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Poesias e contos eróticos feitos por mulheres…

Elaine Elesbão no Metrópoles…

 

Poesias e contos eróticos feitos por mulheres são um tesão

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Elaine Elesbão no Iluminuras

Entrevista para o programa Iluminuras, da TV Justiça.

Se você deseja saber um pouquinho mais sobre mim e os meus livros, acesse o link abaixo, mas, por favor, releve o nervosismo da autora que é super tímida:

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APP ESTIMULA TROCA E EMPRÉSTIMO DE LIVROS

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Há livros que são como canetas Bic e somem sem que o dono tenha qualquer paradeiro do rastro deles. A realidade é que muitos se perdem no empréstimo entre amigos – e é isso que o aplicativo Livrio quer combater.

Com o app é possível cadastrar os livros que você está disposto a emprestar e assinalar o prazo pelo qual ele estará à disposição do amigo, também cadastrado na ferramenta. Quando o tempo se esgotar, um alerta é emitido para que a devolução seja feita.

Apesar de oferecer esse serviço, a missão do app não é servir de bedel, mas exatamente o oposto: estimular o compartilhamento de livros. A lógica é simples: ao rastrear e saber ao certo onde estão seus livros, o dono se sente mais à vontade para colocar mais deles à disposição dos amigos.

“A ideia é fazer os livros circularem e não ficarem parados da estante”, explica Aurélio Saraiva, idealizador e um dos sócios do app, que levou um ano para ser desenvolvido.

Após se cadastrar, o usuário faz a busca pelo título pretendido e o tempo com o qual quer ficar com o livro e a ferramenta indica os amigos mais próximos dele com aquela publicação. Quem quiser emprestar, pode escanear o código de barras de seus livros e preparar sua biblioteca virtual. Após o primeiro contato, os amigos devem combinar a entrega.

Em uma próxima versão do aplicativo, a ideia é que a cessão possa ocorrer até mesmo entre pessoas que ainda não se conhecem.

“Pensamos o app inicialmente como uma ferramenta para consolidar amizades, mas, logo no lançamento, a gente percebeu que as pessoas tinham predisposição a emprestar para qualquer pessoa”, diz Saraiva.

O Livrio pode ser baixado gratuitamente para iOS e Android.

(Fonte: Jornal Metro)

 

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PROTAGONISMO FEMININO NA LITERATURA

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QUINZE AUTORAS DE BRASÍLIA CRIARAM O GRUPO ESCRITORASDF PARA JUNTAS DIVULGAREM A ESCRITA DE AUTORIA FEMININA PRODUZIDA NA CAPITAL DO PAÍS

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LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA (CULTURA, PÁG. 9 – METRO JORNAL), CLICANDO ABAIXO:

ESCRITORASDF NO JORNAL METRO

 

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INFÂNCIA DE GUIMARÃES ROSA INSPIRA FICÇÃO INFANTIL

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Antes de ser diplomata e acadêmico, o escritor João Guimarães Rosa, autor de “Grande Sertão Veredas”, foi apenas uma criança que descobriu a magia das palavras no sertão mineiro. A sua constante ligação com a terra natal e sua vida são recontadas com delicada poesia em “João, Joãozinho, Joãozito” (Ed. Record, 48 págs., R$ 50), livro de Claudio Fragata com belíssimas ilustrações de Simone Matias.

Elaborado em 2008, só agora o trabalho da dupla chega às estantes – e a obra vale não só pelo desafio da proposta, como pela bela execução. É no casamento entre ilustração e texto que a longa história de vida do escritor brasileiro é resumida em pouco mais de 40 páginas.

Um destaque está na premissa da obra, de que quando nasce um escritor, seus personagens já nascem junto com ele – Miguilim espera até que Rosa esteja pronto para passá-lo às páginas.

(Fonte: Jornal Metro)

 

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MONOGAMIA É POSTA EM XEQUE EM ROMANCE DE ELIZA KENNEDY

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Advogada de formação, a norte-americana Eliza Kennedy lança no Brasil seu primeiro romance, “Eu Digo Sim”, traduzido para vários idiomas.

A história versa sobre Lily, uma advogada que mora em Nova York e está prestes a se casar com o “homem perfeito”. Mas, conforme a cerimônia se aproxima, a jovem desconfia que não conseguirá se manter fiel. O romance descreve uma semana que mexerá com a vida da protagonista e levanta um tabu: é possível ser “feliz para sempre” numa relação monogâmica?

Em entrevista ao Metro Jornal, Eliza Kennedy defende que a questão faz parte da luta feminista. “Evoluímos muito no que diz respeito às mulheres conquistarem direitos humanos básicos, como votar, se educar e casar com quem elas quiserem. Mas mesmo assim parece que temos muito que caminhar em relação a preconceitos. A sociedade impõe regras à vida sexual das mulheres”, afirma.

A inspiração do livro surgiu a partir de indagações provocadas por uma tarde de tédio na academia. “Estava de péssimo humor, porque odeio ir à academia. Minha mente, na agonia induzida pelo exercício, se voltou ao esforço que eu havia feito anos antes: o de escrever um livro sobre um casamento”. Aí surgiu a ideia: e se a noiva não quisesse realmente se casar?

Apesar de não pretender mudar a visão da sociedade sobre o assunto, Eliza tem um objetivo simples: enfatizar a noção de que mulheres deveriam se sentir mais livres e seguras sobre suas vontades. “Se o mundo fosse um pouco diferente e mulheres não fossem bombardeadas com mensagens contraditórias sobre o feminismo ou se não fossem tão encorajadas a serem objetos sexuais dos desejos dos outros ao invés de seus próprios, talvez mais delas seriam como Lily e não teriam vergonha de seguir seus próprios desejos”.

(Fonte: Jornal Metro)

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LIVRO PROMETE SER GUIA DEFINITIVO DE ANÁLISE DOS CLÁSSICOS LITERÁRIOS

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Depois de desvendar os segredos da economia e da ciência, a coleção “As Grandes Ideias” se propõe a fazer um “Livro da Literatura”. O volume se dedica a estudar grandes obras e grandes autores da humanidade com o objetivo de traçar um resumo da arte literária – o que, obviamente, ele não consegue.

O volume, no entanto, faz escolhas inteligentes dos exemplos de literatura de cada uma das épocas da humanidade. Da “Ilíada”, de Homero, à “Paixão Segundo G. H.”, de Clarice Lispector, o livro explora romances, contos e poesias.

Como o original praticamente não citava autores brasileiros, a edição incluiu em posfácio alguns dos principais escritores nacionais, como Machado de Assis (na foto), Guimarães Rosa e Graciliano Ramos.

Escrito por professores e pesquisadores, o livro apresenta o contexto, a história e as tradições literárias que influenciaram cada obra de ficção. Os artigos incluem uma minibiografia do escritor e linhas do tempo que contextualizam suas obras de acordo com o momento histórico.

A linguagem simples e o projeto gráfico dinâmico trazem esquemas que explicam a estrutura das obras e outros livros relacionados – em  tempos de internet, o livro prova que os impressos ainda são perfeitos para trabalhos escolares. Mais que os estudantes, porém, o livro agrada ainda mais aos apaixonados por literatura

(Fonte: Jornal Metro)

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ENCONTRADA NA ESCÓCIA UMA CÓPIA DO ‘FIRST FOLIO’ DE SHAKESPEARE

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O exemplar data de 1623 e compila a maior parte das obras de teatro do dramaturgo

Um grupo de pesquisadores britânicos encontrou e autentificou um exemplar em três volumes da primeira edição que compilou a maior parte das obras de teatro escritas por William Shakespeare, e que foi impressa em 1623, sete anos depois da morte do dramaturgo.

A descoberta, que coincide com o quarto centenário da morte do autor, seria, segundo os cientistas que o estudaram, um dos 234 exemplares conservados dos 800 impressos originalmente e que ficaram conhecidos como First Folio, graças aos quais se conhece a metade das obras do dramaturgo, que de outra maneira teriam se perdido.

Os volumes estavam conservados em uma casa de campo na ilha de Bute, na Escócia, e contêm 36 obras de teatro na versão “mais confiável” das mesmas, a mais próxima aos escritos originais do autor, entre as quais figuram Macbeth Como lhe aprouver.

“Os donos entraram em contato comigo para me dizer que tinham um First Folio de Shakespeare e eu respondi: ‘Claro, sim, sem dúvida’, conta a pesquisadora de Oxford Enma Smith, que lhes respondeu em tom cético. “No entanto, depois de um estudo detalhado, foi constatado que era verdadeiro”.

Os três livros encadernados em couro são acompanhados de uma carta do editor do século XVIII, Isaac Reed, que dá conta dos donos anteriores do First Folio até chegar a ele, o que, segundo afirmam na Universidade de Oxford, facilitou o trabalho de certificar a autenticidade da descoberta.

(Fonte: El País)

 

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Vídeo Resenha

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Daya Maciel, do Blog Conchego das Letras, preparou uma resenha em vídeo do meu livro Risco Calculado!

Espero que gostem tanto quanto eu!

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Quando se trata de apoiar autores em esforços de marketing, nenhuma editora acertou ainda

MIKE

No mínimo, cada editora deveria fazer uma “auditoria digital” de cada autor que contratam, o que inclui sugestões concretas para o preenchimento de lacunas e melhorar a capacidade de descoberta

Tenho a firme convicção de que a maior falha dos editores tradicionais nos dias de hoje é a sua incapacidade de ajudar os autores a se ajudarem com o marketing digital. No mínimo, cada editora deveria fazer uma “auditoria digital” de cada autor que contratam, o que inclui sugestões concretas para o preenchimento de lacunas e melhorar a capacidade de descoberta e engajamento. Que eu saiba, ninguém faz isso.

Talvez não seja surpreendente que há pessoas em grandes editorias, até mesmo alguns que veem as coisas de cima, que enfaticamente não concordam comigo. Um executivo sênior me disse que eu estava “completamente errado”, e disse que seus editores sabiam muito bem o que os autores fazem na mídia social. Outro, um editor de outra empresa, me perguntou se eu realmente acreditava que “criar landing pages era importante”. Claro, se você não vê o resultado da criação e gerenciamento de landing pages no site do autor (ou da própria editora!), pode cometer o erro de pensar que uma presença robusta na mídia social elimina a necessidade de um site do autor.

Isso é um erro. E é cada vez mais comum.

Nunca vi uma editora onde os editores fossem mais especialistas em marketing digital do que o pessoal de marketing. A maioria dos sites de autor está abaixo do padrão, mas a maioria dos editores não tem o conhecimento para saber isso. Ademais, nem os editores nem os autores compreendem plenamente os diferentes papéis de sites e mídias sociais no esforço de marketing para um livro e autor.

Se o feedback destes dois executivos fosse excepcional ou incomum, não valeria a pena mencionar. Mas é típico. E as duas editoras estão fazendo investimentos substanciais para melhorar a sua compreensão e desempenho digital. Não têm suas cabeças enfiadas na areia.

Não é apenas a minha imaginação de que existe uma desconexão entre as grandes editoras e seus autores no front do marketing digital. Esta lacuna é real e vai realmente atingir as grandes editoras, muito além das vendas que estão perdendo, se não corrigirem isso.

Eu recentemente testei esta ideia com um dos agentes literários mais aptos digitalmente. Perguntei se ele concorda que as editoras estão falhando neste aspecto. Ele concordou. Completamente.

Se há uma lacuna aqui, alguém vai preenchê-la. A Diversion Books, relativamente nova, anunciou uma iniciativa chamada Radius, uma “divisão de serviços completos de publicação”, com distribuição através de sua afiliação com a Ingram. Estão voltados para “autores de não-ficção com público muito específico e conhecido (consultores, especialistas em um campo)” que procuram ajuda “com vários aspectos do processo – editorial, capa, produção, marketing e publicidade, etc”.

Em outras palavras, eles gostariam de fazer parceria com (talvez) a categoria mais desejável de autores de não-ficção: aqueles com uma plataforma real de marketing independente de quaisquer atividades de edição de livro. Esses autores muitas vezes possuem um marketing pessoal bastante decente já criado; se não têm, adoram ter um feedback profissional sobre como melhorá-lo. Radius vai fornecer uma razão poderosa para que autores que preferem trabalhar com autopromoção trabalhem com eles em vez de procurar uma editora antiga e mais estabelecida.

Vale a pena notar que Diversion foi fundada por um agente literário, por isso é bastante sensível à perspectiva do autor. O que eles construíram é essencialmente umfront-end personalizado para serviços industriais fornecidos pela Ingram, com fácil acesso até mesmo para autores individuais através do chamado Ingram Spark.

Diversion é uma editora da nova era. Eles criaram um braço de serviço e comunidade chamado EverAfter para trabalhar com autores de ficção; a Radius funciona principalmente com autores de não-ficção que já possuem audiências construídas. Sem dúvida, outros empreendedores vão construir rampas de acesso a esses recursos da Ingram para outros segmentos da comunidade de autores.

As editoras deveriam se preocupar com isso? Bem, as que dependem dos autores podem esperar cada vez mais serviços e editores inexperientes tentando fazer uma oferta mais atraente para eles. (E existem aquelas que não dependem dos autores, mas são a exceção, não a regra.)

A questão da plataforma do autor fica ainda pior pela forma como as editoras são organizadas. Editoras “são donas” das relações com o autor e o agente. Os profissionais de marketing e/ou departamentos de vendas “são donos” dos recursos de marketing. Para serem bons em seus trabalhos, os editores precisam reconhecer conteúdo comercial, negociar as várias partes de um acordo, e ajudar o autor criar o livro mais vendável possível. Conhecer o marketing digital ou as melhores práticas para otimização de mecanismos de busca não está na descrição do emprego nem é parte do treinamento deles. Aqueles são o reduto do pessoal de marketing que estão explicitamente (na maioria das editoras) excluídos do contato direto com o autor.

Além disso, há a confusão nas editoras, refletida na pergunta que ouvi sobre aslanding pagesse são importantes ou não. Não posso dizer se isso é muito comum, mas ouvi com muita frequência a ponto de me sentir desconfortável de que “sites de autores são um desperdício de tempo”, que social é mais importante, e que trabalhar o Facebook elimina efetivamente a necessidade de uma presença na web.

Na verdade, “pesquisa” ainda é o componente mais importante de descoberta e os sites de autores são cruciais para o Google “saber” quem é o autor e ter uma compreensão contextual da experiência e do público deles. Precisamente como o site fornece valor depende do autor. Para um autor de não-ficção, ele pode estabelecer a autoridade sobre o tópico. Para um autor de ficção de múltiplos títulos, pode fornecer informações definitivas sobre a ordem dos livros em uma série ou para a história por trás dos personagens do autor (cujos nomes, é claro, podem ser importante termos de pesquisa para o livro).

Mas o que é sempre verdade é que o site é aquele pedaço de propriedade digital que o autor pode realmente possuir, que não está sujeito a algumas alterações nas regras ou processo que irá afetar a sua descoberta nas pesquisas ou a capacidade de usá-lo para qualquer propósito que o autor escolher. Idealmente, uma editora vai avaliar o site de um autor como parte de uma auditoria digital geral e fazer sugestões construtivas para melhorá-lo. Se o autor não tiver um, a editora deveria fornecer um site simples que dê aos fãs um lugar ou link para aterrissar e pode ser a autoridade máxima sobre o autor e o livro.

E só controlando um site o autor ou editor pode controlar a ferramenta mais poderosa que existe para promover um autor através da busca: as landing pages. A melhor prática é otimizar uma landing page no site do autor para cada um dos termos mais comumente pesquisados que poderiam levar a um interesse real ou à venda de um livro. Qualquer pessoa que realmente conhece SEO sabe disso. É por essa razão que a incapacidade de compreender o significado das páginas de entrada nos altos cargos de uma grande editora é tão preocupante.

É realmente fantástico que tantas editoras estes dias tenham um executivo de alto nível com a palavra “audiência” em seu título e descrição do trabalho. É um sinal de progresso real que muitas das grandes editoras tenham investido em sites verticais para construir audiência que podem atingir a qualquer momento.

Mas eles ainda estão perdendo o barco mais importante. O verdadeiro foco precisa estar na colaboração de marketing com os autores e em dar o apoio que necessitam para maximizar sua eficácia. Fazer isso exige enfrentar um monte de perguntas difíceis porque os autores possuem seus nomes e carreiras, enquanto as editoras, na melhor das hipóteses, possuem um longo contrato de arrendamento de um ou mais livros específicos que eles escreveram. Mas tanto as vendas de livros quanto a retenção do autor dependem de editoras assumindo este desafio como um componente essencial de sua oferta.

Eu fiz um post para BookMachine alguns meses atrás falando sobre a estratégia para os autores que fazem, eles próprios, o marketing.

Aqui está uma lista rápida do que uma auditoria útil da editora sobre as pegadas digitais de um autor poderia querer encontrar:

* Um site de autor robusto para ancorar a presença digital completa de um autor e agir como um hub central e fonte de informações fidedignas sobre tudo, sobre o autor, seus livros, seu trabalho e vida

* Informação completa sobre o autor e o livro em sites de catalogação e comunitários como Goodreads e LibraryThing, bem como em todas as livrarias online (especialmente uma página Author Central na Amazon)

* Google+ sinalizando ao Google quem é um autor, sobre o que ele(a) escreve sobre, e todas as coisas relacionadas com ele(a)

* A mistura ideal da mídia social correta, que pode variar – e evoluir – dependendo do autor, o tipo de livros que escreve, e os interesses e dados demográficos de seu público

* Mecanismos para coletar, gerenciar e utilizar eficazmente os endereços de e-mail

* Os esforços existentes para manter a precisão e a relevância em tudo isso

* Promoção cruzada eficaz (em títulos e autores)

 (Fonte: PUBLISHNEWS, por MIKE SHATZKIN)

 

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