SETEMBRO – 2013

MORREU O CRONISTA TELMO MARTINO

13246200MORREU O CRONISTA TELMO MARTINO

Famoso pela coluna que escreveu no ‘Jornal da Tarde’ nos anos 1970 e 80, ele criava amigos e desafetos com inteligência
Nos anos 1970 e 80, o termo ‘celebridade’ ainda não estava em voga, mas ninguém poderia ser reconhecido como tal se não ganhasse linhas elogiosas na coluna que o jornalista Telmo Martino publicava no Jornal da Tarde. Em outras palavras, ninguém era ninguém em São Paulo se não fosse lembrado por ele.
“Chocho quando elogiava, Telmo corroía ao fustigar suas antipatias”, comentou Humberto Werneck, em um texto publicado no Estado em 2011. “A coluna, que levava seu nome, parecia um carrossel no qual giravam umas poucas, obsessivas personagens, talvez menos de cem, às quais se grudavam sempre os mesmos venenos”, continua Werneck, que conviveu na redação do JT com Martino, morto na madrugada de terça, no Rio, aos 82 anos, de complicações decorrentes de uma pneumonia – estava internado desde 22 de agosto.
E era um veneno capaz de provocar choro e intenções de assassinato da parte dos citados, às terças, quintas e sábados, quando era publicada a coluna, que, de uma forma geral, despertava gargalhadas do leitor. Afinal, em uma época em que as colunas sociais se limitavam a fazer elogios de casamentos e batizados de bacanas, Telmo Martino não apenas apresentava uma crônica da vida cultural e social de São Paulo como também sintonizava a cidade com Nova York, Paris, Rio e, claro, Londres, fontes de informações que vinham embrulhadas em um fino humor.
“As pessoas liam Telmo e saíam repetindo seus epítetos, piches e definições”, observou Ruy Castro, em uma crônica publicada pelo Estado em 2004, quando foi lançado um livro, Serpente Encantadora (Planeta), com seleção de suas melhores crônicas. “Telmo apostava que o leitor sabia tanto quanto ele e não se preocupava em ficar explicando. O fato de ter sido um constante sucesso durante dez anos é a prova de que tinha leitores de alto nível em quantidade suficiente para continuar sendo publicado.”
Humberto Werneck considerava que o melhor da escrita de Telmo Martino eram as “turmas” que ele delimitou e nomeou. “Numa paisagem em que pululavam bichos-grilos, rótulos como ‘barba-e-bolsa’ e ‘poncho-e-conga’ dispensavam explicação. Uma colônia italiana endinheirada e melômana constituía o pessoal do ‘Scala-e-escarola’. Paulo Maluf e outros descendentes de libaneses formavam o bando do ‘quibe-e-quilate’, a um tempo glutão e exibido, e assim por diante.”
Martino foi colega de Paulo Francis e Ivan Lessa, formando um trio de jornalistas cultos, críticos e sofisticados. Antes de chegar ao JT, em 1971, passou pelas revistas Senhor e Diners e pelos jornais Última Hora e Correio da Manhã. Criou inimizades, recebeu ameaças e até um chute no traseiro, desferido pelo poeta Mario Chamie.

FRASES AFIADAS

Fernando Henrique Cardoso era, para Telmo Martino, o “sénateur mulâtre” ou o “parvenu do palanque”.
Patrício Bisso, artista, “uma mistura de Betty Boop, Bette Davis, Betty Grable, Betty Ford e Lady Macbeth”.
Franco Montoro, ex-governador, era “o último fã de Zasu Pitts”.
Elba Ramalho, “a frajola do flagelo”.
Cecília Meireles, “a poetisa à prova de Fagner”.
Betty Milan, “a La Goulue do Lacan-can-can”.
Othon Bastos, “o ator que poderia ter sido Johnny Carson, mas preferiu ser Ferreira Neto”.
A revista ‘Nova’ era definida como “o Kama-Sutra das estenodatilógrafas”.

(Fonte: O Estado de S. Paulo)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

ESCOLHA DE ATORES DE ‘50 TONS’ DECEPCIONA FÃS

1

Reclamações colocaram os nomes dos personagens e da série de livros eróticos entre os assuntos mais comentados nas redes sociais

ESCOLHA DE ATORES DE ‘50 TONS’ DECEPCIONA FÃS

Anunciada na segunda-feira, dia 02 de setembro, pela escritora E.L. James, autora da trilogia erótica Cinquenta Tons de Cinza, a escalação de atores para os papéis principais da adaptação cinematográfica mais comentada do ano provocou diversas reações de fãs na internet. Infelizmente, para eles, a maioria negativa.
Charlie Hunnam, que conquistou o cobiçado papel do galã sado Christian Grey, é tido como “velho demais” para o papel por alguns leitores da série. O ator tem 33 anos, enquanto o personagem Grey, 27. Já Dakota Johnson, atriz que interpretará Anastasia Steele, é considerada inadequada para ser a heroína virginal da história por ser loira, mas nada impede que ela pinte o cabelo. Seu nome irritou tanto os fãs que foi colocado no ranking mundial de “trending topics”, escala que mostra os assuntos mais comentados do Twitter no momento.
A principal reclamação, no entanto, diz respeito à aparência de ambos, considerada “comum” pelos leitores, que, pelo jeito, pintavam seus heróis como dois deuses gregos.
Outra queixa diz respeito ao fato de ambos os atores serem pouco conhecidos do grande público. Os leitores apostavam em nomes famosos, como Ian Somerhalder, Henry Cavill e Channing Tatum para viver Christian Grey; e Mila Kunis, Emma Stone e até Kristen Stewart para Anastasia. “As pessoas que escolheram os atores de Cinquenta Tons de Cinza me deixaram deprimida. Eu estava ansiosa por este filme, agora não estou mais”, escreveu no Twitter uma fã chateada.

2

Atriz Dakota Johnson em um evento do canal FOX, em 2008

Apesar das críticas, essa não é a primeira vez que leitores se decepcionam com um elenco escolhido para estrelar filmes adaptados de livros famosos. Outros atores já passaram pela mesma situação. Robert Pattinson foi um deles quando, na fase de pré-produção de Crepúsculo, foi mal recebido pelos fãs da saga por não ser tão bonito e malhado como os leitores imaginavam seria o vampirão Edward Cullen.
Outra que sofreu o mesmo tipo de rejeição foi Jennifer Lawrence ao ser eleita para o papel de Katniss, na adaptação cinematográfica da trilogia Jogos Vorazes. Jennifer foi apontada como “cheinha” para o papel de uma garota que passa fome, e que seria inadequada por ser loira, enquanto Katniss é morena. “As pessoas esquecem que cabelos podem mudar de cor”, chegou a brincar a garota na época da divulgação do primeiro filme.

(Fonte: Veja)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

O PEQUENO JUIZ

3O PEQUENO JUIZ

Joaquim Barbosa entrou no panteão de heróis nacionais da brasiliense Thesaurus, que inicia em setembro a série infantil “Pequenos, Grandes Brasileiros”. Pródigo em despertar reações de amor e ódio, o presidente do Supremo Tribunal Federal é o único nome contemporâneo na coleção, ao lado de Juscelino Kubitschek, Santos Dumont, Barão do Rio Branco e outros.
O volume “Joaquim, o Pequeno Juiz” está pronto, com texto de João Carlos Amador e desenhos de Nestablo Ramos (na capa, Barbosa aparece criança, jogando bola), mas falta à editora conseguir uma hora com o juiz para pedir autorização de uso de imagem. O plano do editor Victor Tagore é levantar “exemplos para a juventude” e lembrar que “grandes homens também foram crianças, que tinham medos, amigos e brincavam”.

(Fonte: Folha de S. Paulo)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

NA BIENAL, AUTORES DIZEM QUE LIMA BARRETO E GRACILIANO NÃO ERRARAM AO MALDIZER FUTEBOL

4NA BIENAL, AUTORES DIZEM QUE LIMA BARRETO E GRACILIANO NÃO ERRARAM AO MALDIZER FUTEBOL

Dois escritores e intelectuais que estão entre os grandes pensadores do Brasil publicaram artigos, no início do século 20, de forma crítica e desabonadora contra o futebol.
Tanto Lima Barreto quanto Graciliano Ramos acreditavam que o esporte “não pegaria” no Brasil, jamais seria popular e que os chutes na bola que chamavam a atenção nas grandes cidades eram apenas uma febre passageira ou estrangeirismo sem maior sentido. Estavam errados, certo? Errado.
Na opinião de dois especialistas que participaram na noite de segunda-feira (2) do Placar Literário, espaço de debate sobre futebol na Bienal do Livro do Rio, errados estão os analistas apressados que, fora de contexto, deduziram que Lima Barreto e Graciliano Ramos haviam se equivocado.
Joel Rufino dos Santos, autor do ensaio “Sociedade e Problema Racial na Obra de Lima Barreto”, argumentou que as preocupações do autor sobre o futebol eram pauta dentro do engajamento social de sua obra: ele via no futebol mais um elemento de discriminação racial.
Santos diz que o país em que Lima Barreto previra o fracasso do futebol deixaria de existir anos depois, quando o escritor já havia morrido.
“O certo é que Lima Barreto perdeu e o futebol ganhou. Mas, a partir da 1ª Guerra (1914-1918), o país já mudara, por conta de uma verdadeira revolução social. Antes de 1930, o que se chama hoje de Brasil simplesmente não existia”, afirmou Santos, explicando que as previsões do autor sobre o futebol devem ser lidas dentro do contexto social e temporal em que foram escritas.

GRACILIANO

Caso semelhante se passou com Graciliano Ramos, pelo menos no entendimento de Dênis de Moraes, biógrafo do escritor. No caso de Graciliano, o problema não seria o fato de que houve mudanças sociais importantes. Seria necessário considerar que ele escrevera contra o futebol em um jornal em Palmeira dos Índios, no interior de Alagoas, sob outra realidade.
“Graciliano foi descrito pela história oficial do século 20 sempre como um homem rude. Foi um escritor privado de sua contradição.”
Para Moraes, está claro que no tal artigo célebre em que Graciliano diz que o futebol seria “logo esquecido”, ele se refere à realidade sertaneja, para o público sertanejo que certamente leria o periódico “O Índio”, mantido pela diocese da cidade alagoana.
“Ambos se insurgiam contra o futebol por questões sociais, mas também porque o viam como algo estrangeiro”, concluiu Moraes.
O Placar Literário, uma das novidades da Bienal do Livro do Rio, traz debates e discussões envolvendo autores que abordam o futebol em sua literatura.

(Fonte: Folha de S. Paulo)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

CRIADOR DE JOGO ‘ASSASSIN’S CREED’ LAMENTA TRAGÉDIA COM FÃ DO GAME

5

Jogo teria influenciado menino de 13 anos a matar família em São Paulo.
Criador do game esteve na Bienal do Livro do Rio para lançar HQ.

CRIADOR DE JOGO ‘ASSASSIN’S CREED’ LAMENTA TRAGÉDIA COM FÃ DO GAME

“Eu não quero falar sobre isso. Claro que eu lamento pela tragédia com esta família. Sei que há uma investigação correndo e não quero especular nada, não me sinto qualificado para falar sobre o caso”, declarou Corey May, criador da série de jogos ‘Assassin’s Creed’, apontado pela investigação da morte dos cinco integrantes da família Pesseghini, em São Paulo, como influência. O jovem Marcelo Pesseghini, de 13 anos, era usuário do jogo, e é apontado como principal suspeito de matar sua família e depois se suicidar. A declaração foi dada no início da tarde de domingo (1) no quarto dia da 16ª Bienal do Livro no Rio, na Zona Oeste.

6

O autor, que esteve presente na feira para lançar a versão de história em quadrinhos homônima ao jogo, disse ainda que “as pessoas têm que entender que o jogo é uma simulação”. Ele acrescentou que talvez os jogos devessem ser destinados apenas para maiores de 18 anos, mas que “as pessoas que criam a classificação são especialistas no setor”.
Sobre a diferença entre o jogo e a versão em HQ, o criador de Assassin’s Creed disse que viu a oportunidade de detalhar os personagens no livro.“Queríamos usar os livros para aprofundar mais nos personagens. É uma tremenda oportunidade de mandar muito conteúdo para as pessoas”.
Respondendo a pergunta de um leitor que estava na plateia, ele disse que não pode escolher um personagem favorito, assim como uma mãe não pode escolher entre um filho ou outro. Corey May contou ainda que há um filme sendo desenvolvido inspirado na série.

(Fonte: G1 Rio)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

ARTISTAS EXPÕEM NOVA ALEMANHA NA BIENAL

Bas Böttcher

Bas Böttcher

COM RAP E CARINHO DO PÚBLICO, ARTISTAS EXPÕEM NOVA ALEMANHA NA BIENAL

País homenageado da 16ª Bienal do Livro do Rio, a Alemanha dribla as barreiras da língua e conquista o público. Um exemplo do esmero alemão em expor sua cultura é o palco integrado ao estande de 400 m² montado no Riocentro, Barra da Tijuca, zona leste do Rio.
Para derrubar o estigma de que a cultura do país europeu se resume aos clássicos do romancismo do século 19, da música clássica ou da filosofia, a Alemanha trouxe talentos jovens como Bas Böttcher, um artista multiplataforma que combina poesia, música e interpretação.
Para superar as diferenças entre o idioma alemão e o português, Böttcher conta só com a simpatia e o apoio de uma tela de TV que exibe as legendas de seu rap de rimas intrincadas para o público brasileiro.
“A integração acontece em diferentes níveis, e num deles, por meio do ritmo. Eu conto com a empatia com o público para me fazer entender da melhor maneira possível”, avalia Böttcher.
A poesia do artista alemão está registrada no livro “Bas”, lançado no ano passado, mas é nas performances ao vivo que ele tem feito mais sucesso na Bienal do Rio. Ainda que o público não entenda por inteiro as rimas (que se perdem nas legendas em português), e que as poesias tratem de temas tão distantes da atmosfera carioca quanto o inverno em Berlim, a cada apresentação o poeta-rapper é requisitado por dezenas de novos fãs para fotos e autógrafos.
“Minha base é como letrista, eu escrevia músicas e era VJ. Para minha sorte, eu agora posso programar as legendas e ser eu mesmo o escritor, o diretor e o ator ao mesmo tempo. São três coisas em uma. Eu gosto disso porque me permite ser meu próprio chefe”, brinca o alemão.
O estande da Alemanha está a cargo de Dieter Schmidt, que aproveita a chance de divulgar a cultura de seu país e promover a Feira do Livro de Frankfurt a maior do mundo no segmento, que ocorrerá em outubro e terá o Brasil como homenageado.
“As dificuldades se resumem não só à barreira da língua, mas também à distância que separa Brasil e Alemanha. Mas nós trouxemos nossa cultura aqui para reduzir essa distância”, afirma.
Schmidt explica que a Alemanha quer mostrar no Rio uma face diferente de si mesma aos brasileiros. A visão estrangeira de que os alemães são sisudos ou pouco receptivos aos visitantes tem mudado muito nas últimas décadas na opinião dele.
“Somos um país hoje multicultural, que acolhe povos de outros pontos da Europa e mesmo da África, da Ásia e da América Latino. Isso faz de nós mais ricos, o que é maravilhoso”, completa.

(Fonte Folha de S. Paulo)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

CINQUENTA TONS DE CINZA – PROTAGONISTAS

1

Dakota Johnson e Charlie Hunnam; dupla interpretará o casal de ‘Cinquenta Tons de Cinza’ no cinema.

CASAL DE PROTAGONISTAS DO FILME ‘CINQUENTA TONS DE CINZA’ É ANUNCIADO

A atriz Dakota Johnson será a estudante Anastasia Steele e o ator Charlie Hunnan interpretará o milionário Christian Grey no filme baseado no best-seller “50 Tons de Cinza”, de E L James.
A notícia foi dada nesta segunda (2), pela própria autora do livro, em seu Twitter. A Universal, produtora do longa, confirmou a escalação, segundo a Associated Press.
Dakota Johson, filha de Melanie Griffith e Don Johnson, atuou no seriado “Ben & Kate”, da Fox, e em filmes como “A Rede Social” (2010), sobre a criação do Facebook.
Na trilogia “50 Tons de Cinza”, que já vendeu mais de 70 milhões de exemplares no mundo todo, Anastasia é a jovem que se envolve sexualmente com o dominador Christian Grey.
A busca pela protagonista do filme durou meses. Emma Watson, Shailene Woodley, Alicia Vikander e Analeigh Tipton foram alguns dos nomes cotados para viver Anastasia.
O mistério sobre o ator que viverá Christian Grey foi desfeito logo após o anúncio sobre a escolha de Dakota.
“O lindo e talentoso Charlie Hunnan será Christian Grey na adaptação para cinema de 50 Tons de Cinza”, tuitou E. L. James, um pouco depois de ter “vazado” o nome da atriz para o longa dirigido por Sam Taylor-Johnson.
Enquanto esperavam a escolha oficial, fãs do “pornô soft” criaram vários trailers amadores com os atores que desejavam para o papel. O mais cotado foi Matt Bomer.
O lançamento do filme está previsto para agosto de 2014.

(Fonte Folha de S. Paulo)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button

TÍTULOS QUE CHEGAM ÀS LIVRARIAS EM SETEMBRO

A Livraria da Folha selecionou alguns lançamentos previstos para setembro. A lista reúne títulos de diversos gêneros que estarão nas prateleiras das lojas nos próximos dias. Abaixo, conheça as edições e fique por dentro das novidades do mercado editorial.

2“Vida” reúne quatro biografias escritas por Paulo Leminski (1944-89). Cruz e Sousa, Bashô, Jesus e Trótski são os biografados. Publicadas originalmente na “Coleção Encanto Radical” da década de 1980, as biografias ganharam edição em volume único pela primeira vez em 1990.
A. S. Franchini seleciona algumas das óperas mais populares e narra as histórias em “Resumo da Opera”. Franchini também assina “As Grandes Histórias da Mitologia Greco-Romana”, “As 100 Melhores Lendas do Folclore Brasileiro”, “As Melhores Histórias da Mitologia Hindu”, “Deuses, Heróis e Monstros”, entre outros.
Escrito pelo historiador alemão Peter Longerich, “Heinrich Himmler: uma Biografia” relata passagens da vida pessoal e profissional que propiciaram a ascensão política do líder nazista conhecido como o “arquiteto do Holocausto”. No Brasil, o título tem lançamento previsto para o dia 2 de setembro. Leia um trecho.
Tony Mott, ex-editor-chefe da revista “Edge”, uma das principais publicações sobre games do mundo, encarou a tarefa de escolher os melhores jogos do mundo. “Pong”, “Super Mario Bros.” e “Mortal Kombat” estão em “1001 Videogames para Jogar Antes de Morrer”, o resultado dessa seleção. O livro chega em 6 de setembro.

3A editora LeYa apresenta três livros de Luiz Felipe Ponde em setembro: “A Filosofia da Adúltera”, sobre a condição humana na obra de Nelson Rodrigues, “Crítica e Profecia”, sobre a filosofia da religião em Dostoiévski, e reeditou “Contra um Mundo Melhor”.
Em “Cinema para Pequenos: Um Livro Ilustrado para Futuros Cinéfilos”, segundo livro da dupla Laura Macoriello e Lucas Dutra, autores de “Rock Para Pequenos”, recorrem aos ídolos da cultura pop para ensinar hábitos saudáveis, conviver com as diferenças e exercer a cidadania. Veja imagens.
A biografia “A Mulher que Inventou a Beleza”, escrita pela jornalista Michèle Fitoussi, narra a trajetória de Helena Rubinstein (1872-1965) e expõe detalhes da vida uma das grandes personalidades da moda no século 20.
“O Velho e o Mar”, de Ernest Hemingway, ganha nova edição no Brasil. O título, que tem lançamento previsto para o dia 6 de setembro, abre o projeto da editora Bertrand Brasil para a renovação das obras do autor.
“Identidade Frota: A Estrela e a Escuridão 5.0”, biografia de Alexandre Frota escrita pelo jornalista Pedro Henrique Peixoto, tem lançamento previsto para o dia 30 de setembro. Frota fala sobre assuntos polêmicos –mulheres, sexo, drogas e fama– e conta histórias dos bastidores da televisão brasileira. O volume também traz depoimentos de artistas e amigos, como Cláudia Raia e Boni.

4Com lançamento previsto para o dia 5 de setembro, “Marvel Comics: A História Secreta”, livro vencedor do prêmio Eisner 2013 como melhor obra relacionada a quadrinhos, acompanha a trajetória da Marvel Comics, desde suas origens até a venda para a Disney, e de seus protagonistas, como Stan Lee, Jack Kirby e Steve Ditko.
“Guia Rápido para um Cão Feliz”, de Cesar Millan, reúne 98 lições essenciais para conhecer os princípios da psicologia canina, entender os comportamentos de seu animal, lidar com os maus comportamentos mais comuns e escolher o cão certo para a sua família.
Em “A Medida do Mundo”, o filósofo e historiador da ciência Robert P. Crease acompanha as lutas e as dificuldades para a padronização de um sistema que interfere em um sem-número de atividades diárias. Crease relata com nasceram as primeiras medições registradas até a invenção do sistema imperial britânico e do sistema métrico francês.
“Entendendo Platão”, de Dave Robinson e Judy Groves, apresentam as ideias-chave do filósofo grego e suas influências, além de discorrer com ilustrações sobre teoria das formas, também conhecida como teoria das ideias.

5O conteúdo de “O Poder dos Números” não é teórico. A intenção é sugerir opções práticas e apresentar casos recentes de empresas que exploram as possibilidades abertas pelas redes sociais e sites. Dimitri Maex, diretor da OgilvyOne em Nova York, explica como você pode usar os números para identificar os seus clientes e alcançá-los da forma eficaz.
Do discurso da imprensa aos sites da internet, da reprodução sexual à própria imitação da vida, o romance “Reprodução”, de Bernardo Carvalho, chega às livrarias em 12 de setembro pela editora Companhia das Letras.
Gary Shapiro, organizador da maior feira de eletrônicos do mundo, extrai valiosas lições desses guerreiros do Japão feudal, identificando estratégias, como agilidade, determinação e reinvenção, essenciais para os líderes da atualidade em “O Ninja Corporativo: As Artes Marciais Aplicadas nos Negócios”, com lançamento previsto para o dia 10 de setembro.
Da década de 1960 até hoje, a antologia “Mente Suja de Robert Crumb”, criada especialmente para o mercado brasileiro, traz os trabalhos mais polêmicos e escandalosos criados pelo desenhista.

(Fonte: A Folha de S. Paulo)

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0 (from 0 votes)
Share Button