
Gilmour, pré-selecionado para concorrer ao prêmio canadense de literatura Giller com o romance Extraordinary, ainda sem tradução no Brasil, afirma que conseguiu o emprego como professor universitário mesmo sem um doutorado, geralmente exigido pela Universidade de Toronto. “Sou um professor natural, fui treinado pela televisão por muitos anos. Eu sei falar para uma câmera, portanto sei falar para uma sala cheia de alunos. É a mesma coisa. E meu livro O Clube do Filmeé sobre ensinar coisas da vida e do mundo com a ajuda do cinema”, disse ele, que foi comentarista de artes no canal CBC Television por cerca de onze anos.
Gilmour, infelizmente, não foi o primeiro a dar uma declaração como essa. O Nobel de Literatura V. S. Naipaul afirmou ao jornal britânico The Guardian em 2011 que nenhuma mulher escritora estava à sua altura, devido ao “sentimentalismo” e à “estreita visão de mundo” feminino.

(Fonte: Veja Meus Livros)

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BIBLIOTECAS PÚBLICAS À ESPERA DE LEITORES

Algumas têm mais funcionários que usuários; 'Há mês que não vem ninguém', diz bibliotecária

Algumas têm mais funcionários que usuários; ‘Há mês que não vem ninguém’, diz bibliotecária

Existem centenas de bibliotecas em São Paulo, de instituições públicas e privadas, cujo acesso é livre. Entretanto, muitas delas são praticamente desconhecidas da população – e permanecem quase vazias na maior parte do tempo.
É o caso da que funciona na Assembleia Legislativa, na frente do Parque do Ibirapuera. São 14 mil livros que ficam à disposição tanto dos funcionários e deputados quando da população em geral – o espaço funciona de segunda a sexta, das 9h às 20h. “Mas muito pouca gente vem”, comenta a bibliotecária responsável, Patricia Ide.
Ela e outros nove funcionários trabalham ali. Mais do que os oito visitantes por dia que o local costuma receber, em média. “E a maioria dos visitantes vem para ler o jornal do dia”, diz Patricia.
Outro exemplo de pouca frequência é a biblioteca mantida pela Academia Paulista de Letras, instituição fundada há 104 anos no centro de São Paulo. Tem um acervo riquíssimo. São cerca de 80 mil títulos, muitos deles em raras primeiras edições dos séculos 17 e 18 – o foco é a literatura brasileira.
“Na média, devemos receber umas oito pessoas por mês. Mas tem mês que chega a vir um por dia. Tem mês que não vem ninguém”, comenta uma das duas funcionárias, a bibliotecária Maria Luiza Pereira de Souza Lima. A biblioteca fica no terceiro andar do prédio da Academia e funciona de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 17h – exceto às quintas, quando só abre pela manhã.
“Os que nos procuram, em geral, são pesquisadores, acadêmicos que estão fazendo tese de mestrado ou doutorado, por exemplo”, explica Maria Luiza. O acervo foi montado, ao longo das décadas, com base em doações – em geral, dos próprios membros da Academia. “Já é uma tradição não termos verba para adquirir novos livros”, comenta a funcionária. Os móveis do ambiente, feitos pelo antigo Liceu de Artes e Ofícios, dão uma aura clássica ao espaço.
Prato cheio para quem gosta de pesquisar em livros de História, a biblioteca do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo funciona de segunda a quinta, das 12h às 17h. Ali há 4,8 mil livros, principalmente sobre a Revolução Constitucionalista de 1932. “Mas também sobre outras revoluções e sobre a História do Brasil e de São Paulo”, apresenta a bibliotecária Ivone Cavalcanti Maciel.
Ivone afirma que são cerca de 150 visitantes por mês. “Entretanto, há um público sazonal, que surge todos os anos nas proximidades do feriado de 9 Julho, data em que se comemora a Revolução de 1932”, explica a bibliotecária.
Acessível. Muito provavelmente pela localização, a biblioteca que funciona na Câmara Municipal não tem público tão pequeno. Diariamente, são cerca de 50 os que consultam o acervo da casa, formado por 22 mil títulos, das mais variadas áreas – neste mês, 14 títulos foram incorporados às estantes, entre eles o livro 28 Contos, de John Cheever, Afinado Desconcerto, de Florbela Espanca e 125 Contos, de Guy de Maupassant. A biblioteca funciona de segunda a sexta, das 10h às 18h30.
“Estamos no meio de um processo que, acreditamos, culminará com um aumento do número de visitantes”, explica o secretário de Documentação da Câmara Municipal, Angelo Caio Monteiro da Cruz, cuja pasta é responsável pela biblioteca. “Na reforma do térreo está prevista a mudança da biblioteca para lá. Acredito que ali ficaremos mais acessíveis. Nosso público deve dobrar.”
Municipais. Mais conhecidas pela população, há 56 bibliotecas públicas municipais espalhadas pelos bairros da capital. Elas recebem 85 mil pessoas por mês – gente interessada em mais de 4 milhões de livros dos acervos de toda a rede.
De todas as unidades, a que recebe menor público mensal é a Chácara do Castelo, no Jardim da Glória, com média de 401 visitantes por mês. Seguida de perto pela que fica no bairro do Limão, a Menotti Del Picchia, com uma média mensal de 456 visitantes.
Na outra ponta, as recordistas de público são a Mário de Andrade, por onde passam mais de 32 mil pessoas por mês, e a biblioteca do Centro Cultural São Paulo, com 24 mil usuários por mês.

(Fonte: Estadão)

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