ASSUNTOS ABORDADOS

LITERATURA E HISTÓRIA: LIMITES ILIMITADOS

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Onde começa e onde termina a história na ficção? Quais suas implicações e limites? Qual a diferença entre literatura e história, entre invenção e inventário? Esses e outros temas transversais relacionados comporão este ciclo de palestras.

PROFESSOR
14/11 – Joel Rufino dos Santos – Escritor, professor de Literatura Brasileira da UFRJ, doutor em Comunicação e Cultura. Publicou mais de 50 livros, entre ficção, infantojuvenil, ensaios de crítica e história da literatura. Ganhador de dois prêmios Jabuti, teve duas indicações brasileiras para o Hans Christian Andersen.
21/11 – Luis Filipe Ribeiro – Mestre em Letras e Doutor em História, professor da Universidade Federal Fluminense, autor de Mulheres de papel: um estudo do imaginário em José de Alencar e Machado de Assis. Edita a Revista Brasil de Literatura.
28/11 – Mary del Priore – Pós-doutorada na Ecole Des Hautes Etitudes En Sciencies Sociales, de Paris, tem 29 livros de história publicados, dentre eles Histórias íntimas – sexualidade e erotismo na história do Brasil e O castelo de papel. Lecionou História na USP e na PUC-Rio. Colabora para jornais e revistas, nacionais e estrangeiros.

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PALAVRAS

palavra

PALAVRAS

Cataloguei as palavras que flutuam em minha mente,
dei a elas lugar no universo da memória…
Mas as ingratas me açodam diariamente,
desejam fugir de encontro ao papel.

Se eu soubesse o perigo que seria
dar ouvido as palavras que retumbam,
teria lançado âncora à terra firme,
ignorado os seus lamentos,
e me impedido de voar.

Agora cada partícula do meu corpo urra
sentindo o poder criador
que me reporta para muito além
do recôndito da minha alma incauta,
e nada no mundo me comove mais
que dar sentido às palavras teimosas.

Elaine Elesbão

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ADEUS

Adeus

ADEUS
Eu não sei se não me escutava porque não me ouvia,
ou se não me ouvia porque me ignorava.
Não sei se fui presença ou penumbra,
porque não sei se quando me olhava, me via…
Ou se quando me via, me enxergava.

Já desejei que me amasse mais
e hoje o meu desejo é te amar menos.
Não posso mais viver acreditando em “quando”
porque o “se” já se fez realidade.
O que não aconteceu e o que nunca muda
deixou de ser promessa e virou rotina.

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DEMAIS OU DE MAIS

DEMAIS OU DE MAIS

DEMAIS OU DE MAIS

Demais pode ser usado como advérbio de intensidade no sentido de “muito”, e também como pronome indefinido no sentido de “outros”.
Exemplo: “A situação deixou os demais candidatos chateados demais!”
De mais é o oposto de “de menos” e são sempre referidos a um substantivo ou pronome.
Exemplo: “Existem candidatos de mais para eleitores de menos“.

(Fonte: Abril Educação)

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A CORES/ EM CORES

A CORESEM CORES

A CORES/ EM CORES

Erro: O material da apresentação será a cores
Forma correta: O material da apresentação será em cores
Explicação: Se o correto é material em preto em branco, o certo é dizer material em cores, explica Laurinda Grion no livro “Erros que um executivo comete ao redigir (mas não deveria cometer)”.

(Fonte: UFLA)

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A CHAMPANHE/ O CHAMPANHE

A CHAMPANHEO CHAMPANHE

A CHAMPANHE/ O CHAMPANHE

Erro: Pegue a champanhe e vamos comemorar.
Forma correta: Pegue o champanhe e vamos comemorar.
Explicação: De acordo com o Dicionário Aurélio, a palavra “champanhe” provém do francês “champagne” e é um substantivo masculino, como defende a maioria dos gramáticos.

(Fonte: UFLA)

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A LONGO PRAZO/ EM LONGO PRAZO

A LONGO PRAZOEM LONGO PRAZO

A LONGO PRAZO/ EM LONGO PRAZO

Erro: A longo prazo, serão necessárias mudanças.
Forma correta: Em longo prazo, serão necessárias mudanças.
Explicação: Usa-se a preposição em nos seguintes casos: em longo prazo, em curto prazo e em médio prazo.

(Fonte: UFLA)

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A DOMICÍLIO/ EM DOMICÍLIO

A DOMICÍLIOEM DOMICÍLIO

A DOMICÍLIO/ EM DOMICÍLIO

Erro: O serviço engloba a entrega a domicílio
Forma correta: O serviço engloba a entrega em domicílio
Explicação: No caso de entrega usa-se a forma em domicílio. A forma a domicílio é usada para verbos de movimento. Exemplo: Foram levá-lo a domicílio.

(Fonte: UFLA)

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VALE A PENA ou À PENA?

UM OU DOIS VAI OU VÃO

Não há crase. O verbo VALER não pede preposição.
Se “vale o sacrifício”, é porque “VALE A PENA” (sem crase).

(Fonte: Portal G1 – Sérgio Nogueira)

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UM OU DOIS VAI OU VÃO?

UM OU DOIS VAI OU VÃO

“Ao usar UM OU DOIS, o verbo vai para o singular ou para o plural? Por exemplo, um ou dois problemas precisa (ou precisam) ser solucionado (ou solucionados)?”
Quando usamos a conjunção OU, com valor de “exclusão” ou de “dúvida”, o verbo deve concordar com o que está mais próximo:
“Ou eu ou você TERÁ de viajar a Brasília para resolver o problema.”
“Ou você ou eu TEREI de viajar…”
“Ladrão ou ladrões INVADIRAM a mansão do Morumbi”.
Portanto, a resposta é: “Um ou dois problemas PRECISAM ser SOLUCIONADOS”.

(Fonte: Portal G1 – Sérgio Nogueira)

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